<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530</id><updated>2012-01-10T21:44:01.980-02:00</updated><title type='text'>Fragmentos de Filosofia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>106</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8270234585533971256</id><published>2012-01-08T16:52:00.006-02:00</published><updated>2012-01-08T17:05:18.826-02:00</updated><title type='text'>Sören Kierkegaard (1813 – 1855)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kCkuhBkS1O0/Twnm1_EYHyI/AAAAAAAAAfw/POmrMDbAL1g/s1600/kierkegaard-img-06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-kCkuhBkS1O0/Twnm1_EYHyI/AAAAAAAAAfw/POmrMDbAL1g/s320/kierkegaard-img-06.jpg" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="text-indent: 45pt;"&gt;O filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard contestou a supremacia da razão como único instrumento capaz de estabelecer a verdade, tal como&lt;/span&gt;&lt;span style="text-indent: 45pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="text-indent: 45pt;"&gt;Hegel havia proposto. Como pensador cristão, defendeu o conhecimento que se origina da &lt;/span&gt;&lt;b style="text-indent: 45pt;"&gt;fé&lt;/b&gt;&lt;span style="text-indent: 45pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Kierkegaard afirmava que a existência humana possui três dimensões:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;- a dimensão estética:&lt;/b&gt; na qual se procura o prazer;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- a dimensão ética:&lt;/b&gt; na qual se vivencia o problema da liberdade e da contradição entre o prazer e o dever;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- a dimensão religiosa:&lt;/b&gt; marcada pela fé.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;De acordo com o filósofo, cabe ao ser humano escolher em qual dimensão quer viver, já que se trata de dimensões excludentes entre si. Essas dimensões podem ser entendidas, também, como etapas pelas quais o ser humano passa durante sua existência: primeiro viria a estética, depois a ética e, por último, a religiosa, que seria a mais elevada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Kierkegaard afirma que essas dimensões são atingidas por um salto , pois não há razões racionais para tomar essa medida. Isso acontece porque o mais importante é a verdade de sua própria situação e essa é a verdade subjetiva que somente você é capaz de conhecer. Este filósofo foi extremamente influente por enfatizar a importância do sentido pessoal&amp;nbsp; na vida do indivíduo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Os escritos do autor possuem grande beleza literária e tratam de temas estranhos à objetividade científica de sua época, tais como amor, sofrimento, angústia e desespero, que segundo ele não podem ser entendidos pela razão. Sua principal crítica à filosofia hegeliana deve-se ao fato de ela não levar em consideração a subjetividade humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;É nesse sentido&amp;nbsp; que Kierkegaard influenciará as chamadas correntes irracionalistas e existencialistas, que recolocam a questão da verdade a partir do processo da existência. Para ele, nenhum sistema de pensamento consegue dar conta da experiência ampla e única da vida individual.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Opondo-se à filosofia sistemática de Hegel e a seu caráter abstrato, Kierkegaard procurou destacar as condições específicas da existência humana e incorporá-las às reflexões filosóficas. Por isso, é normalmente considerado o “pai do existencialismo”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Em sua obra, Kierkegaard procurou analisar os problemas da relação existencial do ser humano com o mundo, consigo mesmo e com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;b&gt;- a relação do ser humano com o mundo:&lt;/b&gt; é dominada pela angustia. A angustia é entendida como o sentimento profundo que temos ao perceber a instabilidade de viver em um mundo de acontecimentos possíveis, sem garantia de que nossas expectativas sejam realizadas. “no possível, tudo é possível”. Assim, vivemos em um mundo onde são possíveis tanto a dor como o prazer, o bem como o mal, o amor como o ódio, o favorável como o desfavorável.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;b&gt;- a relação do ser humano consigo mesmo:&lt;/b&gt; marcada pela inquietação e pelo desespero. Isso ocorre por duas razões fundamentais: ou porque o ser humano nunca está plenamente satisfeito com as possibilidades que realizou, ou porque não conseguiu realizar o que pretendia, esgotando os limites do possível e fracassando diante de suas expectativas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;b&gt;- a relação do ser humano com Deus:&lt;/b&gt; a única via para a superação da angústia e do desespero. Contudo, é marcada pelo paradoxo de ter de compreender pela fé o que é incompreensível pela razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;-----------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Fonte: Cotrim, Gilberto. Fundamentos de Filosofia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8270234585533971256?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8270234585533971256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8270234585533971256&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8270234585533971256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8270234585533971256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2012/01/soren-kierkegaard-1813-1855.html' title='Sören Kierkegaard (1813 – 1855)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kCkuhBkS1O0/Twnm1_EYHyI/AAAAAAAAAfw/POmrMDbAL1g/s72-c/kierkegaard-img-06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6932112653722240560</id><published>2011-11-04T17:40:00.006-02:00</published><updated>2011-11-04T18:17:39.086-02:00</updated><title type='text'>Como tornar-se o que se é – Nietzsche (1844-1900)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QzwzfhCsg8E/TrQ_ab69R6I/AAAAAAAAAfo/np0Yk8Ubyq8/s1600/Nietzsche187c.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-QzwzfhCsg8E/TrQ_ab69R6I/AAAAAAAAAfo/np0Yk8Ubyq8/s400/Nietzsche187c.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nascido em 15 de outubro de 1844, Friedrich Nietzsche foi um grande pensador, um dos mais influentes de nossa época. Sua crítica radical das idéias e valores da modernidade não exclui as ciências, as artes, nem mesmo a política modernas, que para o autor, são apenas versões laicas do cristianismo, ou seja, totalmente impregnados pela moral cristã. Pretende criar com essa crítica, um novo tipo de homem, um tipo nobre, que diz “Sim” à vida!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Conhecido como o filósofo que constatou a “morte de Deus”, sua filosofia a golpes de martelo, quer demolir a idéia de verdade ou o que até agora se chamou de verdade: o cristianismo como “&lt;b&gt;única verdade&lt;/b&gt;” para fazer dele “&lt;b&gt;uma das muitas outras interpretações possíveis do mundo&lt;/b&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Em sua obra &lt;i&gt;A Genealogia da Moral&lt;/i&gt;, estuda a origem e a história dos valores morais. Sua conclusão é que não existem as noções absolutas de bem e mal, certo e errado. Os valores morais&amp;nbsp; surgem da cabeça do homem, a partir de suas próprias avaliações e necessidades, ou seja, o homem é um criador de valores, um animal que avalia. O propósito do pensamento não é a descoberta da “Verdade” como tem sustentado grande parte da filosofia ocidental, mas sim, garantir a sobrevivência no mundo. Nossa espécie evoluiu porque tivemos a necessidade de criar idéias que nos ajudassem a organizar nossas vidas, nossas mentes, e nossa sociedade. Precisamos pensar coisas que não são verdadeiras para dar sentido ao que na verdade é uma realidade caótica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Nietzsche afirma que precisamos olhar “além do bem e do mal” se quisermos realizar o potencial da vida. Precisamos criar nossos valores e desprezar os sentimentos de ‘rebanho’ – todas aquelas pessoas comuns que gostam de ficar juntas e pensar e agir da mesma maneira. – Como um indivíduo, você deve viver para si próprio, da sua própria maneira. Você deve evitar ser classificado pelos outros, bem como viver de acordo com as expectativas das outras pessoas. Viver para si próprio significa exercer controle sobre as situações e ser bem-sucedido nelas de modo a tornar-se feliz. O que faz você feliz não é determinado pelo que os outros pensam, mas somente por você. Se você obedecer à sua vontade, ficará feliz com suas ações e com sua vida de um modo geral. Você não se arrependerá e ficaria satisfeito em viver a mesma vida outras vezes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 45.0pt;"&gt;Espírito irrequieto e eruptivo, clamava por liberdade, rompendo grilhões, desfazendo a opressão da moral tradicional, demolindo religiões, vociferando contra a falsidade e a hipocrisia da sociedade, semeando paradoxos, sua vida foi um campo de batalha, no qual o pensamento e a reflexão eram suas armas e seu escudo. Nietzsche valoriza a arte e o indivíduo, toma a vontade como tema central, mas pretende uma ruptura total com a tradição filosófica, na qual vê uma das principais causas da decadência da civilização e da fraqueza do homem. Zomba do racionalismo crítico moderno, de sua pretensão de fundamentar nosso conhecimento e nossas práticas. Nietzsche estava convencido de que o indivíduo é capaz de evoluir para algo melhor do que o que atualmente concebemos como indivíduo. Ele se referiu a esse indivíduo superior como o “Übermensh”, costumeiramente traduzido como “super-homem” ou “além do homem”. Atingir esse "novo homem" acima, muito acima do homem que conhecemos hoje, é a meta dessa estrada rumo ao "tornar-se o que se é".&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Quem alcança seu ideal, vai além dele&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;F. Nietzsche&amp;nbsp;(Além do Bem e do Mal - 73)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6932112653722240560?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6932112653722240560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6932112653722240560&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6932112653722240560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6932112653722240560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/11/como-tornar-se-o-que-se-e-nietzsche.html' title='Como tornar-se o que se é – Nietzsche (1844-1900)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QzwzfhCsg8E/TrQ_ab69R6I/AAAAAAAAAfo/np0Yk8Ubyq8/s72-c/Nietzsche187c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7528002265256900028</id><published>2011-05-31T20:26:00.003-03:00</published><updated>2011-05-31T20:32:01.815-03:00</updated><title type='text'>Karl Marx – Modo de Produção e Luta de Classes</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KfQqx6FWQ7E/TeV57Sm7qiI/AAAAAAAAAfM/11SjZXe_IXU/s1600/Marx-Engels-Forum01.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-KfQqx6FWQ7E/TeV57Sm7qiI/AAAAAAAAAfM/11SjZXe_IXU/s400/Marx-Engels-Forum01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613026570101565986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Modo de produção é a maneira como se organiza a produção material em um dado estágio de desenvolvimento social. Essa maneira depende do desenvolvimento das forças produtivas (a força do trabalho humano e os meios de produção, tais como máquinas, ferramentas, etc.) e da forma das relações de produção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Marx define os seguintes modos de produção dominantes em cada época: o comunismo primitivo; o escravismo na Antiguidade; o feudalismo na Idade Média e o capitalismo na Idade Moderna.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;A passagem de um modo de produção a outro, segundo o filósofo, dá-se no momento em que o nível de desenvolvimento das forças produtivas&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;entra em contradição com as relações sociais de produção. Quando isso ocorre, há um sufocamento da produção em virtude da inadequação das relações nas quais ela se dá. Nesse momento, surgem as possibilidades objetivas de transformação desse modo de produção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;De acordo com Marx, caberia à classe social que possui, nesse momento, um caráter revolucionário intervir por meio de ações concretas, práticas, para que essas transformações ocorram. Foi o que aconteceu, por exemplo, na passagem do feudalismo ao capitalismo, com as revoluções burguesas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Marx sintetiza essa análise na afirmação de que a luta de classes é o motor da história, isto é, a luta de classes faz a história se mover. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:90.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial"&gt;A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, senhor e servo, mestre de corporação e aprendiz; numa palavra, opressores e oprimidos, em constante oposição, têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora disfarçada; uma guerra que terminou sempre, ou por uma transformação revolucionária da sociedade inteira, ou pela destruição das duas classes em luta&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;De acordo com Marx, o capitalismo também criou uma classe revolucionária que, em virtude de suas condições de existência, deve se organizar para, no momento oportuno, fazer a revolução social rumo ao socialismo. Essa classe revolucionária seria o proletariado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote-list"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;   &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Manifesto Comunista, 1848.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;------------------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; "&gt;COTRIM, Gilberto &amp;amp; FERNANDES, Mirna. Fundamentos de Filosofia, São Paulo : Saraiva, 2010&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7528002265256900028?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7528002265256900028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7528002265256900028&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7528002265256900028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7528002265256900028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/05/karl-marx-modo-de-producao-e-luta-de.html' title='Karl Marx – Modo de Produção e Luta de Classes'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-KfQqx6FWQ7E/TeV57Sm7qiI/AAAAAAAAAfM/11SjZXe_IXU/s72-c/Marx-Engels-Forum01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2432266600398397589</id><published>2011-05-26T11:12:00.002-03:00</published><updated>2011-05-26T11:19:13.275-03:00</updated><title type='text'>Karl Marx (1818-1883) - O Materialismo Dialético e Histórico</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-A4XkuRWEfGk/Td5hVjD8QnI/AAAAAAAAAfE/oPWOeoVYdKw/s1600/karl_marx.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-A4XkuRWEfGk/Td5hVjD8QnI/AAAAAAAAAfE/oPWOeoVYdKw/s400/karl_marx.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611029208567136882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Marx fez uma crítica radical ao idealismo hegeliano, na qual afirma que Hegel inverte a relação entre o que é determinante – a realidade material – e o que é determinado – as representações e conceitos acerca dessa realidade. A filosofia idealista seria, assim, uma grande mistificação que pretende entender o mundo real, concreto, como manifestação de uma razão absoluta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Marx procurou compreender a história real dos seres humanos em sociedade a partir das condições materiais nas quais eles vivem. Essa visão da história foi chamada de &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;materialismo histórico. &lt;/b&gt;Para Marx não existe o indivíduo formado fora das relações sociais, como o querem Hegel, Feuerbach, Schopenhauer, Kierkegaard e outros tantos. Para ele “A essência humana é o conjunto das relações sociais”, o que significa que a forma como os indivíduos se comportam, agem, sentem, e pensam vincula-se à forma como se dão as relações sociais. Essas relações sociais, por seu lado, são determinadas pela forma de produção da vida material, ou seja, pela maneira como os seres humanos trabalham e produzem os meios necessários para a sustentação material das sociedades.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:90.0pt;text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;A forma como os homens produzem esses meios depende em primeiro lugar da natureza, isto é, dos meios de existência já elaborados e que lhes é necessário reproduzir;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:Arial; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Ao falar da produção material da vida,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Marx não se refere apenas à produção das inúmeras coisas necessárias à manutenção físicas dos indivíduos, considera o fato de que, ao produzirem todas essas coisas, os seres humanos constroem a si mesmos como indivíduos. Isso ocorre porque, “o modo de produção da vida material condiciona o processo geral de vida social, política e espiritual”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn2" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Marx reconhece o &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;trabalho&lt;/b&gt; como atividade fundamental do ser humano e analisa os fatores que o tornaram uma atividade massacrante e alienada no capitalismo. Marx pretende expor a lógica do modo de produção capitalista, em que a força de trabalho é transformada em uma mercadoria com dupla face: de um lado, é uma mercadoria como outra qualquer, paga pelo salário; de outro, é a única mercadoria que produz valor, ou seja, que reproduz o capital.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Marx também entende o desenvolvimento histórico-social como decorrente das transformações ocorridas no modo de produção. Nessa análise, ele se vale dos princípios da &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;dialética,&lt;/b&gt; mas garante que seu “método dialético não só difere do hegeliano, mas é também sua antítese direta”&lt;a style="mso-footnote-id:ftn3" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Na concepção hegeliana,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;a dialética torna-se instrumento de legitimação da realidade existente. No pensamento de Marx, a dialética leva ao entendimento da possibilidade de negação dessa realidade “porque apreende cada forma existente no fluxo do movimento, portanto também com seu lado transitório”. Ou seja, a dialética em Marx permite compreender a história em seu movimento, em que cada etapa é vista não como algo estático e definitivo, mas como algo transitório, que pode ser transformado pela ação humana. De acordo com Marx, a história é feita pelos seres humanos, que interferem no processo histórico e podem, dessa forma, transformar a realidade social, sobretudo se alterarem seu modo de produção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote-list"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;   &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; A Ideologia Alemã – introdução &lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn2" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Para Crítica da Economia Política – prefácio&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn3"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn3" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Professor/Meus%20documentos/Giu/grupo%20de%20estudos/textos/Karl%20Marx.doc#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR; mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; O Capital&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;----------------------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align: right;"&gt;COTRIM, Gilberto &amp;amp; FERNANDES, Mirna. Fundamentos de Filosofia, São Paulo : Saraiva, 2010&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2432266600398397589?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2432266600398397589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2432266600398397589&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2432266600398397589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2432266600398397589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/05/karl-marx-1818-1883-o-materialismo.html' title='Karl Marx (1818-1883) - O Materialismo Dialético e Histórico'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-A4XkuRWEfGk/Td5hVjD8QnI/AAAAAAAAAfE/oPWOeoVYdKw/s72-c/karl_marx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2014675128435618915</id><published>2011-05-18T15:44:00.006-03:00</published><updated>2011-05-18T16:22:50.536-03:00</updated><title type='text'>Ludwing Feuerbach (1804-1872)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-rDFT9MWcaKA/TdQbAiY3Y-I/AAAAAAAAAe8/8mym0NkKqcs/s1600/200px-Feuerbach_Ludwig.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 260px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-rDFT9MWcaKA/TdQbAiY3Y-I/AAAAAAAAAe8/8mym0NkKqcs/s400/200px-Feuerbach_Ludwig.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608137132028158946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filósofo monotemático, Feuerbach interessou-se pela investigação de um único problema, justificando-se: "A primeira tendência que se fez luz em mim não foi gerada pela ciência, ou pela filosofia, mas pela religião. Acompanhando essa tendência eu fiz da religião o fim e a profissão de minha vida... O meu primeiro pensamento foi Deus, o segundo, a razão, e o último o homem".  Na verdade, estava interessado não tanto no problema da existência de Deus, mas no processo de formação da idéia de Deus no pensamento humano, e toda a sua filosofia pode ser resumida na seguinte máxima: &lt;b&gt;não é Deus quem cria o homem, mas o homem quem cria Deus.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascido em Landshut, na Baviera, Ludwing Feuerbach estudou teologia na Universidade de Heidelberg. Posteriormente, em Berlim, assistiu às aulas de Hegel, que o impressionou profundamente - &lt;i&gt;"aprendi em um mês com Hegel tudo o que não aprendi antes, em dois"&lt;/i&gt;, contou ele. A ruptura com o mestre, todavia, deu-se muito cedo e concretizou-se nos &lt;i&gt;Pensamentos sobre a Morte e a Imortalidade&lt;/i&gt;, ensaio que, pela tese anticristã desenvolvida, lhe custou a carreira universitária. A fama de ateu determinou a total marginalização do filosofo no ambiente acadêmico; somente em 1848, a convite da liga de estudantes revolucionários de Heildeberg, teve a oportunidade de ministrar um curso universitário, publicado três anos mais tarde (Lições sobre a Essência da Religião). Passou o resto da vida isolado e na miséria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obras: Pensamentos sobre a Morte e a Imortalidade (1830)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             Crítica da Filosofia Hegeliana (1839)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             A Essência do Cristianismo (1841)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             A Essência da Religião (1845)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;             Lições sobre a Essência da Religião (1851).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Todo homem, pensando em Deus, constrói-se a si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Os atributos de Deus são os instrumentos da inteligência humana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Deus foi criado à imagem e semelhança do homem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;extraído de: NICOLA Ubaldo, Antologia Ilustrada de Filosofia, São Paulo : Globo, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2014675128435618915?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2014675128435618915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2014675128435618915&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2014675128435618915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2014675128435618915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/05/ludwing-feuerbach-1804-1872.html' title='Ludwing Feuerbach (1804-1872)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-rDFT9MWcaKA/TdQbAiY3Y-I/AAAAAAAAAe8/8mym0NkKqcs/s72-c/200px-Feuerbach_Ludwig.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-785080656038585987</id><published>2011-05-09T12:19:00.003-03:00</published><updated>2011-05-09T12:33:40.460-03:00</updated><title type='text'>Arthur Schopenhauer</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-y3lNYBn4wEE/TcgIWrLUKUI/AAAAAAAAAes/GiZcZmxuXAE/s1600/schopenhauer1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-y3lNYBn4wEE/TcgIWrLUKUI/AAAAAAAAAes/GiZcZmxuXAE/s400/schopenhauer1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5604738921902909762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;O filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860) foi quem atacou com maior veemência o pensamento hegeliano. Apesar de sua grande cultura, só seria reconhecido nos últimos anos de sua vida. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Na obra &lt;b&gt;O Mundo como Vontade e Representação&lt;/b&gt;, sustenta que, como o conhecimento é uma relação na qual o objeto é percebido pelo sujeito, o ser humano não conhece as coisas como elas são, mas como podem ser percebidas e interpretadas. Nesse aspecto, faz um retorno a Kant e opõe-se à possibilidade do saber absoluto que Hegel preconizava.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Para Schopenhauer, porém, tudo o que o mundo inclui ou pode incluir é inevitavelmente dependente do sujeito, não existe senão para o sujeito. O mundo é representação. Isso quer dizer que, para ele, não existe uma realidade exterior absoluta e que, para existir o conhecimento do mundo, é preciso existir o sujeito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Dessa forma, Schopenhauer afasta-se da reflexão de Kant e iniciava a sua própria filosofia. A &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;representação do mundo&lt;/b&gt; seria para ele como uma “&lt;b&gt;ilusão&lt;/b&gt;”, pois o objeto conhecido é condicionado pelo sujeito. Mas, também diferentemente de Kant, admite ser possível alcançar a essência das coisas por meio do &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;insight intuitivo&lt;/b&gt;, uma espécie de iluminação. Nesse processo, a arte teria grande relevância, pois a atividade estética permitiria ao ser humano a compreensão da verdade. Pela arte, o sujeito se desprenderia de sua individualidade para fundir-se no objeto, em uma entrega pura e plena. Nesse ponto, Schopenhauer seria um &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;romântico&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Sua filosofia, de outro ângulo, caracteriza-se por uma &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;visão pessimista &lt;/b&gt;do indivíduo e da vida. Para ele, o ser humano seria essencialmente &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;vontade,&lt;/b&gt; o que o levaria a desejar sempre mais, resultando em uma insatisfação constante. Essa vontade, que se expressa nas ações humanas, seria parte de uma vontade que anima todas as coisas da natureza. E, se a essência do ser humano e do mundo é essa vontade insaciável, Schopenhauer identifica aí a origem das lutas entre os indivíduos, da dor e do sofrimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;A história é, para esse filósofo, a história de lutas, em que a infelicidade é a norma. Temos, portanto, a recusa da concepção racionalista de história elaborada por&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Hegel, segundo a qual ela possui um sentido e progride em direção a uma liberdade maior.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:45.0pt"&gt;Para Schopenhauer, apenas pela arte e ascese – ou seja, o abandono de si – pode o ser humano libertar-se da dor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-785080656038585987?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/785080656038585987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=785080656038585987&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/785080656038585987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/785080656038585987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/05/arthur-schopenhauer.html' title='Arthur Schopenhauer'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-y3lNYBn4wEE/TcgIWrLUKUI/AAAAAAAAAes/GiZcZmxuXAE/s72-c/schopenhauer1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-108556583258173741</id><published>2011-04-01T19:57:00.004-03:00</published><updated>2011-04-02T12:53:33.234-03:00</updated><title type='text'>Coisas a serem lembradas sobre o sistema de Hegel:</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wP_dDaNYHjQ/TZZbkuxtAWI/AAAAAAAAAec/GJet3n17B94/s1600/hegel.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 265px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-wP_dDaNYHjQ/TZZbkuxtAWI/AAAAAAAAAec/GJet3n17B94/s400/hegel.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590756674016969058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table class="MsoTableGrid" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" style="border-collapse:collapse;border:none;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;  mso-yfti-tbllook:480;mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;mso-border-insideh:  .5pt solid windowtext;mso-border-insidev:.5pt solid windowtext"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                           &lt;/span&gt;Coisas a serem   lembradas sobre o sistema de Hegel:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;* é um sistema em movimento;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:2"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;* A contradição (a dialética) é o motor;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:3"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;* O sistema é abrangente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:4"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;* A aparência das coisas (em repouso) é diferente de sua   realidade (em movimento);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:5"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;* a história toda é o exercício do Espírito através do   tempo. Isto é a marcha da razão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:6;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td width="599" valign="top" style="width:448.9pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;* Lógica = Metafísica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para Hegel, a mente constrói a realidade. Mas, em princípio, não sabe disso. Acha que a realidade está fora, independente dela. Assim, ela está alheia a si mesma. Então vê que a realidade é criação sua. Aí conhece a realidade tão claramente quanto se conhece. A realidade e ela são uma coisa só.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Hegel foi o mais importante filósofo do inicio do século XIX a construir sistemas amplos, abrangentes e complexos pretendendo revelar os segredos do homem, da natureza e do universo. O idealismo hegeliano dominou a Alemanha e grande parte do pensamento europeu nesta “era do sistema”. Estranhamente, Hegel e seus seguidores não associaram seus imponentes sistemas às complexas transformações científicas e sociais da época em que viveram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;OSBORNE, R. "Filosofia para Principiantes", Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-108556583258173741?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/108556583258173741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=108556583258173741&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/108556583258173741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/108556583258173741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/04/coisas-serem-lembradas-sobre-o-sistema.html' title='Coisas a serem lembradas sobre o sistema de Hegel:'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wP_dDaNYHjQ/TZZbkuxtAWI/AAAAAAAAAec/GJet3n17B94/s72-c/hegel.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3336199762852328001</id><published>2011-04-01T19:51:00.004-03:00</published><updated>2011-04-01T19:56:17.741-03:00</updated><title type='text'>A Dialética Hegeliana</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wZSxBrWjHlM/TZZXk6EY6RI/AAAAAAAAAeU/WSYCsUaFXoM/s1600/Hegel.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 319px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-wZSxBrWjHlM/TZZXk6EY6RI/AAAAAAAAAeU/WSYCsUaFXoM/s400/Hegel.png" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590752279001622802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Eis como funciona o sistema: &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Começamos com uma &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;tese&lt;/b&gt; (uma posição posta em discussão). Em oposição à tese, há uma afirmação contraditória ou &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;antítese. &lt;/b&gt;Da oposição&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;entre tese e antítese, nasce uma &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;síntese&lt;/b&gt; que abrange ambas. Mas como a verdade só se encontra na totalidade do sistema, essa primeira síntese ainda não é a verdade da questão, mas passa a ser uma nova tese, com uma antítese e uma síntese correspondentes. O processo continua &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;ad infinitum&lt;/i&gt; até chegarmos à idéia absoluta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Hegel afirma que este processo é a base de toda história, e da história do pensamento. Filósofos anteriores são parte do processo dialético em desenvolvimento que leva ao conhecimento e à lucidez, e ao clímax da filosofia que aparentemente é o próprio sistema hegeliano .&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;O sistema começa com “ser indeterminado puro” e termina com a Idéia Absoluta ou a própria Verdade. Essa Idéia Absoluta é como o “pensamento se pensando”, ou o Deus do filósofo de Aristóteles, o Motor Imóvel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Hegel diz que este processo de contradição e desenvolvimento é inerente à realidade histórica e ao pensamento, e que o exercício dessas contradições necessariamente conduz a estágios mais elevados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Isto deve lhe dar uma idéia de como funciona o sistema. Como as coisas se relacionam, se são inevitáveis ou fazem sentido – é outra história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Hegel disse que a natureza representava a idéia “fora de si”. Idéia lógica, natureza e &amp;amp; espírito, obviamente, têm uma ligação. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoTableGrid" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" width="379" style="width:284.4pt;border-collapse:collapse;border:none;  mso-border-alt:solid windowtext .5pt;mso-table-overlap:never;mso-yfti-tbllook:  480;mso-table-lspace:7.05pt;margin-left:4.8pt;mso-table-rspace:7.05pt;  margin-right:4.8pt;mso-table-anchor-vertical:paragraph;mso-table-anchor-horizontal:  margin;mso-table-left:center;mso-table-top:-3.65pt;mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-border-insideh:.5pt solid windowtext;mso-border-insidev:.5pt solid windowtext"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0;height:13.8pt"&gt;   &lt;td width="148" valign="top" style="width:110.65pt;border:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:13.8pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;          &lt;/span&gt;Tese&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="123" valign="top" style="width:92.55pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:13.8pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                  A&lt;/span&gt;ntítese&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                                           &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="108" valign="top" style="width:81.2pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:13.8pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;    &lt;/span&gt;Síntese&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1;height:42.25pt"&gt;   &lt;td width="148" valign="top" style="width:110.65pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:42.25pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;Idéia Lógica&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                               &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="123" valign="top" style="width:92.55pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:42.25pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;       &lt;/span&gt;Natureza&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="108" valign="top" style="width:81.2pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:42.25pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                                                 &lt;/span&gt;Espírito&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:2;mso-yfti-lastrow:yes;height:41.2pt"&gt;   &lt;td width="148" valign="top" style="width:110.65pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:41.2pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Realidade   subjacente&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="123" valign="top" style="width:92.55pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:41.2pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:7.05pt;   mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;mso-element-anchor-horizontal:   margin;mso-element-left:center;mso-element-top:-3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Aspecto exterior e não-racional&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;              &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;da   mesma realidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="108" valign="top" style="width:81.2pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;height:41.2pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-element:frame;mso-element-frame-hspace:   7.05pt;mso-element-wrap:around;mso-element-anchor-vertical:paragraph;   mso-element-anchor-horizontal:margin;mso-element-left:center;mso-element-top:   -3.65pt;mso-height-rule:exactly"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt"&gt;Unidade da   idéia e natureza&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                     &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;                                     &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hegel examina o que considera a esfera mais elevada – o trabalho do Espírito através da história. A dialética é assim:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoTableGrid" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" style="margin-left:32.4pt;border-collapse:collapse;border:none;mso-border-alt:  solid windowtext .5pt;mso-yfti-tbllook:480;mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-border-insideh:.5pt solid windowtext;mso-border-insidev:.5pt solid windowtext"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0"&gt;   &lt;td width="156" valign="top" style="width:117.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;             &lt;/span&gt;Tese&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="156" valign="top" style="width:117.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;           &lt;/span&gt;Antítese&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="180" valign="top" style="width:135.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;              &lt;/span&gt;Síntese&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td width="156" valign="top" style="width:117.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;    &lt;/span&gt;Espírito   subjetivo&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="156" valign="top" style="width:117.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;      &lt;/span&gt;Espírito   Objetivo&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="180" valign="top" style="width:135.0pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;       &lt;/span&gt;Espírito Absoluto&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Este espírito (ou sujeito, ou razão, ou mente), que é objetivo e Absoluto, governa o mundo. O Espírito Absoluto ou Idéia Absoluta desenvolve-se através dos tempos e revela-se de modo absoluto a Hegel. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoTableGrid" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" style="margin-left:32.4pt;border-collapse:collapse;border:none;mso-border-alt:  solid windowtext .5pt;mso-yfti-tbllook:480;mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-border-insideh:.5pt solid windowtext;mso-border-insidev:.5pt solid windowtext"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style="mso-yfti-irow:0"&gt;   &lt;td width="192" valign="top" style="width:144.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Espírito subjetivo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="164" valign="top" style="width:122.85pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;    &lt;/span&gt;Espírito objetivo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="160" valign="top" style="width:120.15pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-left:none;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:   solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;   &lt;/span&gt;Espírito absoluto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1;mso-yfti-lastrow:yes"&gt;   &lt;td width="192" valign="top" style="width:144.0pt;border:solid windowtext 1.0pt;   border-top:none;mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-alt:solid windowtext .5pt;   padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;Funcionamento interno da mente humana&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="164" valign="top" style="width:122.85pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;A mente em sua encarnação externa nas instituições sociais   &amp;amp; políticas&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="160" valign="top" style="width:120.15pt;border-top:none;border-left:   none;border-bottom:solid windowtext 1.0pt;border-right:solid windowtext 1.0pt;   mso-border-top-alt:solid windowtext .5pt;mso-border-left-alt:solid windowtext .5pt;   mso-border-alt:solid windowtext .5pt;padding:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;      &lt;/span&gt;Arte,   Religião,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;       &lt;/span&gt;Filosofia&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hegel da muitos exemplos para mostrar que o Absoluto é Espírito. De modo mais interessante, afirma que esse espírito se manifesta nos indivíduos, nas instituições sociais como a família &amp;amp; o estado, e na arte, na religião e na filosofia de uma época.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta idéia do Espírito Objetivo como a encarnação externa da mente foi adotada por outros filósofos. O conceito de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;zeitgeist&lt;/b&gt; (literalmente, Espírito do Tempo) – as inter-relações entre indivíduos, sociedade, arte, religião de uma determinada éoca – é fundamental na história moderna. A importância de se entender o todo, o sistema como um todo, ajudou nitidamente a dar forma ao marxismo e a muita coisa depois.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hegel via então a história como “a marcha da razão no mundo” e as instituições humanas como o produto do devir dialético.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3336199762852328001?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3336199762852328001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3336199762852328001&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3336199762852328001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3336199762852328001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/04/dialetica-hegeliana.html' title='A Dialética Hegeliana'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wZSxBrWjHlM/TZZXk6EY6RI/AAAAAAAAAeU/WSYCsUaFXoM/s72-c/Hegel.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4036157440778299378</id><published>2011-04-01T18:51:00.003-03:00</published><updated>2011-04-06T14:16:25.673-03:00</updated><title type='text'>Hegel e o Espírito Absoluto</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-C6prFIYXevw/TZZJcsaOHjI/AAAAAAAAAeM/oi_Yaieo53o/s1600/hegel.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-C6prFIYXevw/TZZJcsaOHjI/AAAAAAAAAeM/oi_Yaieo53o/s400/hegel.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590736744733351474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Hegel&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;foi o maior dos idealistas alemães, certamente o mais difícil de entender e possivelmente o mais escandaloso em suas pretensões de ter entendido toda a história da filosofia. Foi professor universitário e catedrático de filosofia durante quase toda a vida e, como Kant, quase mais nada fez.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;No inicio, Hegel era um tanto místico, e alguns críticos sugerem que ele jamais superou esta característica. De seus muitos escritos os mais importantes são: A Fenomenologia do Espírito, A Ciência da Lógica e A Filosofia do Direito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Os dois primeiros talvez possam ser considerados os mais obscuros de toda a filosofia, e foram, portanto, os que mais produziram interpretações.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Hegel pode ser descrito como um monista, alguém que crê na totalidade única, o ESPÍRITO ABSOLUTO.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Hegel começou rejeitando a coisa em si de Kant e o mundo noumênico. Hegel afirmava que a tese de Kant de que algo que existia (a coisa em si) era incognoscível, era uma contradição flagrante, que violava as próprias leis de Kant sobre os limites do conhecimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Os idealistas e Hegel manifestaram a visão oposta de que tudo o que é, é cognoscível. Na famosa máxima de Hegel:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;“O REAL É RACIONAL E O RACIONAL É REAL.”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Fundamental no pensamento de Hegel é a noção de que tudo está interligado. Enquanto a maioria dos filósofos a partir de Aristóteles defendia que a realidade tinha de ser separada em pares distintas – quer como fatos, objetos ou mônadas – Hegel dizia que nada era desconexo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Para Hegel, a realidade última era a idéia absoluta – “a verdade é o todo”. Ele equiparava Verdade a Sistema. A peça individual só tem significado quando vista como parte do quebra-cabeça.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4036157440778299378?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4036157440778299378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4036157440778299378&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4036157440778299378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4036157440778299378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/04/hegel-e-o-espirito-absoluto.html' title='Hegel e o Espírito Absoluto'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-C6prFIYXevw/TZZJcsaOHjI/AAAAAAAAAeM/oi_Yaieo53o/s72-c/hegel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1758542364212707027</id><published>2011-01-29T15:44:00.018-02:00</published><updated>2011-01-29T18:59:04.335-02:00</updated><title type='text'>Além do Bem e do Mal - 11 (Nietzsche)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TUR_drBP3nI/AAAAAAAAAd4/rKu8LLtr4R8/s1600/ig180_03_023.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TUR_drBP3nI/AAAAAAAAAd4/rKu8LLtr4R8/s400/ig180_03_023.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567715187077668466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Parece-me que hoje todos se esforçam para minimizar a influência real que Kant exerceu na filosofia alemã e sobretudo insinuar prudentemente o valor que ele próprio se atribuía.  Kant se orgulhava, antes de tudo, de sua tabela de categorias. Com essa tabela na mão dizia: "Isso é a coisa mais difícil que já pôde ser realizada em prol da metafísica". Compreenda-se bem esse "pôde ser"! Ele se sentia orgulhoso por ter &lt;i&gt;descoberto&lt;/i&gt; no homem uma nova faculdade, a faculdade do juízo sintético &lt;i&gt;a priori. &lt;/i&gt;Bem que cometeu um erro nesse ponto, pois o desenvolvimento e o rápido florescimento da filosofia alemã não deixam de ter menos participação nesse orgulho e no zelo que incitou a todos os jovens pensadores a descobrir, se possível, alguma coisa que os orgulhasse mais ainda - a descobrir, em todo caso, "novas faculdades". Mas reflitamos um pouco, posto que ainda temos tempo! De que modo são possíveis os juízos sintéticos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;? se perguntava Kant. E que respondia? &lt;i&gt;Por meio de uma faculdade. &lt;/i&gt;mas infelizmente não com essas poucas palavras, e sim de modo tão cerimonioso, tão venerável, com tal esbanjamento de profundidade e filigranas alemãs, a ponto de esquecer a alegre &lt;i&gt;tolice alemã &lt;/i&gt;que se oculta no fundo de semelhante resposta. Melhor ainda, todos se sentiram tomados de alegria diante dessa descoberta de uma nova faculdade e o entusiasmo chegou ao cúmulo quando Kant acrescentou uma nova descoberta, uma faculdade moral no homem - pois naquele tempo os alemães ainda eram morais e ignoravam o realismo político. Essa foi a lua-de-mel da filosofia alemã. Todos os jovens teólogos do seminário de Tübingen se dedicaram a pesquisar para descobrir novas "faculdades". E o que foi que não se descobriu, durante esse período ainda tão juvenil da filosofia alemã, esse período inocente e rico, em que o romantismo, gênio maldoso, tocava e entoava sortilégios, quando não se sabia ainda distinguir entre "descobrir" e "inventar"! Descobriram principalmente uma faculdade para as coisa "supra-sensíveis". Schelling a denominou intuição intelectual, satisfazendo assim aos mais fervorosos desejos dos alemães, repletos de aspirações piedosas. A pior injustiça que se pode cometer contra esse impetuoso e entusiasta movimento que era só juventude, embora se disfarçasse audaciosamente com um manto de idéias cinzentas e senis, seria tê-lo levado a sério, tratá-lo realmente com indignação moral. Em resumo, tornaram-se mais velhos - e o sonho se desvaneceu. Chegou o momento em que passaram a esfregar os olhos. Antes de todos e em primeiro lugar, o velho Kant. "Por meio de uma faculdade", havia dito, mas queria dizer pelo menos. Mas isso é uma resposta? Uma explicação? Ou melhor, não é a simples repetição da pergunta? Por que o ópio faz dormir? "Por meio de uma faculdade", pela &lt;i&gt;virtus dormitiva &lt;/i&gt;- respondia o médico de Molière:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Quia est in eo virtus dormitiva&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;cujus est natura sensus assoupire"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[porque há nele uma faculdade dormitiva,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;cuja natureza é entorpecer os sentidos]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas semelhantes respostas são convenientes para a comédia e finalmente chegou o tempo de substituir a pergunta de Kant: "Como são possíveis juízos sintéticos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;?", por uma outra pergunta: "Por que é necessária a crença em tais juízos?" - isto é, de compreender que, para o fim da conservação de seres como nós, é preciso &lt;i&gt;acreditar&lt;/i&gt; que tais juízos são verdadeiros; com o que, naturalmente, eles também poderiam ser falsos! Ou, dito de maneira clara e crua: juízos sintéticos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; não deveriam absolutamente "ser possíveis": não temos direitos a eles, em nossa boca são somente juízos falsos. Mas é claro que temos que crer em sua verdade, uma crença de fachada e evidência que pertence à ótica-de-perspectivas da vida. - Por fim, considerando ainda a enorme influência que a "filosofia alemã" - espero que se entenda o seu direito às aspas - tem exercido na Europa, não se duvide que uma certa &lt;i&gt;virtus dormitiva&lt;/i&gt; teve participação nisso: nobres ociosos, virtuosos, místicos, artistas, cristãos três-quartos e obscurantistas políticos de todas as nações estavam encantados possuir, graças à filosofia alemã, um antídoto para o sensualismo ainda predominante que do século anterior transbordou para este; em suma - "sensus assoupire"...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1758542364212707027?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1758542364212707027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1758542364212707027&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1758542364212707027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1758542364212707027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/01/alem-do-bem-e-do-mal-11-nietzsche.html' title='Além do Bem e do Mal - 11 (Nietzsche)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TUR_drBP3nI/AAAAAAAAAd4/rKu8LLtr4R8/s72-c/ig180_03_023.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8964421922249466982</id><published>2011-01-07T02:44:00.003-02:00</published><updated>2011-01-07T02:47:20.722-02:00</updated><title type='text'>Immanuel Kant</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TSaawXksxoI/AAAAAAAAAdQ/YhCXzLnAis8/s1600/kant.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 272px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TSaawXksxoI/AAAAAAAAAdQ/YhCXzLnAis8/s400/kant.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559300945787799170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Kant nasceu, estudou, lecionou e morreu em Koenigsberg. Sua vida foi austera e regular como um relógio. Sofreu influências do pietismo, protestantismo luterano de tendência mística e pessimista e do Racionalismo de Leibniz. Mas, foi D. Hume que o fez acordar do seu sono dogmático. Em 1781 publica a Crítica da Razão Pura, sua obra maior, onde distingue o conhecimento sensível (que abrange as intuições sensíveis) e o conhecimento inteligível (que trata das idéias metafísicas). Neste livro explica essencialmente porque as metafísicas são voltadas ao fracasso e porque a razão humana é impotente para conhecer o fundo das coisas. Neste livro Kant tenta responder três questões fundamentais da filosofia: Que podemos saber? Que devemos fazer? Que nos é lícito esperar?&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Kant tentou nos mostrar que, embora não possamos confiar em nossos sentidos para receber diretamente informações sobre a realidade, eles nos informam como a realidade aparece para nós. E a aparência da realidade não é apenas obra de hipóteses, como Hume afirmou, ela aponta além da experiência para a unidade transcendente entre a aparência do mundo e o que ele realmente é. Kant distinguiu entre o que o mundo realmente é e sua aparência. A aparência das coisas ele chamou de fenômeno. O mundo real ele denominou noúmeno ou a coisa-em-si. Afirmou que, embora não possamos conhecer o noúmeno diretamente, podemos apreendê-lo baseados na maneira como percebemos o mundo como fenômeno. Ou seja, Kant diz que jamais podemos experimentar a coisa-em-si diretamente. Tudo o que podemos conhecer diretamente são os fenômenos, que é aquilo que se apresenta ao nosso entendimento. Kant denominou “Categorias do Entendimento” os conceitos que organizam a realidade permitindo-nos compreender a experiência. Esses conceitos são: espaço, tempo, substancia e causalidade. Kant denominou esses conceitos de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;a priori. &lt;/i&gt;Conceitos &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;a priori&lt;/i&gt;, vêm antes da experiência; eles tornam a experiência possível. Ou seja, não são conceitos que as pessoas formularam; eles existiam antes de nossa existência, antes de sequer pensarmos neles. Mas eles são necessários para que possamos compreender as coisas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Com a Crítica da Razão Pura, Kant pretende um estudo sobre os limites do conhecimento. Seu método é a crítica, isto é, a analise reflexiva, onde a razão critica a si mesma, o que consiste em remontar às condições que tornam o conhecimento legítimo. Kant fez uma analogia entre sua abordagem da relação entre experiência e entendimento e a explicação de Copérnico sobre a relação entre a Terra e o Sol. Assim invertendo a atitude empírica em relação ao conhecimento, Kant, em vez de dizer que o conhecimento deve se conformar aos objetos, ele disse que os objetos devem se conformar ao conhecimento. Ou seja, os objetos são organizados pela mente; e como a mente organiza a realidade, permite-nos compreender a experiência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Partindo da distinção de Hume entre idéias sobre o que existe e idéias sobre o que deveria ser, Kant propõe a visão&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de que existem categorias objetivas do pensamento moral. Ele se referiu ao pensamento moral como Razão Prática, o raciocínio sobre como deveríamos agir. Ele opôs a “razão prática” à “razão pura”, o raciocínio sobre o que existe. Em seu estudo da razão prática, Kant sustentou que podemos ter idéias universalmente válidas sobre o que deveríamos fazer, denominadas “imperativos”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27.0pt"&gt;Kant descreveu o “imperativo categórico”, que possibilita o julgamento prático, assim como as categorias de substância, qualidade, etc. possibilitam o entendimento. O imperativo categórico, disse ele, é um “conceito &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;a priori&lt;/i&gt;”. Podemos ver que é verdadeiro antes da experiência. Kant descreveu o imperativo categórico como uma lei moral universal. O imperativo categórico é uma lei moral que é válida para todo mundo e forma a base de nossa razão prática, ou entendimento moral. Não apenas se refere a como devemos agir, mas permite que nos comportemos como seres morais. Podemos dizer que nossas ações estão de acordo com essa lei se forem corretas e morais pra todos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8964421922249466982?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8964421922249466982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8964421922249466982&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8964421922249466982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8964421922249466982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2011/01/immanuel-kant.html' title='Immanuel Kant'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TSaawXksxoI/AAAAAAAAAdQ/YhCXzLnAis8/s72-c/kant.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4057452489154965372</id><published>2010-10-29T22:04:00.003-02:00</published><updated>2010-10-29T22:15:38.658-02:00</updated><title type='text'>David Hume (1711-1776) e o Entendimento Humano</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TMtjad1ZrFI/AAAAAAAAAcs/zCwhaJJ-0rg/s1600/Hume.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533625873491143762" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TMtjad1ZrFI/AAAAAAAAAcs/zCwhaJJ-0rg/s400/Hume.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nascido a 7 de maio de 1711 na Escócia, David Hume foi um filósofo empirista quanto ao problema da origem do conhecimento, cético em relação à metafísica e utilitário altruísta em assuntos morais e políticos. Concebeu a filosofia como ciência indutiva da natureza humana e chegou à conclusão de que o homem é muito mais prático e sensitivo do que racional. Ele queria desenvolver uma ciência da mente e da natureza humana tão coerente e confiável como a física praticada por Newton e seus contemporâneos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Baseado em analogias observadas entre os processos físicos e mentais, ele propõe uma nova visão de como as impressões sensoriais se reúnem para formar idéias.&lt;br /&gt;As impressões sensoriais, afirma Hume, reúnem-se em nossas mentes se forem semelhantes umas às outras ou se as experimentarmos conjuntamente. Em outras palavras, elas se reúnem em nossas mentes por associações. Esse associacionismo de Hume baseia-se em uma visão empírica do entendimento, mas ao mesmo tempo nos afasta co conhecimento empírico: Aquilo que conhecemos é formado com base em semelhanças e coincidências, e essas relações não são tão confiáveis quanto às leis científicas formuladas por Newton.&lt;br /&gt;Parte do problema, disse Hume, deve-se à diferença entre fatos e razão. Fatos são apenas fatos. Você não pode usá-los para dizer algo seguro sobre outros fatos. Além disso, eles não são logicamente necessários. Não temos como saber se o que existe tem de existir ou se algo diferente poderia ter existido com a mesma facilidade.&lt;br /&gt;Por outro lado, existem conexões lógicas que podemos estabelecer entre idéias. Mesmo assim, essas conexões informam apenas sobre as relações, não sobre os fatos. Isso significa que fatos e relações lógicas estão separados como as pontas de uma forquilha. Podemos associá-los em nossas mentes, mas são coisas diferentes. Fatos acidentais e relações lógicas não podem se unir para informar ao certo o que é a realidade. Tudoo que podemos fazer é levantar hipóteses.&lt;br /&gt;Hume afirmou que tendemos a acreditar que as coisas têm causas, mas não é possível saber quais coisas em particular causam outras. Porque formamos crenças sobre causas baseadas em associações que fizemos. Essas associações não nos informam como as coisas realmente acontecem. Pelo contrário, elas refletem a maneira como nossos instintos naturais, hábitos e convenções sociais formaram nossa crença sobre o mundo.&lt;br /&gt;Hume afirmou que a experiência, embora seja a nossa única fonte de conhecimento, não pode nos informar muita coisa sobre a realidade. Assim, a maioria das crenças baseia-se no hábito, na convenção e na natureza humana. De forma semelhante, as ações das pessoas em si não são boas ou más, mas produzem juízos de valor dentro de nós. Todas as ações são apenas fatos, e esse fato faz as pessoas julgarem o fato como bom ou mal. Essa tendência a julgar faz parte da natureza humana. Está dentro de nós e não no evento ao qual reagimos. Assim, nossas ações, e em grande parte, nossas crenças são determinadas mais pelo desejo que pela razão.&lt;br /&gt;Nas palavras de Hume: “A beleza das coisas existe nas mentes que as contemplam.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;David Hume morre em 25 de agosto de 1776.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4057452489154965372?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4057452489154965372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4057452489154965372&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4057452489154965372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4057452489154965372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/10/david-hume-1711-1776-e-o-entendimento.html' title='David Hume (1711-1776) e o Entendimento Humano'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TMtjad1ZrFI/AAAAAAAAAcs/zCwhaJJ-0rg/s72-c/Hume.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3652971683858184674</id><published>2010-09-30T11:38:00.003-03:00</published><updated>2010-09-30T11:45:24.173-03:00</updated><title type='text'>A Filosofia Moderna II - Sobre o Sr. Locke</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TKSiKW5-I3I/AAAAAAAAAcE/XJ4XgAKSbhU/s1600/j_locke.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522717341894189938" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TKSiKW5-I3I/AAAAAAAAAcE/XJ4XgAKSbhU/s400/j_locke.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez nunca tenha existido um espírito mais sensato, mais metódico, um lógico mais exato que o senhor Locke. Antes dele, grandes filósofos haviam decidido positivamente o que é a alma do homem, mas como nada sabiam sobre ela, era muito justo que todos eles tivessem opiniões diferentes. (...) Locke desenvolveu a razão humana para o homem, como um excelente anatomista explica as molas do corpo humano. Apóia-se em tudo na tocha da física; algumas vezes ousa falar afirmativamente, mas também ousa duvidar; em vez de definir de repente aquilo que não conhecemos, examina por graus aquilo que queremos conhecer. Toma uma criança no momento de seu nascimento, segue passo a passo os progressos de seu entendimento, vê o que tem em comum com os animais e o que possui acima deles, consulta particularmente seu próprio testemunho, a consciência de seu pensamento.&lt;br /&gt;(...) Nosso Descartes, nascido para descobrir os erros da Antiguidade, mas para substituí-los pelos seus próprios e impelido por esse espírito sistemático que cega os maiores homens, imaginou ter demonstrado que a alma era a mesma coisa que o pensamento, como a matéria, segundo ele, é a mesma coisa que a extensão. Assegurou que se pensa sempre e que a alma vem ao corpo já provida de todas as noções metafísicas, conhecendo Deus, o espaço, o infinito, tendo todas as idéias abstratas, repleta enfim de belos conhecimentos que infelizmente esquece ao sair do ventre de sua mãe. (...) Locke diz: “deixo discutir aqueles que sabem mais do que eu se nossa alma existe antes ou depois da organização de nosso corpo; mas confesso que, na partilha, coube-me uma dessas almas grosseiras que não pensam sempre e tenho até mesmo a infelicidade de não conceber que seja mais necessário à alma pensar sempre do que ao corpo estar sempre em movimento.”&lt;br /&gt;Locke, após ter arruinado as idéias inatas, após ter renunciado à vaidade de crer que se pensa sempre, estabelece que todas as nossas idéias nos vêm pelos sentidos, examina nossas idéias simples e as compostas, segue o espírito do homem em todas as suas operações,mostra como as línguas faladas são imperfeitas e como abusamos dos termos a todo momento.&lt;br /&gt;Finalmente passa a considerar a extensão, ou melhor, o nada dos conhecimentos humanos. É nesse capítulo que ousa proferir modestamente as seguintes palavras: “Talvez nunca sejamos capazes de conhecer se um ser puramente material pensa ou não”(...) “Confessem pelo menos que vocês são tão ignorantes como eu, que sua imaginação nem a minha podem conceber como um corpo tem idéias; e vocês não compreendem melhor como uma substância, seja qual for, tem idéias? Não concebem a matéria nem o espírito; como ousam assegurar alguma coisa?” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;VOLTAIRE, &lt;strong&gt;Cartas Filosóficas&lt;/strong&gt;, 13a carta - sobre o Sr. Locke.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3652971683858184674?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3652971683858184674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3652971683858184674&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3652971683858184674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3652971683858184674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/09/filosofia-moderna-ii-sobre-o-sr-locke.html' title='A Filosofia Moderna II - Sobre o Sr. Locke'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TKSiKW5-I3I/AAAAAAAAAcE/XJ4XgAKSbhU/s72-c/j_locke.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-317453103526567901</id><published>2010-09-22T23:20:00.004-03:00</published><updated>2010-09-22T23:24:37.201-03:00</updated><title type='text'>[repostagem] Eu - Deus - O mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJq51FUaujI/AAAAAAAAAb8/2XraGPxHN68/s1600/descartes.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 267px; FLOAT: left; HEIGHT: 265px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519928614907984434" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJq51FUaujI/AAAAAAAAAb8/2XraGPxHN68/s400/descartes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Descartes se propõe a encontrar uma certeza básica, imune às dúvidas e que possa servir de base e fundamento, de ponto de partida para o processo de conhecimento, pois a racionalidade pertence à natureza humana, portanto, o homem trás dentro de si a possibilidade do conhecimento. Resta apenas encontrar um fundamento seguro para a construção do “edifício do conhecimento”.Assim assume inicialmente o ceticismo, levando-o a suas últimas conseqüências para refutá-lo. Aconselha a esvaziarmo-nos de todos os nossos conhecimentos e crenças, já que entre eles existem alguns que não são confiáveis e como não sabemos quais, examinemos todos. Nega todo conhecimento que nos chegam pelos sentidos, pois estes sempre nos enganam. Ao colocar tudo em dúvida, a única coisa que não é possível de duvidar é que se eu duvido, eu penso; o pensamento é imune à dúvida e, portanto, se eu penso, eu existo, essa é a primeira certeza da qual não podemos duvidar - a existência do pensamento. “Penso, logo existo”.Descartes acredita na existência de idéias inatas, ou seja, idéias que já nascemos com elas e que permitem um conhecimento seguro das coisas. A segunda verdade evidente para Descartes é a existência de Deus, que garante a veracidade do mundo e tudo o que nele existe, sendo a existência do mundo a terceira verdade incontestável. Deus é uma verdade incontestável porque possuimos a idéia de infinito e perfeição mesmo sendo imperfeitos e finitos, sendo assim, somente Deus que é infinito e perfeito pode ter colocado essas idéias em nós. Assegurada a existência de Deus, um Deus perfeito e infinito não iria nos enganar sobre sua criação e somente assim podemos crer na existência do mundo e tudo o que nele existe. Da existência do sujeito pensante podemos deduzir Deus como uma verdade inabalável e de Deus podemos reconhecer a veracidade de todo o mundo por que este mundo é Sua obra.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-317453103526567901?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/317453103526567901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=317453103526567901&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/317453103526567901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/317453103526567901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/09/repostagem-eu-deus-o-mundo.html' title='[repostagem] Eu - Deus - O mundo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJq51FUaujI/AAAAAAAAAb8/2XraGPxHN68/s72-c/descartes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1086014551325407949</id><published>2010-09-22T23:12:00.003-03:00</published><updated>2010-09-22T23:18:13.715-03:00</updated><title type='text'>[repostagem] Francis Bacon (1561-1626)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJq4LRsU54I/AAAAAAAAAbs/ErOZOWI1t7s/s1600/Francis_Bacon%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 285px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519926797163358082" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJq4LRsU54I/AAAAAAAAAbs/ErOZOWI1t7s/s400/Francis_Bacon%5B1%5D.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Considerado juntamente com Descartes, um dos iniciadores do pensamento moderno teve uma grande influência defendendo uma concepção de método científico que valoriza a experiência e a experimentação. A preocupação fundamental de Bacon é com a formulação de um método que evite o erro e coloque o homem no caminho do conhecimento correto.Suas grandes contribuições à filosofia foram, sua concepção de pensamento crítico, transformando a tarefa da filosofia em libertar o homem dos preconceitos, ilusões e superstições que bloqueiam a mente humana e impedem o verdadeiro conhecimento; e a defesa de um método indutivo no conhecimento científico e de um modelo de ciência antiespeculativo e integrado com a técnica. Este novo método, baseado nas observações, permite o conhecimento do funcionamento da natureza e, observando a regularidade entre os fenômenos e estabelecendo relações entre eles, permite formular leis científicas que são generalizações indutivas. Desse modo a ciência pode progredir, e o conhecimento crescer de forma controlada e segura.“Saber é Poder”, diz Bacon, ao conhecer as leis que explicam o funcionamento da natureza, podemos fazer previsões e tentar controlá-los de modo que nos seja proveitoso. Os instrumentos técnicos, por sua vez, são extensões de nossos membros e faculdades que permitem o desenvolvimento da ciência aplicada e nos ajudam a superar nossas limitações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1086014551325407949?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1086014551325407949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1086014551325407949&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1086014551325407949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1086014551325407949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/09/repostagem-francis-bacon-1561-1626.html' title='[repostagem] Francis Bacon (1561-1626)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJq4LRsU54I/AAAAAAAAAbs/ErOZOWI1t7s/s72-c/Francis_Bacon%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3165582305582547152</id><published>2010-09-15T20:36:00.006-03:00</published><updated>2010-09-18T22:35:05.059-03:00</updated><title type='text'>A Filosofia Moderna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJFZW2eRcQI/AAAAAAAAAbk/rJcj9Hu-BnY/s1600/Embate+licke-descartes.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 469px; DISPLAY: block; HEIGHT: 192px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517289267620049154" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJFZW2eRcQI/AAAAAAAAAbk/rJcj9Hu-BnY/s400/Embate+licke-descartes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; O pensamento moderno talvez seja mais fácil de ser compreendido por nós, pelo fato de estarmos mais próximo dele do que do antigo e medieval, e por sermos ainda hoje, de certo modo herdeiros dessa tradição. Entendemos como conceito de modernidade uma ruptura com a tradição, uma oposição entre o antigo e o novo, uma valorização do novo, ideal de progresso, ênfase na individualidade e rejeição da autoridade institucional.&lt;br /&gt;As grandes transformações no mundo europeu dos séculos XV e XVI como a descoberta do Novo Mundo, o surgimento de importantes núcleos urbanos em algumas regiões, principalmente na Itália, o desenvolvimento da atividade econômica, sobretudo mercantil e industrial, a valorização do homem como indivíduo, de sua livre iniciativa e de sua criatividade a noção de um espaço infinito e a visão da natureza possuindo uma “linguagem matemática” e a mudança do modelo geocêntrico para o heliocêntrico, a valorização da interpretação da mensagem divina nas escrituras pelo indivíduo e a oposição entre o antigo e o moderno, suscita a problemática cética do conflito das teorias e da ausência de critério conclusivo para a decisão sobre a validade destas teorias. Grandes foram os esforços dos filósofos modernos para resolver estes problemas. Podemos destacar nesse período, Francis Bacon que juntamente com René Descartes é considerado um dos iniciadores do pensamento moderno, por sua defesa do método experimental contra a ciência teórica e especulativa clássica, bem como por sua concepção de um pensamento crítico e do progresso da ciência e da técnica.&lt;br /&gt;“A mais singular e a melhor de suas obras é aquela que hoje em dia é menos lida e a mais inútil: entendo falar de seu &lt;em&gt;Novum Scientiarum Organum&lt;/em&gt; [1]. É o andaime com o qual se construiu a nova filosofia; e quando esse edifício foi levantado pelo menos em parte, o andaime passou a não servir para mais nada”. [2]&lt;br /&gt;“O chanceler Bacon não conhecia ainda a natureza, mas conhecia e indicava todos os caminhos que levavam a ela. (...) É o pai da filosofia experimental; de todas as experiências físicas que foram feitas depois dele, não há quase nenhuma que não tenha sido indicada em seu livro. Ele próprio havia feito várias. Esse precursor da filosofia foi também um escritor elegante, um historiador, um belo intelecto. Em pouco tempo sua física experimental começou a ser cultivada simultaneamente em quase todas as partes da Europa. Era um tesouro escondido de cuja existência Bacon desconfiava e que todos os filósofos, encorajados por sua promessa, se esforçaram para desenterrar.”[3]&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;[1] Novo Organon das Ciências.&lt;br /&gt;[2] VOLTAIRE, &lt;strong&gt;Cartas Filosóficas&lt;/strong&gt;, Sobre o Chanceler Bacon.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;[3] Idem. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3165582305582547152?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3165582305582547152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3165582305582547152&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3165582305582547152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3165582305582547152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/09/filosofia-moderna.html' title='A Filosofia Moderna'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TJFZW2eRcQI/AAAAAAAAAbk/rJcj9Hu-BnY/s72-c/Embate+licke-descartes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5725025985261286316</id><published>2010-08-19T17:49:00.003-03:00</published><updated>2010-08-19T18:03:30.921-03:00</updated><title type='text'>Os Grandes Descobrimentos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TG2Zk9F2ekI/AAAAAAAAAbU/nhaFYq1W4ss/s1600/caravelacabralg.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507226779497429570" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TG2Zk9F2ekI/AAAAAAAAAbU/nhaFYq1W4ss/s400/caravelacabralg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por último, mas não menos importante, falaremos dos grandes descobrimentos nos séculos XIV e XV para fechar essa idéia de Renascimento. Para levar a cabo tão ousado empreendimento, os europeus tiveram que mudar suas idéias de como era o mundo – redondo, ao invés de plano e terminando em enormes e inexplorados abismos cheios de monstros – e com o Sol no centro do universo (Heliocentrismo) e não mais a Terra (Geocentrismo). Para isso o desenvolvimento de uma nova ciência foi fundamental.&lt;br /&gt;As mudanças econômicas também aconteceram uma vez que, descoberta a América, grande quantidade de ouro, prata e pedras preciosas chegavam à Europa nos navios vindos do Novo Mundo. Mas a maior mudança foi na concepção do homem, uma vez que aqueles povos do outro lado do Atlântico eram tão diferentes do homem europeu.&lt;br /&gt;Assim fala Montaigne (1533-1592) filósofo francês do período sobre esses povos:&lt;br /&gt;“Essa descoberta de um imenso país parece de grande alcance e presta-se a grandes reflexões (...) não vejo nada de bárbaro ou selvagem no que dizem daqueles povos; e, na verdade, cada qual considera bárbaro o que não se pratica em sua terra (...) Esses povos não me parecem, pois, merecer o qualificativo de selvagens somente por não terem sido senão muito pouco modificados pela ingerência do espírito humano e não haverem quase nada perdido de sua simplicidade primitiva. (...) Ninguém concebeu jamais uma simplicidade natural elevada a um tal grau, nem ninguém jamais acreditou pudesse a sociedade subsistir com tão poucos artifícios. É um país onde não há comércio de qualquer natureza, nem literatura, nem matemáticas; onde não se conhece sequer de nome um magistrado, onde não existe hierarquia política, nem domesticidade, nem ricos, nem pobres. Contratos, sucessão e partilhas aí são desconhecidos; em matéria de trabalho só sabem da ociosidade; o respeito aos parentes é o mesmo que dedicam a todos; (...) tratam-se mutuamente por irmãos quando são da mesma idade, e aos mais jovens chamam filhos e pais aos velhos, indistintamente. Quando morrem estes, passam seus bens aos herdeiros naturais; as heranças não são divididas, conservando todos os participantes a posse do todo. O vestuário, a agricultura e o trabalho dos metais, ignoram”.&lt;br /&gt;Montaigne ainda continua: “A região em que habitam esses povos é de resto muito agradável. O clima é temperado a ponto de, segundo minhas testemunhas, raramente se encontrar um enfermo. Afirmaram mesmo nunca terem visto algum epilético, remeloso, desdentado ou curvado pela idade. (...) Têm peixes e carne em abundância, e de excelente qualidade, contentando-se com os grelhar para os comer. O primeiro indivíduo que viram à cavalo inspirou-lhes tal pavor que embora já houvessem estado com ele de outras feitas, o mataram a flechadas e só então o reconheceram. Suas residências constituem-se de barracões com capacidade para duzentas ou trezentas pessoas, e são edificadas com troncos e galhos de grandes árvores enfiadas no solo e se apoiando uns nos outros na cumeada, à semelhança de certos celeiros nossos cujos tetos descem até o chão fechando os lados. Possuem madeiras tão duras que com ela fabricam espadas e espetos para grelhar os alimentos. Seus leitos, formados de cordinhas de algodão, suspendem-se ao teto. Cada qual tem o seu, dormindo as mulheres separadas dos maridos. Levantam-se com o sol e logo merendam, não fazendo outra refeição durante o resto do dia. (...) Em lugar de pão, comem uma substância branca parecida com o coentro cozido. Experimentei, é doce e algo insosso. Passam o dia a dançar; os jovens vão à caça de grandes animais contra os quais usam o arco unicamente. Enquanto isso, uma parte das mulheres diverte-se com preparar a bebida, o que constitui sua principal ocupação.&lt;br /&gt;Todas as manhãs, antes que iniciem a refeição, um ancião percorre o barracão, que tem uns cem passos de comprimento, e prega aos ocupantes sem cessar as mesmas coisas: valentia diante do inimigo e amizade a suas mulheres. Acreditam na imortalidade da alma. As que mereceram aprovação dos deuses alojam-se no céu do lado do nascente, as amaldiçoadas do lado do poente. Sua moral resume-se em dois pontos: valentia na guerra e afeição por suas mulheres. (...) Os homens têm várias mulheres, em tanto maior número quanto mais famosos e valentes.&lt;br /&gt;Esses povos guerreiam os que se encontram além das montanhas. Fazem-no inteiramente nus, tendo por armas apenas seus arcos e espadas de madeira, pontiagudas como as nossas lanças, e ignoram a fuga e o medo. Como troféu traz cada qual a cabeça do inimigo trucidado, a qual penduram à entrada de suas residências. Se entrarem em guerra e saírem vitoriosos, o benefício de sua vitória consiste em unicamente na glória que auferem dela e na vantagem de se terem mostrado superiores em valentia e coragem. Aos prisioneiros não se exige senão que se confessem vencidos. Mas não se encontra um só que não prefira a morte a confessar-se vencido. Nenhum que não prefira ser morto e comido a pedir mercê. Por certo em relação a nós são realmente selvagens, pois entre suas maneiras e as nossas há tão grande diferença que ou eles são os selvagens ou nós o somos.”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7042290839685523530#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Podemos ver por este relato que o homem americano causou tanto estranhamento na Europa que coloca em crise toda a sociedade da época. Se o filósofo vê nesse povo motivo para novas reflexões, os padres verão no Novo Mundo um enorme canteiro de almas inocentes para serem salvas pela palavra de Deus que aqueles ainda não conheciam. Os Jesuítas vêem para a América catequizar os índios, mas a Europa já não era mais a mesma. Uma nova ciência, uma nova arte, uma nova religião, uma nova política, uma nova sociedade, e o retorno da velha pergunta: Quem sou eu? O selvagem do outro lado do Atlântico fez o europeu olhar para si mesmo e voltar a procurar por um fundamento seguro para seu conhecimento e forma de ser no mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7042290839685523530#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; MONTAIGNE, Michel de. “Ensaios” Dos Canibais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5725025985261286316?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5725025985261286316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5725025985261286316&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5725025985261286316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5725025985261286316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/08/os-grandes-descobrimentos.html' title='Os Grandes Descobrimentos'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TG2Zk9F2ekI/AAAAAAAAAbU/nhaFYq1W4ss/s72-c/caravelacabralg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8536275005825548703</id><published>2010-08-09T12:30:00.004-03:00</published><updated>2010-08-09T12:48:03.891-03:00</updated><title type='text'>Galileu Galilei (1564 - 1642)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TGAfuWidajI/AAAAAAAAAbE/KwBgcUHLEgg/s1600/galileo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 417px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503433625831303730" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TGAfuWidajI/AAAAAAAAAbE/KwBgcUHLEgg/s400/galileo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Galileu Galilei nasceu em 15 de Fevereiro de 1564 na cidade de Pisa, Itália. Com apenas 17 anos ingressou na Universidade de Pisa, para estudar Medicina, onde permaneceu durante quatro anos, tendo abandonado esse curso para se dedicar ao estudo da física, da astronomia e da matemática.&lt;br /&gt;Aos 25 anos foi nomeado professor de Matemática da Universidade de Pisa e em 1592 tornou-se professor na Universidade de Pádua, onde permaneceu até aos 43 anos e efetuou diversas descobertas. Algumas das descobertas mais importantes são as leis do pêndulo e a lei da queda dos graves. Entre as suas invenções contam-se a do termoscópio e do telescópio.&lt;br /&gt;No início do século XVII surgiram os primeiros telescópios na Holanda. Galilleu desenvolveu/aperfeiçoou o seu próprio telescópio e foi o primeiro a observar as manchas solares, os quatro principais satélites de Júpiter e as fases de Vênus.&lt;br /&gt;Galileu foi o primeiro a fazer uso científico do telescópio. Ao fazer observações astronômicas com ele, descobriu que a Via Láctea é composta de miríades de estrelas (e não era uma "emanação" como se pensava até essa época), descobriu ainda os satélites de Júpiter, as montanhas e crateras da Lua. Todas essas descobertas foram feitas em março de 1610 e comunicadas ao mundo no livro Sidereus Nuncius ("O Mensageiro das Estrelas"), manuscrito que causou sensação pela Europa inteira nos anos seguintes. Baseado no princípio do telescópio, começou a produzir os primeiros microscópios. A observação dos satélites de Júpiter, levaram-no a defender o sistema heliocêntrico de Copérnico.&lt;br /&gt;Em 1632, Galileu publicou “Dialogo Sopra i Due Massimi Sistemi del Mondo”, onde produzia uma conversa entre três personagens: Salviati, Sagredo e Simplicius. Nesta obra, Galileu afirmou que a terra girava em torno do sol, o que contrariava a teoria aceite e defendida pela Igreja Católica. Os Diálogos foram proibidos e Galileu foi interrogado diversas vezes, mas apesar das ameaças de tortura, Galileu manteve as suas convicções sobre a teoria heliocêntrica, que segundo o Santo Ofício de Roma, era incompatível com a Sagrada Escritura. Galileu foi obrigado a negar a publicamente a teoria copernicana e condenado a viver em prisão domiciliária em Arcetri, onde escreveu as obras "Discorsi", "dimonstrazioni matematiche intorno a due nuove scienze", "Aattinenti alla meccanica" e "I movimenti locali", que foram secretamente publicadas na Holanda em 1638.&lt;br /&gt;Diz a lenda que, quando foi julgado por heresia, em 1633, e forçado a rejeitar a sua crença de que a Terra se movia à volta do Sol, Galileu teria murmurado: "Eppur si muove" ("No entanto move-se"). Morreu em 8 de Janeiro de 1642 em Arcetri, completamente cego.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;"A filosofia está escrita neste grande livro - O Universo - que permanece continuamente aberto". &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;"A matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo".&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;"Você não pode ensinar nada a um homem. &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Pode apenas auxiliá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo".&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Galileu Galilei&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8536275005825548703?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8536275005825548703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8536275005825548703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8536275005825548703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8536275005825548703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/08/galileu-galilei-1564-1642.html' title='Galileu Galilei (1564 - 1642)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TGAfuWidajI/AAAAAAAAAbE/KwBgcUHLEgg/s72-c/galileo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7589516166753826431</id><published>2010-07-17T15:53:00.008-03:00</published><updated>2010-07-17T18:55:35.541-03:00</updated><title type='text'>Johannes Kepler (1571-1630)</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 417px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494953218460472866" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TEH-1rO51iI/AAAAAAAAAa0/C1bl7YanvVs/s400/johannes-kepler-300x144.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Johannes Kepler foi um astrônomo e filósofo alemão que ficou famoso por formular e verificar as três leis do movimento planetário conhecidas como as Leis de Kepler. Iniciou seus estudos de teologia estudando grego com Martin Crusius, matemática e astronomia com Michael Maestlin com quem aprendeu a teoria de Copérnico, apesar de seu mestre defender o modelo geocêntrico de Ptolomeu.&lt;br /&gt;Kepler revelou então uma extraordinária habilidade matemática. A sua fama foi tal que foi convidado a ensinar matemática no seminário protestante da Universidade de Graz, na Áustria, onde chegou em 1594 e ficou até 1600, quando se tornou ajudante do astrônomo Ticho Brahe em seu observatório em Praga. Seu trabalho, além de ensinar matemática, que se conectava com a astronomia, também incluía a posição de matemático e calendarista do distrito. A morte de Brahe, em 1601, fez com que ele assumisse seu cargo de matemático imperial e astrônomo da corte do imperador Rudolph II.&lt;br /&gt;Como calendarista Kepler deveria prever o clima, dizer a melhor data para plantar e colher, prever guerras e epidemias e mesmo eventos políticos, além de instigar cuidados, disfarçados de prognósticos, para prevenir doenças.&lt;br /&gt;Em 1597 publica seu primeiro livro &lt;em&gt;Mysterium Cosmographicum&lt;/em&gt; (Mistérios do Universo) onde defende o heliocentrismo de Copérnico e propunha que o tamanho de cada órbita planetária é estabelecido por um sólido geométrico (poliedro) circunscrito à órbita anterior. Este modelo matemático poderia prever os tamanhos relativos das órbitas.&lt;br /&gt;Os anos seguem e Kepler continua estudando as órbitas dos planetas, a luz e lentes e o olho humano. Em 1604 publica &lt;em&gt;Astronomiae Pars Óptica&lt;/em&gt;, considerado o livro fundamental da óptica, onde explicou a formação da imagem no olho humano, como funciona uma câmara obscura, descobriu uma aproximação para a lei da refração, estudou o tamanho dos objetos celestes e os eclipses.&lt;br /&gt;Em 1609 publica &lt;em&gt;Astronomia Nova&lt;/em&gt;, o ápice de seus esforços para calcular a órbita de Marte. Este tratado contém a exposição de duas das chamadas leis de Kepler sobre movimento planetário. Segundo a primeira lei de Kepler (lei das órbitas), os planetas giram em órbitas elípticas ao redor do sol. A segunda lei de Kepler (lei das áreas), afirma que uma linha imaginária desde o sol a um planeta percorre áreas iguais a uma elipse durante intervalos iguais de tempo, em outras palavras, um planeta girará com maior velocidade quanto mais próximo estiver do sol.&lt;br /&gt;Em 1611 publica no Dioptrice, seus estudos sobre as leis que governam a passagem da luz por lentes e sistemas de lentes, sobre o telescópio astronômico de Galileu.&lt;br /&gt;Em 1612 com a morte do Imperador Rudolph II, aceitou a posição de matemático e professor do colégio distrital de Linz. Ali publicou seu &lt;em&gt;Harmonices Mundi&lt;/em&gt;, em 1619, cuja parte final contém outra descoberta sobre o movimento planetário (3ª lei de Kepler), a relação do cubo da distância média de um planeta ao sol e o quadrado do período da revolução do planeta é uma constante e é a mesma para todos os planetas. É pensando na harmonia das esferas, na distância dos planetas entre si e em suas órbitas que Kepler vai tentar imaginar a música que Deus quis escrever quando criou o universo. Diferente de Galileu que via o universo como uma máquina, o grande relógio, Kepler via o universo como música e a posição dos planetas e seus movimentos como uma sinfonia escrita por Deus.&lt;br /&gt;O inicio da Guerra dos Trinta Anos entre Reformistas Protestantes e a Contra Reforma Católica, marca um período de caça às bruxas na sua região natal. Sua mãe foi acusada de feitiçaria e torturada, foi condenada à fogueira. Kepler usa seu prestígio e talento no processo que se estendeu até 1621 para libertá-la.&lt;br /&gt;Em 1626, as autoridades eclesiásticas de Linz consideram-no suspeito de heresia, selam a sua biblioteca e Kepler tem que deixar a cidade, partindo para Ulm, nas margens do Danúbio. Aí completou os cálculos relativos à posição das 777 estrelas observadas por Ticho Brahe, às quais acrescentou 228 observadas por si, terminando as Tabelas Rudolfinas.&lt;br /&gt;Num inverno rigoroso, em viagem para Rogensberg, na esperança que pagassem o que deviam pelos seus trabalhos, Kepler adoece e acaba por falecer em 15 de novembro de 1630, aos 61 anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;----------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;"Meus corpos celestes não eram o &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;nascimento de Mercúrio na sétima quadratura com Marte,&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;mas Copérnico e Ticho Brahe; sem suas observações, &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;tudo o que pude trazer à luz &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;estaria enterrado na escuridão"&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;J. Kepler.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7589516166753826431?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7589516166753826431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7589516166753826431&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7589516166753826431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7589516166753826431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/07/johannes-kepler-1571-1630.html' title='Johannes Kepler (1571-1630)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TEH-1rO51iI/AAAAAAAAAa0/C1bl7YanvVs/s72-c/johannes-kepler-300x144.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1480781457628558817</id><published>2010-06-28T21:02:00.002-03:00</published><updated>2010-06-28T21:07:40.959-03:00</updated><title type='text'>Giordano Bruno (1548-1600)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TCk4aHpgBWI/AAAAAAAAAaU/-bKd_fBRecs/s1600/bruno6.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 275px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487979642308527458" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TCk4aHpgBWI/AAAAAAAAAaU/-bKd_fBRecs/s400/bruno6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Giordano Bruno foi um teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano, condenado à morte na fogueira pela inquisição romana por heresia.&lt;br /&gt;Defensor do Humanismo, corrente filosófica do Renascimento, cujo principal representante é Erasmo, Bruno defendia o infinito cósmico e uma nova visão do homem. Embora a filosofia de sua época estivesse baseada nos clássicos antigos, principalmente Aristóteles, Bruno teorizou contra eles. Sua forma e conteúdo são muito semelhantes à de Platão, escrevendo na forma de diálogos e com a mesma visão.&lt;br /&gt;No século XVI a filosofia se liberta da religião, e a ciência moderna nasce da filosofia. A ciência não mais será a busca da verdade na propriedade lógica de conceitos, mas através das lentes de microscópios e telescópios. Bruno é a figura principal nessa transição: torna-se um filósofo independente e pressente que a verdade está para além do autoritarismo lógico dos filósofos escolásticos. Embora não seja um cientista, pois não era nem matemático nem astrônomo, dá prontamente crédito a Copérnico, um observador do céu e do movimento dos astros. Copérnico ousa contrariar a cosmologia das esferas celestes perfeitas do sistema aristotélico-ptolomaico que tomava a terra, "logicamente", como o centro do universo.&lt;br /&gt;Sua idéia de que o universo era infinito, e que muitos mundos deveriam existir além daquele então conhecido foi uma das grandes idéias estimuladoras da ciência, durante o Renascimento. O seu livro "Sobre o Universo Infinito e Mundos" em que faz sua afirmação da existência de outros mundos povoados por seres inteligentes é ainda hoje um grande apelo para a imaginação de muitos. Sua técnica de classificação sistemática de objetos da observação no preenchimento de tabelas, suas tábuas combinatórias, foram os germes dos métodos empíricos que marcaram o início da ciência experimental.&lt;br /&gt;Nômade por natureza e modo de vida, Bruno baseou sua filosofia apoiado nas suas intuições e vivências fora do comum. Defendeu teorias filosóficas que misturavam um neoplatonismo místico e panteísmo. Acreditava que o universo é infinito, que Deus é a alma universal do mundo e que todas as coisas materiais são manifestações deste princípio infinito.. Por isso Bruno é considerado um dos pioneiros da filosofia moderna.&lt;br /&gt;Por estas opiniões quentes e perigosas para a época, Giordano Bruno foi condenado pela inquisição. Ao ser anunciada a sentença de que seria executado piamente (sem derramamento de sangue) disse: “Teme mais a Força em pronunciar a sentença do que eu em escutá-la.” Morreu na fogueira com tábua e pregos na língua, para parar de “blasfemar”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1480781457628558817?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1480781457628558817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1480781457628558817&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1480781457628558817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1480781457628558817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/06/giordano-bruno-1548-1600.html' title='Giordano Bruno (1548-1600)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TCk4aHpgBWI/AAAAAAAAAaU/-bKd_fBRecs/s72-c/bruno6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3631613399504144190</id><published>2010-06-09T15:33:00.004-03:00</published><updated>2010-06-14T13:10:16.335-03:00</updated><title type='text'>Lutero e a Reforma Religiosa</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TA_h6sQUANI/AAAAAAAAAaM/UToayh8fKqA/s1600/AReformaProtestanteCharge.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 249px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480847669961425106" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TA_h6sQUANI/AAAAAAAAAaM/UToayh8fKqA/s400/AReformaProtestanteCharge.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um evento fundamental na vida do monge agostiniano Martinho Lutero foi a viagem que fez à Roma em 1511. A escandalosa vida na corte pontifícia e o desolador espetáculo da venda das indulgências, o convenceram a iniciar um protesto que abalaria a Europa. Em 1517, ele afixou na porta de seu convento em Wittenberg as 95 Teses sobre as Indulgências propondo-se a discuti-las com seus coirmãos. No decorrer de poucos anos, o rompimento com Roma tornou-se irreversível e Lutero transformou-se no fundador da nova religião protestante.&lt;br /&gt;Seus textos, colocavam em discussão a existência da própria Igreja, do clero e dos sacramentos, além da questão das indulgências; e desencadearam uma reação certamente superior às expectativas do próprio Lutero. O monge abandonou o hábito, casou-se com uma ex-freira e se dedicou ao esclarecimento das novas doutrinas teológicas, e também à tradução da Bíblia para o alemão, o que possibilitou a cada cristão ler em seu próprio idioma&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7042290839685523530#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, e não apenas ouvir em latim, as palavras de Deus.&lt;br /&gt;Para Lutero somente a leitura do evangelho é eficaz na manutenção e conservação da fé, que é o único caminho à salvação. O homem, teria duas dimensões: uma espiritual e outra corporal. E uma não influencia a outra. Atos, obras e comportamentos não influem na espiritualidade e podem muitas vezes ser hipócrita. Portanto, não são as ações mas, somente a fé, que conduz à salvação. Apesar de interiormente justificado pela fé, o homem não pode ficar ocioso ou praticar o mal, pois ele deve aumentar essa fé e essa suficiência até a outra vida. Enquanto ele permanece nesta vida corporal, deve governar seu próprio corpo. O homem deve agir bem, não para satisfazer a Deus, mas sim por que as boas ações são somente o fruto da fé interior. O corpo deve ser adestrado e exercitado para que se torne obediente em conformidade com o homem interior e com a fé. Boas e Justas ações não tornam jamais um homem bom e justo, mas um homem bom e justo pratica ações boas e justas; más ações não tornam jamais um homem maldoso, mas um homem maldoso pratica más ações.&lt;br /&gt;De acordo com Lutero, a vontade humana não é livre. O homem deve escolher entre duas servidões: ou Deus ou Satanás. A história humana é a história destes dois cavaleiros a disputar entre si para ter e possuir o homem.&lt;br /&gt;A reforma religiosa participou de modo decisivo do desencadeamento da revolução científica. Os reformistas pregavam que uma forma de se apreciar a existência de Deus era através das descobertas na ciência e por isso essas foram incentivadas, proporcionando uma propulsão ao desenvolvimento da revolução científica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;----------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7042290839685523530#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Depois que Lutero traduziu a Bíblia para o alemão, diversas traduções foram feitas pela Europa no idioma local.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3631613399504144190?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3631613399504144190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3631613399504144190&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3631613399504144190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3631613399504144190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/06/lutero-e-reforma-religiosa.html' title='Lutero e a Reforma Religiosa'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TA_h6sQUANI/AAAAAAAAAaM/UToayh8fKqA/s72-c/AReformaProtestanteCharge.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6979981611637181493</id><published>2010-05-27T21:22:00.004-03:00</published><updated>2010-05-28T00:00:55.434-03:00</updated><title type='text'>Maquiavel e O Príncipe</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S_8w1F0m9TI/AAAAAAAAAaA/xlHrMG31oGE/s1600/CalumnyBotticelli.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 265px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476149360559846706" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S_8w1F0m9TI/AAAAAAAAAaA/xlHrMG31oGE/s400/CalumnyBotticelli.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escrito como carta ao herdeiro dos Médici, endereçada a Lourenço de Médici, tem por finalidade orientar o príncipe (seja ele Julio, ou Lourenço de Médici) em favor da libertação da Itália dominada pelos bárbaros. Nessa obra Maquiavel estuda a essência dos principados, suas espécies e como podem ser conquistados e conservados, bem como as causas de suas perdas.&lt;br /&gt;As duas espécies de principados são os hereditários e os novos. Sem se deter nos hereditários, onde o príncipe recebe o poder sem grandes dificuldades, seu texto se preocupa com o principado novo no qual se encontra toda a dificuldade para sua aquisição e conservação. Estes ele subdivide em inteiramente novos e mistos (aqueles que são anexados aos hereditários). Outra subdivisão são os principados eclesiásticos onde afirma, com certa ironia, que é Deus quem os conquista e os conserva, e, portanto, estarão fora de sua análise. Enumera quatro maneiras de se conquistar um principado e outras tantas para como conservá-los ou perdê-los.&lt;br /&gt;Conquista-se pela virtude, pela fortuna, pela perversidade e pelo consentimento dos próprios cidadãos. Para conservá-los o príncipe deve amedrontar, intimidar, constranger os vencidos para que eles silenciem. Deve ser forte e estar sempre suficientemente armado. Embora endereçada aos Médici, é César Bórgia quem o autor descreve como o tipo ideal de governante que a Itália precisa:&lt;br /&gt;“Quem considerar necessário garantir-se em seus novos domínios contra os inimigos, fazer amizades, conquistar pela força ou pela fraude, fazer-se amado e temido pelo povo, seguido e reverenciado pelos soldados, destruir os que podem e querem ofendê-lo, inovar antigos costumes, ser bom e severo, magnânimo e liberal, suprimir a antiga milícia e substituí-la por outra, manter a amizade dos reis e dos príncipes de modo que tenham satisfação em assisti-lo, e medo de injuriá-lo, não poderia encontrar melhor exemplo que na conduta deste homem”.&lt;br /&gt;Suas observações sobre como os grandes homens da época e da história enfrentaram o destino e moldaram, a partir de suas circunstâncias (as circunstâncias e as decisões tomadas diante das circunstâncias) sua própria sorte, faz de O Príncipe um marco do pensamento moderno. A política passa a ser uma realização humana, compreendida a partir da observação das relações. Defende a idéia de que a ação humana pode transformar e construir seu próprio destino. O destino do homem é obra do seu próprio talento, de suas virtudes.&lt;br /&gt;A origem do poder deixa de ser divina e se encontra na força. O triunfo do mais forte é o fato essencial da história. Assim afasta qualquer preocupação de direito na aquisição. Essa verdade pode não ser agradável aos ouvidos, mas é uma constatação concreta da realidade, longe de qualquer divagação idealista ou irreal. Quem despreza o que se faz pelo que deveria ser feito, aprenderá a provocar sua própria ruína, e a não defender-se.&lt;br /&gt;Maquiavel nunca diz que quer mudar a realidade, nem se propõe a isso. Busca na idéia de uma espécie de natureza da política que deve ser compreendida e aceita pelo príncipe, encontrar as virtudes necessárias para a conquista e manutenção do poder que seriam: a impetuosidade e a prontidão de espírito para compreender, aceitar as coisas (relações políticas) como elas são e não hesitar em agir.&lt;br /&gt;Não há um critério moral que sirva de balizamento para as ações do príncipe. A única referência da boa ou má ação do príncipe é a eficácia na realização de seus objetivos ou não. Os fins justificam os meios. Em política não é correto fazer o que se quer, mas o que é preciso fazer.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6979981611637181493?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6979981611637181493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6979981611637181493&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6979981611637181493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6979981611637181493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/05/maquiavel-e-o-principe_27.html' title='Maquiavel e O Príncipe'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S_8w1F0m9TI/AAAAAAAAAaA/xlHrMG31oGE/s72-c/CalumnyBotticelli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6113430514626247090</id><published>2010-05-23T20:47:00.007-03:00</published><updated>2010-07-24T22:26:57.937-03:00</updated><title type='text'>Erasmo de Rotterdam e o Elogio da Loucura</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TEUfLN1WDBI/AAAAAAAAAa8/gpSOarjKH7o/s1600/ErasmoRotterdan.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495833197827984402" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TEUfLN1WDBI/AAAAAAAAAa8/gpSOarjKH7o/s400/ErasmoRotterdan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Desidério Erasmo de Rotterdam (1466 – 1536) foi um dos humanistas mais ilustres de seu tempo. Diplomado em Teologia pela Universidade de Turim, foi ordenado padre, mas pediu e obteve a dispensa de usar hábito e de celebrar missas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seu texto mais conhecido, O Elogio da Loucura, foi acusado por muito de seus contemporâneos de antecipar a cisão protestante preparando terreno para a reforma de Lutero. Erasmo nunca deixou de criticar a decadência moral da Igreja renascentista e da corte pontifícia em particular. Acreditava no espiritualismo cristão, no espírito tolerante e no amor ao conhecimento. Para ele, milagres e superstições como o inferno, fantasmas e duendes são coisas de ignorantes. Critica a Igreja e sua hierarquia, critica monges, teólogos, bispos e o próprio Papa, que apóia guerras que são cruéis e desumanas. Critica o imposto que a Igreja cobra para não condenar as almas após a morte.&lt;br /&gt;Em seu livro O Elogio da Loucura, apresenta a loucura como uma deusa que conduz as ações humanas. Identifica a loucura em costumes e atos como o casamento e a guerra. Diz que é ela (a loucura) que forma as cidades, mantém os governos, a religião e a justiça. Ele critica muitas atividades humanas, identificando nelas mediocridade e hipocrisia.&lt;br /&gt;Com o início da Reforma, Erasmo preferiu não tomar partido, assumindo uma posição de neutralidade, mas depois de uma disputa de idéias com Lutero, acabou defendendo os católicos. Erasmo criticava igualmente a pretensão dos protestantes e a arrogância dos católicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;"Está escrito no primeiro capítulo do Eclesiastes:&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;O numero dos loucos é infinito. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Ora, esse número infinito compreende todos os homens, &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;com excessão de poucos, e &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;duvido que alguma vez se tenha visto esses poucos".&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; Erasmo de Rotterdam &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6113430514626247090?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6113430514626247090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6113430514626247090&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6113430514626247090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6113430514626247090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/05/erasmo-de-rotterdam-e-o-elogio-da.html' title='Erasmo de Rotterdam e o Elogio da Loucura'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/TEUfLN1WDBI/AAAAAAAAAa8/gpSOarjKH7o/s72-c/ErasmoRotterdan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-418384117459322586</id><published>2010-04-30T01:48:00.008-03:00</published><updated>2010-04-30T02:03:16.519-03:00</updated><title type='text'>O Renascimento das ciências e das artes</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S9pi5ZbRUCI/AAAAAAAAAZg/zfLAJVPhbt8/s1600/media_renascimento-de-leda-79e53.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 301px; FLOAT: left; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465789835984850978" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S9pi5ZbRUCI/AAAAAAAAAZg/zfLAJVPhbt8/s400/media_renascimento-de-leda-79e53.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O período chamado de Renascimento (séculos XIV a XVI) é marcado por uma profunda modificação social, científica, artística, na Europa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A invenção da imprensa mecânica em 1439 desempenhou um papel fundamental nesta revolução, pois a impressão permitiu maior divulgação de material se comparado aos escritos em latim, que eram compreendidos apenas pelos estudiosos desta língua. A tecnologia começa a se aflorar nos campos da matemática, física, medicina. Nomes como Galileu, Paracelso, Gutenberg, dentre outros, começam a despontar, em razão das descobertas feitas por eles. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É neste contexto cultural que a visão antropocêntrica se instala e influencia todo campo cultural - O Humanismo – visão que propunha exaltar o homem e cultivar suas faculdades (racionalismo), mediante o ensino dos conhecimentos da Antigüidade — ou seja, da cultura greco-latina. O homem transforma-se no novo centro de reflexão intelectual.&lt;br /&gt;Embora no princípio o amor pela Antigüidade se expressasse em cópias das obras antigas, pouco a pouco foram realizadas verdadeiras pesquisas científicas e artísticas que acabaram pondo em xeque toda a ordem estabelecida até então nessas áreas.&lt;br /&gt;O significativo desenvolvimento urbano e comercial (iniciado no século XII) viabilizou a ascensão da burguesia. Daí, o surgimento de grandes patrocinadores culturais, os mecenas, com interesses intelectuais e econômicos.&lt;br /&gt;Esse tipo de incentivo à arte tornou-se prática comum e vários governos valeram-se de artistas e intelectuais para melhorar a própria imagem. A burguesia e a nobreza, classes sociais que despontam no final da Idade Média, passam a dividir o poderio com a Igreja, levando a uma separação de religião e política, que transforma a última em uma ciência e as criticas à decadência moral da Igreja e da corte pontifícia ganham destaque nas obras de diversos autores, levando alguns até mesmo à fogueira.&lt;br /&gt;Com os aparatos tecnológicos que surgiram nesta época (tais como e bússola e a pólvora), a antiga visão do mundo já não atendia mais às exigências e a religião em decadência precisava ser repensada. O mundo acordava de seu sono. O homem clamava pelo domínio sobre a natureza.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-418384117459322586?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/418384117459322586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=418384117459322586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/418384117459322586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/418384117459322586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/04/o-renascimento-das-ciencias-e-das-artes.html' title='O Renascimento das ciências e das artes'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S9pi5ZbRUCI/AAAAAAAAAZg/zfLAJVPhbt8/s72-c/media_renascimento-de-leda-79e53.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7190699859157958501</id><published>2010-04-20T17:14:00.004-03:00</published><updated>2010-04-20T17:31:43.925-03:00</updated><title type='text'>A Filosofia na Idade Média - parte final</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S84MHs2z0TI/AAAAAAAAAZI/g1oXfg3rtqI/s1600/trionfosantommaso.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 303px; DISPLAY: block; HEIGHT: 582px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462316724486656306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S84MHs2z0TI/AAAAAAAAAZI/g1oXfg3rtqI/s400/trionfosantommaso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; São Tomás de Aquino forneceu a mais completa explicação filosófica desenvolvida até então da relação entre Deus e a humanidade; o seu tenaz intento de conciliar os valores da fé com os valores da razão, retomando uma abordagem aristotélica da filosofia, colocou-o em oposição a duas linhas de pensamento: a tendência místico-platônica – defendida na época pelos Franciscanos – e a crença dos chamados Averroístas que identificavam na doutrina de Aristóteles argumentos incompatíveis com a revelação cristã.&lt;br /&gt;Para Tomás de Aquino, a verdade da fé cristã ultrapassa a capacidade da razão, mas os princípios naturais da razão não podem estar em oposição a esta verdade, pois os princípios que nos advêm por natureza nos foram incutido por Deus, sendo ele o autor da nossa natureza. Logo, a sabedoria divina também possui esses princípios. Assim, o que se opõe a tais princípios se opõe a sabedoria Divina e, portanto, não pode derivar de Deus. Pensar o contrário implica imaginar que Deus tenha intencionalmente enganado o ser humano, dotando-o de uma capacidade, a razão, aparentemente formidável e verdadeira, mas na realidade ilusória e em oposição ao resto da criação.&lt;br /&gt;São Tomás ainda formulou provas lógicas da existência de Deus, explicou como os seres humanos e outras criaturas foram criados por Deus como derivações da perfeição divina, e como poderíamos retornar à unidade com Deus por meio de seu poder de nos assimilar e de nosso desejo por ele. Valendo-se dos conceitos e procedimentos lógicos aristotélicos, fazendo deles muito bem sucedido e influente uso, lança mão do conceito de causalidade de Aristóteles para concluir que tudo possui uma finalidade e essa finalidade está ligada a vontade de Deus. Deus é o primeiro motor de onde surgiram todas as coisas e é também o grande fim para onde todas as coisas se dirigem segundo a Sua vontade.&lt;br /&gt;São Tomás de Aquino via a alma humana como a forma platônica do eu.&lt;br /&gt;A ênfase na lógica aristotélica desencadeou um debate sobre se as idéias existem fora da mente ou se apenas não passam de nomes para as coisas. No final, esse debate trouxe de volta a filosofia ao contato com as coisas materiais e guiou-a para o Renascimento e a abertura para a ciência moderna. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7190699859157958501?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7190699859157958501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7190699859157958501&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7190699859157958501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7190699859157958501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/04/filosofia-na-idade-media-parte-final.html' title='A Filosofia na Idade Média - parte final'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S84MHs2z0TI/AAAAAAAAAZI/g1oXfg3rtqI/s72-c/trionfosantommaso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5932199138735967645</id><published>2010-03-31T01:07:00.006-03:00</published><updated>2010-04-01T00:27:17.424-03:00</updated><title type='text'>A Filosofia Medieval - parte 4</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S7LXF3cLEjI/AAAAAAAAAY4/yQxvpOjL1l4/s1600/Lichfield,+catedrais+medievais.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 355px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454658594480525874" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S7LXF3cLEjI/AAAAAAAAAY4/yQxvpOjL1l4/s400/Lichfield,+catedrais+medievais.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto as autoridades da Igreja procuravam em Platão sabedoria e discernimento, professores e acadêmicos das universidades muitas vezes voltavam-se para Aristóteles. &lt;strong&gt;Escolástica&lt;/strong&gt; é a filosofia praticada nas universidades da Idade Média. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Baseia-se na lógica de Aristóteles, mas não em seu interesse em observar e testar as coisas. Isso acontece porque a filosofia escolástica recebeu no século X um grande impulso de vários filósofos muçulmanos. Esses filósofos redescobriram importantes textos aristotélicos e espalharam suas idéias entre os filósofos cristãos e judeus, como as interpretações da metafísica e da lógica de Aristóteles. São importantes os nomes de Avicena e Averróis na proliferação destas idéias e elas muito incomodaram as autoridades religiosas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto Aristóteles foi um mestre de lógica, pode-se dizer que as coisas se arranjaram bastante bem. As complicações surgem a partir do momento em que são traduzidas para o latim as obras de ciência da natureza, biologia, ética, política, e filosofia geral do filósofo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a partir do final do século XII, eram tantas as traduções de Aristóteles, bem como de comentários gregos e árabes e toda uma literatura científica abrangendo obras de matemática, astronomia, ótica, medicina, alquimia, etc. que todo esse riquíssimo material vai desaguar em uma nova instituição que adquiriu maturidade no século XIII – a Universidade, uma espécie de corporação de ofício dos profissionais do estudo. &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 330px; DISPLAY: block; HEIGHT: 305px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454656685904931042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S7LVWxcSqOI/AAAAAAAAAYo/M_zu2vmpjXo/s400/180px-Meeting_of_doctors_at_the_university_of_Paris.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É nesse quadro institucional que os mestres ministrarão cursos (lectio – aula à base de comentário de texto), debaterão as questões em voga e responderão às consultas a eles dirigidas por príncipes, papas ou simples particulares. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O século XIII marca não só o amadurecimento da Universidade como também a descoberta de Aristóteles como O Mestre do Pensamento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5932199138735967645?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5932199138735967645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5932199138735967645&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5932199138735967645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5932199138735967645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/03/filosofia-medieval-parte-4.html' title='A Filosofia Medieval - parte 4'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S7LXF3cLEjI/AAAAAAAAAY4/yQxvpOjL1l4/s72-c/Lichfield,+catedrais+medievais.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7324803453501703748</id><published>2010-03-17T10:20:00.005-03:00</published><updated>2010-03-17T12:13:34.902-03:00</updated><title type='text'>A Filosofia na Idade Média - parte 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S6DYHrj5qRI/AAAAAAAAAYg/eFPah5MF0OE/s1600-h/1agostin.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 315px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449593175582288146" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S6DYHrj5qRI/AAAAAAAAAYg/eFPah5MF0OE/s400/1agostin.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Harmonizando pensamento e misticismo, Agostinho de Hipona acreditava que o limite das pessoas era a medida de sua comunhão com Deus nesta vida terrestre. Segundo Santo Agostinho, o mais próximo que as pessoas conseguem chegar de Deus, será quando morrerem e forem para o céu. Somente no fim de nossa vida, poderemos experimentar a realidade divina sem estarmos presos à realidade física.&lt;br /&gt;“O fato de não podermos experimentar Deus plena ou diretamente não significa que não devamos tentar compreender a verdade divina nesta vida”. A relação entre Deus e a alma humana é uma chave para o entendimento da verdade divina.&lt;br /&gt;A fórmula agostiniana – “Entende para crer e crê para entender” –fornece, de renovadas formas, um quadro básico que permitirá aos medievais colocar a serviço da fé os recursos da cultura profana. Quer dizer, a fé não elimina a inteligência, não despreza a razão, não arruína o pensamento. É preciso entender – minha palavra – para crer; crê – a palavra de Deus – para entender.&lt;br /&gt;Pode-se dizer que Agostinho forneceu aos medievais um ideal cultural, uma síntese doutrinal e uma orientação filosófica. O ideal cultural prefigura a atitude do cristão para com a sabedoria pagã: as verdades enunciadas pelos filósofos não devem ser temidas, mas reclamadas deles como de injustos possuidores. Coloca assim, a serviço da sabedoria cristã, sua cultura de retórico romano. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais importante ainda é a orientação filosófica de Agostinho. Ela (a filosofia) possui um valor positivo, pois é uma riqueza inesgotável, em cujo seio o espírito progride indefinidamente de luz em luz, sem nunca chegar ao fim, mas também sem deixar nunca de adquirir novas luzes. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;“Procuramos, pois, como se fossemos encontrar, mas não encontraremos nunca, senão indo procurar sempre”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7324803453501703748?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7324803453501703748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7324803453501703748&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7324803453501703748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7324803453501703748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/03/filosofia-na-idade-media-3.html' title='A Filosofia na Idade Média - parte 3'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S6DYHrj5qRI/AAAAAAAAAYg/eFPah5MF0OE/s72-c/1agostin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8682521412864904406</id><published>2010-02-11T23:20:00.005-02:00</published><updated>2010-02-12T22:35:02.662-02:00</updated><title type='text'>Filosofia Medieval - parte 2</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S3StW4NFH_I/AAAAAAAAAYU/LBXuFemrwqY/s1600-h/biza.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437161258699005938" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S3StW4NFH_I/AAAAAAAAAYU/LBXuFemrwqY/s400/biza.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; O neoplatonismo, como o pensamento religioso dava grande importância aos textos, considerando as palavras escritas especial, mágicas ou mesmo divina.&lt;br /&gt;Estudando os textos, os filósofos esperavam apreender a unidade oculta para a qual as palavras apontam.&lt;br /&gt;Essa fixação pelos textos escritos é uma das razões pela qual os filósofos medievais prezavam tanto os filósofos antigos. Em vez de criarem filosofias radicalmente novas, eles veneravam as já escritas e estabelecidas. Assim, muitos filósofos passaram a ver a filosofia grega como divinamente inspiradas.&lt;br /&gt;Filo acreditava que mesmo as palavras da Bíblia não passam de aproximações da verdade. Desse modo, ele interpretou histórias da Bíblia como metáfora das idéias platônicas. Essa maneira de interpretar a Bíblia acabou influenciando profundamente os teólogos cristãos, que procuravam nos filósofos gregos elementos que apontassem para as crenças cristãs.&lt;br /&gt;Essa forma de interpretação passou a ser conhecida como alegoria. Alegoria é uma forma de escrever em que o escritor lança mão de um conjunto de coisas, geralmente figuras concretas, para representar outro conjunto de coisas ou idéias que costumam ser mais abstrata.&lt;br /&gt;Plotino costuma ser considerado o primeiro filosofo neoplatônico, embora suas idéias se assemelhem em muitos aspectos às de Filo. Ele elaborou o vínculo entre a unidade divina e os objetos materiais. Ele via os objetos materiais e as formas ideais como criações divinas. Para ele, o mundo é uma espécie de obra de arte, que expressa o ser divino. Essa explicação é conhecida como teoria da emanação.&lt;br /&gt;A realidade emana do Um, o ser divino, como o calor emana de um ferro quente. Como o Um é uma espécie de artista, ou criador, podemos comungar com o ser divino por meio da arte e também por meio da meditação. Se conseguirmos perder de vista a diferença entre nós e as outras coisas, poderemos experimentar o Um.&lt;br /&gt;Misticismo é o nome que damos a essa idéia e prática de atingir a unidade com Deus. Isso pode ocorrer em forma de sonhos e visões ou por meio da meditação e da criação artística.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8682521412864904406?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8682521412864904406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8682521412864904406&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8682521412864904406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8682521412864904406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/02/filosofia-medieval-gramatica-parte-2.html' title='Filosofia Medieval - parte 2'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S3StW4NFH_I/AAAAAAAAAYU/LBXuFemrwqY/s72-c/biza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3890610322073033649</id><published>2010-02-05T15:39:00.002-02:00</published><updated>2010-02-05T15:45:07.802-02:00</updated><title type='text'>A Filosofia na Idade Média - parte 1</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S2xYympNsMI/AAAAAAAAAYM/FE2zvWcG398/s1600-h/Filo%2520Medieval%2520-%2520BRESCOLA.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 371px; DISPLAY: block; HEIGHT: 290px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434816476719460546" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S2xYympNsMI/AAAAAAAAAYM/FE2zvWcG398/s400/Filo%2520Medieval%2520-%2520BRESCOLA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No período final do Império Romano e no decorrer da Idade Média, Deus estava em toda parte. As pessoas estavam convencidas da existência de um Deus único, todo-poderoso e justiceiro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A filosofia no Ocidente e no Oriente Médio foi dominada por três poderosas influências: Platão, Aristóteles e a religião. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Filósofos judeus, cristãos e muçulmanos estavam reconciliando filosofia e religião – a razão com a fé.&lt;br /&gt;Aristóteles, Platão e a religião forneceram um amplo arcabouço para a maior parte das idéias filosóficas da Idade Média que perdurou até o Renascimento, quando começou a ser gradualmente substituído pela ciência moderna. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Podemos distinguir nesse período três estilos de teologia caracterizados pelo instrumental intelectual mobilizado em vista da construção teológica:&lt;br /&gt;- uma teologia sob o regime da gramática (século IX)&lt;br /&gt;- uma teologia sob o regime da dialética (século XII)&lt;br /&gt;- uma teologia sob o regime da filosofia (século XIII)&lt;br /&gt;Um dos primeiros filósofos a combinar filosofia e religião foi Filo de Alexandria, que afirmou que o Bem ideal e Deus eram a mesma coisa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, Deus é como uma mente universal e as outras formas ideais, descritas por Platão, podem ser entendidas como os “pensamentos” de Deus – que dão ordem ao mundo material para que ele possa ser entendido pelas pessoas, cujas mentes são constituídas à imagem da mente divina.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3890610322073033649?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3890610322073033649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3890610322073033649&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3890610322073033649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3890610322073033649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2010/02/filosofia-na-idade-media-parte-1.html' title='A Filosofia na Idade Média - parte 1'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/S2xYympNsMI/AAAAAAAAAYM/FE2zvWcG398/s72-c/Filo%2520Medieval%2520-%2520BRESCOLA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2622942050943582326</id><published>2009-11-16T14:47:00.007-02:00</published><updated>2009-11-17T11:53:46.275-02:00</updated><title type='text'>Os argumentos céticos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SwGh_x3hRYI/AAAAAAAAAX8/W0UryShCtUM/s1600/200px-Cinico_Capitolini.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 297px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404779144911340930" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SwGh_x3hRYI/AAAAAAAAAX8/W0UryShCtUM/s400/200px-Cinico_Capitolini.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- A diferença entre seres vivos no que diz respeito ao prazer e à dor, ao dano e à utilidade é o primeiro argumento do qual se deduz que nenhum ser recebe as mesmas impressões dos mesmos sujeitos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Toda espécie animal percebe o mundo com base nos tipos de órgãos dos sentidos que dispõe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- O segundo tipo de argumento contra a verdade realça a subjetividade humana; O útil individual é sempre subjetivo. Os mesmos objetos dão origem a percepções muito diferentes, daí que nada de seguro pode ser dito sobre eles.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- A diversidade das impressões é condicionada pela diversa condição das disposições individuais; Um buquê de flores causa impressões diferentes numa garota apaixonada ou em uma recém viúva.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Nem mesmo a condição dos loucos é contrária à natureza; por que a loucura deveria dizer respeito mais a eles do que a nós? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- A grande diversidade entre as leis e os costumes dos povos sugere a inexistência de valores universais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Cada povo acredita nos seus deuses e há quem acredite na providência e quem não acredite. Os egipcios embalsamam os seus mortos antes de sepultá-los, os romanos os cremam, e os peônios os jogam ao pântano.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Mesmo noções aparentemente objetivas, como o peso, demonstram-se relativas; Uma pedra erguida no ar por duas pessoas desloca-se facilmente na água, seja por que, sendo pesada, torna-se mais leve pela água, seja por que, sendo leve, se torna mais pesada pelo ar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- As percepções são sempre determinadas por um particular ponto de vista; O sol por causa da distância aparece pequeno, as montanhas vistas de longe, aparecem envoltas no ar e lisas, de perto, aparecem asperas e cheias de fendas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A forma dos objetos é sempre condicionada, seja pelo ponto especifico a partir do qual o observamos seja pela posição que ocupa no espaço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- A natureza de muitas coisas varia com a quantidade; O vinho pode ser benéfico ou maléfico, depende do quanto se bebe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O hábito condiciona os juízos; Os terremotos não provocam espantos naqueles junto aos quais ocorrem continuamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- O conhecimento utiliza conceitos relativos; O que se encontra à direita não está à direita por natureza, mas é entendido como tal, tendo em vista a posição que ocupa em relação a um outro objeto, mudada a posição, não está mais à direita. Pai e irmão são termos relativos. Esses termos e conceitos relativos, considerados em si e para si, não são cognoscíveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sendo assim, devemos sempre suspender nossos juízos (epoché) sobre a verdade e acreditar na impossibilidade de chegar a um juízo inopinável, universal e indiscutível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2622942050943582326?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2622942050943582326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2622942050943582326&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2622942050943582326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2622942050943582326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/11/os-argumentos-ceticos.html' title='Os argumentos céticos'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SwGh_x3hRYI/AAAAAAAAAX8/W0UryShCtUM/s72-c/200px-Cinico_Capitolini.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1573916473368533300</id><published>2009-11-03T12:43:00.003-02:00</published><updated>2009-11-03T13:22:42.704-02:00</updated><title type='text'>O Ceticismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SvBKOApXgnI/AAAAAAAAAXs/MW6YQ3rHUK4/s1600-h/o-que-e-ceticismoceticismo-jpg.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 285px; FLOAT: right; HEIGHT: 299px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399897557769355890" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SvBKOApXgnI/AAAAAAAAAXs/MW6YQ3rHUK4/s400/o-que-e-ceticismoceticismo-jpg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A terceira filosofia helenistica importante, depois do estoicismo e do epicurismo, é o ceticismo. Os céticos acreditavam que não podemos conhecer a verdade. Tudo o que temos são idéias que podem ou não ser verdadeiras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O primeiro filósofo totalmente cético foi Pirro de Élis, que ensinou que não há nada de que possamos estar seguros. Embora parta da idéia de que não podemos conhecer nada, ele se preocupa com o efeito disso sobre o modo que deveríamos agir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O ceticismo não pretende ser apenas um meio de criticar as idéias de todos os outros filósofos, pelo contrário, pretende ajudar as pessoas a se acostumarem com o fato de que muito do que acontece está além do nosso controle. Se percebemos que na vida nada é garantido, mais facilmente nos libertaremos das expectativas em relação às coisas. Assim, não ficaremos desapontados quando elas não acontecerem como planejamos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O ceticismo sustenta a impossibilidade de chegar a um juízo universal e indiscutível, dada a universal incerteza que envolve a natureza do mundo e do homem. Assim, nenhuma proposição pode ser afirmada sem que também seja possível encontrar provas da proposição contrária. Daí decorre que a única atitude correta a ser assumida pelo filósofo é não ter opiniões, assumindo a suspensão de qualquer discurso afirmativo (epoché).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A epoché cética é a necessária suspensão do juízo que caracteriza sua posição: nem aceitar, nem rejeitar; nem afirmar, nem negar. Ela nasce da consideração de que sempre é possível demonstrar o contrário de cada afirmação e que, portanto, uma proposição nunca pode dizer-se verdadeira em absoluto. Todo saber reduz-se a um opinável ponto de vista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1573916473368533300?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1573916473368533300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1573916473368533300&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1573916473368533300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1573916473368533300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/11/o-ceticismo.html' title='O Ceticismo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SvBKOApXgnI/AAAAAAAAAXs/MW6YQ3rHUK4/s72-c/o-que-e-ceticismoceticismo-jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3482978782041224615</id><published>2009-10-23T12:24:00.003-02:00</published><updated>2009-10-23T21:36:21.231-02:00</updated><title type='text'>Epicuro - Pensamentos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SuI95Onl4oI/AAAAAAAAAXc/yf1r_gGCnkk/s1600-h/2061030144_fb927c2483.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 264px; DISPLAY: block; HEIGHT: 208px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395943356929270402" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SuI95Onl4oI/AAAAAAAAAXc/yf1r_gGCnkk/s400/2061030144_fb927c2483.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nenhum prazer é em si um mal, porém certas coisas capazes de engendrar prazeres trazem consigo maior número de males que de prazeres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu, que não és senhor do teu amanhã, não adies o momento de gozar o prazer possível! Consumimos nossa vida a esperar e morremos empenhados nessa espera do prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazer de fazer o bem, é maior do que recebê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desejo é a causa de todos os males.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há um caminho para a felicidade. Não nos preocuparmos com coisas que ultrapassam o poder da nossa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queres ser rico? Pois não te preocupes em aumentar os teus bens, mas sim em diminuir a tua cobiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade é o maior fruto da auto-suficiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa alma é composta de átomos, por isso é mortal como nosso corpo, nos é dado viver uma só vez. As multidões se consolam com a esperança de outra vida melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3482978782041224615?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3482978782041224615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3482978782041224615&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3482978782041224615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3482978782041224615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/10/epicuro-pensamentos.html' title='Epicuro - Pensamentos'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SuI95Onl4oI/AAAAAAAAAXc/yf1r_gGCnkk/s72-c/2061030144_fb927c2483.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2590711825163194954</id><published>2009-10-18T02:15:00.002-02:00</published><updated>2009-10-18T02:20:43.269-02:00</updated><title type='text'>Corpo e alma em Epicuro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/StqWopazQ5I/AAAAAAAAAXU/h3sCtwF8izs/s1600-h/epicuro.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 299px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393789128786789266" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/StqWopazQ5I/AAAAAAAAAXU/h3sCtwF8izs/s320/epicuro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Epicuro comparava a sua filosofia à medicina: queria ser o terapeuta do espírito, o médico da alma, o cirurgião das paixões. Assim como a medicina deve tratar o sofrimento do corpo, a filosofia trata o sofrimento da alma. “A filosofia é o fármaco mais indicado para as três patologias psíquicas mais freqüentes: o medo dos deuses, da morte, da dor”. Esse remédio é um bem universal, disponível a todos - a busca de um sadio e moderado prazer de viver.&lt;br /&gt;O objetivo da vida feliz é o prazer. O prazer e a felicidade são certamente os critérios condutores do ser humano. O problema está em definir qual é o verdadeiro prazer e como otimizar o bem-estar pessoal, lembrando que a um prazer imediato corresponde muitas vezes uma dor futura. A solução mais sábia está em submeter a busca da felicidade ao juízo da razão.&lt;br /&gt;A razão é capaz de encontrar o caminho da felicidade, pois a filosofia é a saúde da alma, ela é capaz de aquietar o espírito e mitigar seus sofrimentos crônicos – a angustia de viver – e pode extirpar o mal (os desejos e a insatisfação). A felicidade é o problema fundamental dos indivíduos. “É preciso meditar sobre as coisas que podem nos trazer a felicidade, porque, na verdade, tendo-a, temos tudo, se não temos, tudo fazemos para possuí-la”.&lt;br /&gt;Para Epicuro, os deuses existem, mas não se ocupam dos homens. Se os deuses interviessem na vida humana, como pensa o vulgo, a consecução da felicidade não dependeria de nós. O medo da morte tampouco deveria nos afligir, pois a morte não é nada, porque quando nós existimos não existe a morte e quando existe a morte, não existimos mais.&lt;br /&gt;A felicidade consiste no prazer, e o prazer verdadeiro consiste na tranqüilidade do espírito. “Quando dizemos que o prazer é o bem completo e perfeito, não nos referimos aos prazeres dos dissolutos ou dos crápulas, como acreditam alguns que não conhecem ou interpretam mal nossa doutrina, mas sim a não ter dor no corpo nem inquietação na alma. Posto que não fazem uma vida feliz nem os banquetes e festas contínuas, nem desfrutar de jovenzinhos e mulheres,mas sim, o cálculo judicioso que procure as causas de cada ato de escolha ou de recusa, que afaste as falsas opiniões das quais nascem as maiores inquietações do espírito". Portanto, é preciso eliminar os medos inúteis (dos deuses, da morte, da dor) moderar as necessidades de modo que o seu gozo não se transforme no seu contrário e, principalmente, ter como meta a tranqüilidade de espírito, a serenidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2590711825163194954?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2590711825163194954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2590711825163194954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2590711825163194954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2590711825163194954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/10/corpo-e-alma-em-epicuro.html' title='Corpo e alma em Epicuro'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/StqWopazQ5I/AAAAAAAAAXU/h3sCtwF8izs/s72-c/epicuro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7921889650251309258</id><published>2009-10-06T10:59:00.003-03:00</published><updated>2009-10-06T14:46:35.550-03:00</updated><title type='text'>Cicero (106 a.C.- 43 a.C.) Filósofo Estóico</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SstTNuUkh4I/AAAAAAAAAXE/Wc-YQPCxMxs/s1600-h/stoa-attalou.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389492874316646274" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SstTNuUkh4I/AAAAAAAAAXE/Wc-YQPCxMxs/s320/stoa-attalou.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizerem dela."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Todos os homens podem cair num erro, mas só os idiotas perseveram nele."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Pratica cada um dos teus atos como se fosse o último da tua vida."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Prudência é saber distinguir as coisas desejáveis das que convém evitar."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"O melhor tempero da comida é a fome."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Quanto não ganha em tranquilidade quem não se preocupa com o que o vizinho diz, faz ou pensa, mas apenas com os seus próprios atos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Ninguém acredita em um mentiroso, mesmo quando ele diz a verdade."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Fica sabendo que és um deus, se é deus aquele que possui força, sentimento e memória que prevê e que domina, modera e faz mover este corpo ao qual está ligado."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A minha consciência tem mais peso pra mim do que a opinião do mundo inteiro."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Casa sem livros, corpo sem alma."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7921889650251309258?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7921889650251309258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7921889650251309258&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7921889650251309258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7921889650251309258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/10/cicero-106-ac-43-ac.html' title='Cicero (106 a.C.- 43 a.C.) Filósofo Estóico'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SstTNuUkh4I/AAAAAAAAAXE/Wc-YQPCxMxs/s72-c/stoa-attalou.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2519516634994467063</id><published>2009-09-26T15:23:00.004-03:00</published><updated>2009-09-26T17:37:40.721-03:00</updated><title type='text'>Corpo e Alma no Estoicismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sr5mOHzIqPI/AAAAAAAAAW8/VI_jp6IbrIs/s1600-h/untitled.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 281px; FLOAT: left; HEIGHT: 314px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385854597179418866" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sr5mOHzIqPI/AAAAAAAAAW8/VI_jp6IbrIs/s320/untitled.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estóico era o nome dado aos filósofos que freqüentavam a &lt;em&gt;Stoa&lt;/em&gt;, que em grego quer dizer Pórtico. Os filósofos do Pórtico, que se situava em Atenas, cultivavam uma doutrina que concebe que o homem deve buscar a sabedoria e a felicidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em linhas gerais, o estoicismo admite ideal de perfeição para o homem, de forma que todo sábio é necessariamente feliz. De acordo com os estóicos, só a alma livre de qualquer paixão e governada apenas pela razão possui sabedoria e virtude. A alma, sendo uma emanação da mente divina, é de ordem superior e só pode ser comparada com a divindade. Por isso, quando cultivada e curada das ilusões capazes de cegá-la, alcança o alto grau de inteligência que é a razão perfeita, chamada virtude.&lt;br /&gt;Partindo da perfeição da natureza de onde se deduz a racionalidade do cosmo, chega-se à perfeição do homem, que é a virtude. A virtude é então o meio e o fim que o homem deve alcançar para ser sábio e feliz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Iniciando sua reflexão pela natureza como um todo, a razão estóica conduz sua dedução do todo para as partes, até chegar a uma, particular e especial: o homem. A natureza é o todo porque é ela que gera todas as coisas, ela é divina porque Deus é imanente a ela, confunde-se com ela. O homem ocupa lugar privilegiado no cosmo, pois a natureza o distinguiu de todos os animais, conferindo-lhe traço divino. Afinal, o traço distintivo do homem é a razão, que ele possui porque sua alma é uma emanação da mente divina. A alma humana, diferentemente dos outros animais, é racional, emana da própria Razão Universal. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O ideal estóico é o de uma transmutação íntima que transfiguraria o indivíduo inteiro em pura razão.&lt;br /&gt;As ilusões, as paixões que cegam a alma, são quatro: a alegria, a tristeza, o medo e o desejo. O sábio estóico não é acometido por nenhuma paixão, porque cultivou em sua alma a &lt;em&gt;apatia&lt;/em&gt;, a ausência de toda e qualquer paixão. Assim, é somente a alma cultivada, transfigurada em pura razão, que possui sabedoria e virtude. A Razão Universal, a razão perfeita, é a virtude mesma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há nessa doutrina uma profunda crença na autossuficiência da razão que, em identificação com a virtude, é infalível e inquebrantável. Por meio do correto cálculo da razão, de posse da razão perfeita, o homem dobra, erradica qualquer desejo, qualquer paixão, vício, e preserva um estado de tranqüilidade, de felicidade, que nada exterior a ele pode abalar.&lt;br /&gt;Na doutrina estóica, a idéia de uma alma separada do corpo é inconcebível. Ambos são da mesma natureza, indistintamente unidos porque corpóreos. Se a alma é gerada pela natureza, se seu princípio é material, ela necessariamente é material. É devido a certa estrutura física e psíquica da alma que ela é capaz de apreender a natureza como geratriz de todas as coisas, de apreender a racionalidade do cosmo, o modo de ser de cada parte da natureza, e conhecer-se a si mesma, descobrir a virtude como seu modo de ser por excelência. A alma humana somente pode apreender a ordem do cosmo porque ela possui em si mesma a racionalidade e a materialidade desse cosmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2519516634994467063?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2519516634994467063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2519516634994467063&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2519516634994467063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2519516634994467063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/09/corpo-e-alma-no-estoicismo.html' title='Corpo e Alma no Estoicismo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sr5mOHzIqPI/AAAAAAAAAW8/VI_jp6IbrIs/s72-c/untitled.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6478191802628513251</id><published>2009-09-14T18:33:00.003-03:00</published><updated>2009-09-15T02:15:09.985-03:00</updated><title type='text'>Corpo e Alma em Aristóteles I (Conhecimento e Intelecto)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sq8fpZ88GCI/AAAAAAAAAWU/6ThsEddwTYM/s1600-h/Namaste4.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 234px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381554875932612642" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sq8fpZ88GCI/AAAAAAAAAWU/6ThsEddwTYM/s320/Namaste4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para Aristóteles o conhecimento nasce do assombro e da admiração, portanto é resultado do questionamento de nosso espírito sobre os dados da experiência sensível. As sensações de prazer emanam do corpo. A satisfação produzida pelas sensações visuais demonstra que o saber é tanto um prazer quanto um instinto. Pois, a visão é o mais importante dos sentidos, o que mais se assemelha ao conhecimento em si. Essa sensação, mais que qualquer outra, nos permite adquirir conhecimento e nos revela de imediato uma grande quantidade de diferenças...&lt;br /&gt;Quem se encontra em um estado de incerteza e de assombro, acredita ser ignorante. E assim, os homens começaram a filosofar para livrar-se da ignorância, por um amor ao saber e não por alguma necessidade prática. Para ele, entre o pensamento mítico e o pensamento filosófico existe uma continuidade: pois, ambos buscam o fim último das coisas.&lt;br /&gt;O intelecto em Aristóteles surge da relação entre a alma e o corpo. Alma e corpo não são entidades separadas. A alma é “causa e princípio do corpo vivo”. Suas manifestações como coragem, doçura, temor, piedade, audácia, alegria, amor e ódio apresentam-se através do corpo. A alma coordena as funções vitais do organismo que são: sensações, afeições e atividades, sensibilidade e entendimento.&lt;br /&gt;O homem é uma unidade substancial de alma e de corpo, em que a primeira cumpre as funções de forma em relação à matéria, que é constituída pelo segundo. O que caracteriza a alma humana é a racionalidade, a inteligência, o pensamento, pelo que ela é espírito. Mas a alma humana desempenha também as funções da alma sensitiva e vegetativa, sendo superior a estas. Assim, a alma humana, sendo embora uma e única, tem várias faculdades, funções, porquanto se manifesta efetivamente com atos diversos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6478191802628513251?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6478191802628513251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6478191802628513251&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6478191802628513251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6478191802628513251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/09/corpo-e-alma-em-aristoteles-i.html' title='Corpo e Alma em Aristóteles I (Conhecimento e Intelecto)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sq8fpZ88GCI/AAAAAAAAAWU/6ThsEddwTYM/s72-c/Namaste4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3836982747862607919</id><published>2009-09-14T18:29:00.005-03:00</published><updated>2009-09-15T02:21:57.834-03:00</updated><title type='text'>Corpo e Alma em Aristóteles II (O homem e as criaturas)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sq8gGuuKtXI/AAAAAAAAAWc/rs-s6OZRWu4/s1600-h/eden.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381555379724006770" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sq8gGuuKtXI/AAAAAAAAAWc/rs-s6OZRWu4/s320/eden.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algumas criaturas animadas possuem todas as faculdades, outras algumas e outras ainda, apenas uma. As faculdades da alma são: a Faculdade Nutritiva, a Faculdade Sensitiva e a Faculdade Intelectiva.&lt;br /&gt;· Alma Nutritiva: que é o princípio mais básico e elementar da vida, responsável pelas funções biológicas como nutrição, crescimento e geração. É por essa faculdade que os seres vivos perpetuam suas espécies respectivas.&lt;br /&gt;· Alma Sensitiva: que além de responsável pelo movimento, é também responsável pelas sensações do corpo. Aristóteles quer dizer que cada órgão dos sentidos percebe do mesmo objeto as características que são próprias de sua função.&lt;br /&gt;· Alma Intelectiva (Intelecto): Dessa faculdade intelectiva, somente o Homem é dotado, pois somente ele tem a capacidade de conhecer. Aristóteles caracteriza o Intelecto como “aquela parte da alma que permite conhecer e pensar” Para explicar esse conhecimento sensível, que depois dá lugar ao inteligível, Aristóteles apresenta a teoria da abstração que procura explicar toda a estrutura do conhecimento intelectivo. No processo de abstração, a inteligência negligencia os aspectos singulares e realiza, assim, uma abstração total, retendo tão somente a forma, que é universal, pois pertence aos indivíduos indistintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alma como princípio da vida e do movimento também está presente nos animais. A diferença entre o homem e os animais é uma questão de grau. O Homem é o único ser vivo que é dotado das três faculdades da alma. Faculdades Nutritivas, Sensitivas e Intelectivas. O Homem tem a capacidade de se nutrir, reproduzir, captar os objetos através dos sentidos e também é capaz de conhecer por meio do Intelecto.&lt;br /&gt;As faculdades fundamentais do espírito humano são duas: teorética e prática, cognoscitiva e operativa, contemplativa e ativa. Cada uma destas, pois, se desdobra em dois graus, sensitivo e intelectivo, se se tiver presente que o homem é um animal racional, quer dizer, não é um espírito puro, mas um espírito que anima um corpo animal.&lt;br /&gt;Para Aristóteles, acima do conhecimento sensível está o conhecimento inteligível, especificamente diverso do primeiro. Ele aceita a essencial distinção platônica entre sensação e pensamento, ainda que rejeite o inatismo platônico, contrapondo-lhe a concepção do intelecto como tabula rasa, sem idéias inatas. Objeto do sentido é o particular, o contingente, o mutável, o material. Objeto do intelecto é o universal, o necessário, o imutável, o imaterial, as essências, as formas das coisas e os princípios primeiros do ser, o ser absoluto. Por conseqüência, a alma humana, conhecendo o imaterial, deve ser espiritual e, quanto a tal, deve ser imperecível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3836982747862607919?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3836982747862607919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3836982747862607919&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3836982747862607919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3836982747862607919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/09/corpoe-almaem-aristoteles-ii-o-homem-e.html' title='Corpo e Alma em Aristóteles II (O homem e as criaturas)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sq8gGuuKtXI/AAAAAAAAAWc/rs-s6OZRWu4/s72-c/eden.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5973596912611355127</id><published>2009-09-02T11:43:00.005-03:00</published><updated>2009-09-03T01:00:11.901-03:00</updated><title type='text'>Corpo e Alma em Platão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sp6WWkSkGPI/AAAAAAAAAWE/or60XvE4QHY/s1600-h/meditacion.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 228px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376900319569778930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sp6WWkSkGPI/AAAAAAAAAWE/or60XvE4QHY/s320/meditacion.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos conhecer se a idéia não provém ou emana do conhecimento sensível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para responder a essa questão, Platão elabora a teoria da reminiscência, onde afirma que a alma é imortal e muda de corpo após a morte. Nessa mudança de corpo, as almas contemplam as idéias perfeitas. O conhecimento do mundo real se dá pela lembrança do mundo ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Platão elabora a teoria do inatismo. A alma recupera a idéia perfeita antes de encarnar; Adquirimos o conhecimento antes de nascer e o carregamos conosco ao nascer (...) por que o saber é isso: adquirido um conhecimento, conservá-lo e não esquecê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ignorância é importante para a sabedoria, pois a pessoa que se considera ignorante sobre algo, não que ela seja "burra", mas sim, que tem humildade para buscar conhecimento, saber, ter curiosidade para cada vez aprender mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alma é o sopro vital, presente em todos os seres. É definida como aquela que tem capacidade de mover por si mesma. Está dividida em três partes: a racional, localizada no cérebro - o ímpeto, localizado no peito e os apetites localizado no ventre.&lt;br /&gt;Morrer para o filosofo é libertar-se do cárcere do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo como túmulo da alma, significa que o corpo e a alma são duas existências distintas. Uma existência aparente (corpo) e uma existência real (alma). O inteligível (alma) é capaz de conhecer por meio das reminiscências, e o sensível (corpo) participa do inteligível.&lt;br /&gt;Há uma separação entre corpo e alma, sendo o homem um misto, e não uma unidade desses dois aspectos. O aparente se altera, morre e o inteligível permanece, pois é uma realidade estável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar sobre o corpo exige pensar sobre a existência, sobre a aparência, sobre a vida e a morte, sobre a finitude, sobre o tempo, sobre o sensível e o invisível.&lt;br /&gt;Para o filósofo, o corpo está sujeito aos males da condição humana, sobre a qual se impõe a natureza, devendo portanto, obedecer à alma e serví-la pois, o corpo é ininteligível, multiforme, dissolúvel e jamais igual a si mesmo. Já a alma é inteligível, estável e imortal, devendo pois comandar e dirigir.&lt;br /&gt;Segundo Platão, o corpo é um obstáculo para a alma que busca a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O material (corpo) é modelado, é o que recebe a essência ou forma divina, se altera e se destrói. Essa alteração é como uma resistência à informação divina, o que justifica sua destruição e morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ora, a alma pensa melhor quando não tem nada disso a perturbá-la; nem a vista, nem o ouvido, nem a dor, nem prazer de espécie alguma, e concentrada em si mesma, dispensa a companhia do corpo, evitando qualquer comércio com ele, e esforça-se por apreender a verdade." (Fédon)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;adaptado de "Filosofia Ciência &amp;amp; Vida", n. 37&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5973596912611355127?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5973596912611355127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5973596912611355127&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5973596912611355127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5973596912611355127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/09/corpo-e-alma-em-platao.html' title='Corpo e Alma em Platão'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sp6WWkSkGPI/AAAAAAAAAWE/or60XvE4QHY/s72-c/meditacion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8499437917726182637</id><published>2009-08-29T19:08:00.009-03:00</published><updated>2009-09-26T17:40:13.299-03:00</updated><title type='text'>Razão e Política</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SpmuLypLuhI/AAAAAAAAAV0/5G2FCR2RaWo/s1600-h/0f820c6c302ec7bee3941ac0ed1d0eee.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 204px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375519147839699474" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SpmuLypLuhI/AAAAAAAAAV0/5G2FCR2RaWo/s320/0f820c6c302ec7bee3941ac0ed1d0eee.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no plano político que a Razão primeiramente se exprimiu, constituiu-se e formou-se.&lt;br /&gt;A experiência social pôde tornar-se entre os gregos o objeto de uma reflexão positiva por que se prestava, na cidade, a um debate público de argumentos. Assim se destacou e se definiu um pensamento propriamente político, exterior à religião, com seus conceitos, vocabulário, princípios,e suas vistas teóricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o grego, o homem não se separa do cidadão e a reflexão é o privilégio dos homens livres que exercem correlativamente sua razão e seus direitos cívicos. Os gregos acrescentam assim uma nova dimensão à história do pensamento humano. Para resolver as dificuldades teóricas, a filosofia teve de forjar para si uma linguagem, elaborar seus conceitos, edificar uma lógica, construir sua própria racionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filósofos se questionam sobre a natureza do Ser e do Saber e quais são suas relações. Para o pensamento grego o mundo social deve estar sujeito ao número e à medida. Por isso a Razão se desenvolveu através de técnicas que dão meios para o domínio de outrem e cujo instrumento comum é a linguagem. Este pensamento marcou o homem antigo porque caracteriza uma civilização que não deixou de considerar a vida pública como o coroamento da atividade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Razão grega é a que de maneira positiva, refletida, metódica, permite agir sobre os homens, não transformar a natureza.&lt;br /&gt;Dentro de seus limites como em suas inovações, a Razão é filha da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;adaptado de "As Origens do Pensamento Grego" J. P. Vernant &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8499437917726182637?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8499437917726182637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8499437917726182637&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8499437917726182637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8499437917726182637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/08/razao-e-politica.html' title='Razão e Política'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SpmuLypLuhI/AAAAAAAAAV0/5G2FCR2RaWo/s72-c/0f820c6c302ec7bee3941ac0ed1d0eee.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-9075917429285047788</id><published>2009-08-21T23:45:00.010-03:00</published><updated>2009-08-22T00:44:42.419-03:00</updated><title type='text'>20 anos sem Raul Seixas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/So9h7hqPy2I/AAAAAAAAAUs/DfI_GRSN4iM/s1600-h/raul.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372620555752033122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/So9h7hqPy2I/AAAAAAAAAUs/DfI_GRSN4iM/s320/raul.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu sei que determinada rua que eu já passei &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tornará a ouvir o som dos meus passos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tem uma revista que eu guardo há muitos anos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que nunca mais eu vou abrir &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cada vez que eu me despeço de uma pessoa &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A morte, surda, caminha ao meu lado &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu não sei em que esquina ela vai me beijar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com que rosto ela virá? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Na música que eu deixei para compor amanhã? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro? &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Virá antes de eu encontrar a mulher, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A mulher que me foi destinada, &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E que está em algum lugar me esperando &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Embora eu ainda não a conheça? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vou te encontrar &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/So9htrJbhsI/AAAAAAAAAUk/mPWZbG6v8k8/s1600-h/cancao_de_morte.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372620317780575938" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/So9htrJbhsI/AAAAAAAAAUk/mPWZbG6v8k8/s320/cancao_de_morte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vestida de cetim &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois em qualquer lugar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esperas só por mim &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E no teu beijo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Provar o gosto estranho &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que eu quero e não desejo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tenho que encontrar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vem, mas demore a chegar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu te detesto e amo Morte,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Morte, morte que talvez &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seja o segredo desta vida &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qual será a forma da minha morte &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma das tantas coisas que eu &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-corrected"&gt;não&lt;/span&gt; escolhi na vida&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Existem tantas... um acidente de carro &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O coração que se recusa a bater no próximo minuto &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A anestesia mal-aplicada &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A vida mal-vivida &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A ferida mal curada &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dor já envelhecida &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O câncer já espalhado e ainda escondido &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou até, quem sabe, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um escorregão idiota num dia de sol &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A cabeça no meio-fio &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oh morte, tu que és tão forte &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que matas o gato, o rato e o homem &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vista-se com a tua mais bela roupa &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando vieres me buscar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que meu corpo seja cremado &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que minhas cinzas alimentem a erva &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que a erva alimente outro homem como eu &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque eu continuarei neste homem &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E nos meus filhos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na palavra rude que eu disse para alguém &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que não gostava &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E até no uísque que eu não terminei de beber &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aquela noite... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372627752698075106" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/So9oecX5V-I/AAAAAAAAAU0/07qjL_P3EoY/s320/Ampulheta.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-9075917429285047788?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/9075917429285047788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=9075917429285047788&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/9075917429285047788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/9075917429285047788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/08/20-anos-sem-raul-seixas.html' title='20 anos sem Raul Seixas'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/So9h7hqPy2I/AAAAAAAAAUs/DfI_GRSN4iM/s72-c/raul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2088430922359649963</id><published>2009-08-11T16:40:00.005-03:00</published><updated>2009-08-11T17:01:50.283-03:00</updated><title type='text'>11 de agosto - Dia do Estudante</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SoHKde--NlI/AAAAAAAAATo/5S4AiTCr_8M/s1600-h/DSC00983(1).jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368794838684546642" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SoHKde--NlI/AAAAAAAAATo/5S4AiTCr_8M/s200/DSC00983(1).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Paga mal a um mestre aquele que continua sempre discípulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;---------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;F. Nietzsche&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2088430922359649963?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2088430922359649963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2088430922359649963&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2088430922359649963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2088430922359649963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/08/11-de-agosto-dia-do-estudante.html' title='11 de agosto - Dia do Estudante'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SoHKde--NlI/AAAAAAAAATo/5S4AiTCr_8M/s72-c/DSC00983(1).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3527992406984056364</id><published>2009-08-06T12:46:00.003-03:00</published><updated>2009-08-06T12:57:00.262-03:00</updated><title type='text'>O Idiota  (F. Dostoiévisk)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Snr88zArNZI/AAAAAAAAATg/3gQTDR-YMZ8/s1600-h/A_RECO~1.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 219px; DISPLAY: block; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366880027380757906" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Snr88zArNZI/AAAAAAAAATg/3gQTDR-YMZ8/s320/A_RECO~1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Será que realmente se pode ser infeliz? Oh, o que são a minha mágoa e a minha desgraça se eu estou em condição de ser feliz? Sabem, eu não compreendo como se pode passar ao lado de uma árvore e não ficar feliz por vê-la! Conversar com uma pessoa e não se sentir feliz por amá-la! Oh, eu apenas não sei exprimir... mas, a cada passo, quantas coisas maravilhosas existem, que até o mais desconcertado dos homens as acha belas? Olhem para uma criança, olhem para a alvorada de Deus, olhem para a relva do jeito que cresce, olhem para os olhos que os olham e os amam...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3527992406984056364?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3527992406984056364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3527992406984056364&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3527992406984056364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3527992406984056364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/08/o-idiota-f-dostoievisk.html' title='O Idiota  (F. Dostoiévisk)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Snr88zArNZI/AAAAAAAAATg/3gQTDR-YMZ8/s72-c/A_RECO~1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7704247389171217112</id><published>2009-08-04T13:37:00.012-03:00</published><updated>2009-08-05T13:11:51.415-03:00</updated><title type='text'>Diálogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SnhnQHRHPjI/AAAAAAAAATY/yxumiJ1yK3Q/s1600-h/6099783.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366152482538339890" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SnhnQHRHPjI/AAAAAAAAATY/yxumiJ1yK3Q/s320/6099783.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Estava eu doente? Agora estou são?&lt;br /&gt;Quem foi o meu médico?&lt;br /&gt;Como pude esquecer tudo! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;B. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Agora sim, creio que está são:&lt;br /&gt;Pois sadio é quem esquece. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ele para e escuta: o que o perturba?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que coisa lhe zumbe aos ouvidos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que foi que o atingiu?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;B.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Como todos os que usam grilhões,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em toda parte ele ouve - grilhões a tinir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;F. Nietzsche - A Gaia Ciência&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7704247389171217112?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7704247389171217112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7704247389171217112&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7704247389171217112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7704247389171217112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/08/dialogo.html' title='Diálogo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SnhnQHRHPjI/AAAAAAAAATY/yxumiJ1yK3Q/s72-c/6099783.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8205702935016993036</id><published>2009-07-28T09:50:00.003-03:00</published><updated>2009-07-28T10:56:35.031-03:00</updated><title type='text'>Relações Causais em Aristóteles</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sm70qlShoCI/AAAAAAAAATQ/TJPPvx2ChHM/s1600-h/FB53E_1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 313px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sm70qlShoCI/AAAAAAAAATQ/TJPPvx2ChHM/s320/FB53E_1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363493218646335522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para exemplificar as relações causais, Aristóteles serve-se da estátua de uma deusa:&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;causa formal &lt;/strong&gt;é o modelo que serve para dar forma à estátua. A &lt;strong&gt;causa material &lt;/strong&gt;é a matéria de que é feita a estátua, por ex. o bronze ou o mármore. Assim, uma determinada quantidade de matéria recebe a forma de uma estátua. Podemos ter a mesma forma, a estátua, e diferentes matérias, bronze, gesso, mármore, etc., assim como a mesma matéria pode se encontrar em diferentes formas: o mármore na estátua, na pedreira, numa coluna, etc. &lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;causa eficiente &lt;/strong&gt;é o que faz com que a matéria adquira uma determinada forma, em nosso exemplo o escultor com suas ferramentas, que dá ao mármore a forma de estátua. A &lt;strong&gt;causa final &lt;/strong&gt;caracteriza o objetivo ou propósito da estátua: o culto, a decoração, uma homenagem, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o filosofo, o objetivo do saber é o estabelecimento de normas e critérios da boa forma de agir, isto é, da ação correta e eficaz. &lt;br /&gt;“Nosso objetivo é tornar-nos homens bons, ou alcançar o grau mais elevado do bem humano. Este bem é a felicidade; e a felicidade consiste na atividade da alma de acordo com a virtude”. O homem virtuoso deve conhecer o ponto médio, a justa medida das coisas, e agir de forma equilibrada de acordo com a prudência ou moderação, que pode ser entendida como a própria caracterização do saber prático.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8205702935016993036?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8205702935016993036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8205702935016993036&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8205702935016993036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8205702935016993036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/07/relacoes-causais-em-aristoteles.html' title='Relações Causais em Aristóteles'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sm70qlShoCI/AAAAAAAAATQ/TJPPvx2ChHM/s72-c/FB53E_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8881354096750140828</id><published>2009-07-18T13:05:00.004-03:00</published><updated>2009-07-18T13:16:25.320-03:00</updated><title type='text'>Fiódor Dostoiévski</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SmH03O_4gII/AAAAAAAAATI/DKthMn4EtnA/s1600-h/20070207-colaborador-manueldacostapinto-dostoievski.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 159px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SmH03O_4gII/AAAAAAAAATI/DKthMn4EtnA/s320/20070207-colaborador-manueldacostapinto-dostoievski.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359834261303623810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;...Quando olho para o passado e compreendo quanto tempo perdi em vão, quanto perdi com equívocos, com erros, na ociosidade, na inabilidade para viver, como deixei de apreciá-lo, quantas vezes pequei contra meu coração e minha alma, meu coração se põe a sangrar. &lt;br /&gt;A vida é uma dádiva, a vida é uma felicidade, cada minuto poderia ser uma eternidade de felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8881354096750140828?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8881354096750140828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8881354096750140828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8881354096750140828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8881354096750140828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/07/fiodor-dostoievski.html' title='Fiódor Dostoiévski'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SmH03O_4gII/AAAAAAAAATI/DKthMn4EtnA/s72-c/20070207-colaborador-manueldacostapinto-dostoievski.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8107642047740228557</id><published>2009-07-02T15:09:00.003-03:00</published><updated>2009-07-03T21:52:02.537-03:00</updated><title type='text'>Aristóteles</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Skz7kfwivbI/AAAAAAAAATA/FLH_VCRBYpQ/s1600-h/aristoteles+desenhado.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 246px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353930661455642034" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Skz7kfwivbI/AAAAAAAAATA/FLH_VCRBYpQ/s320/aristoteles+desenhado.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Discípulo de Platão, propõe outra resposta ao problema de seu mestre. Para ele este é o único mundo que existe e, somente pela experiência é que podemos conhecer as coisas. Ele respeita a dualidade de um mundo inteligível oposto ao mundo sensível, mas diz que o mundo sensível é o único mundo que existe e que o outro (inteligível) não é um mundo à parte, e sim os instrumentos intelectuais necessários à sua inteligibilidade. As condições de inteligibilidade não são sensíveis, e neste sentido estão separadas do conteúdo imediato da experiência, mas somente desempenham a função de conferir inteligibilidade ao sensível se estiverem junto dele, sempre ligadas ao conteúdo que devem determinar. Para isso postula as categorias, elementos lógicos de determinação e articulação, que são:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Substância:&lt;/strong&gt; determinação principal, fundamental que nos permite discernir nas coisas aquilo que elas essencialmente são;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Acidente:&lt;/strong&gt; que se referem à substância e a integram, mas não de modo necessário. Representam os vários sentidos que se pode dizer daquilo que é; podem ser assim separadas: qualidade; quantidade; lugar; tempo; ação; paixão; relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles afirma que conhecer é conhecer pelas causas e supõe a articulação entre causa e efeito segundo quatro modalidades:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) A causa formal:&lt;/strong&gt; essência inteligível determinante da coisa;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) A causa material:&lt;/strong&gt; a matéria da qual algo é feito;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) A causa eficiente:&lt;/strong&gt; o agente que produz a coisa;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4) A causa final:&lt;/strong&gt; aquilo em vista de que a coisa existe, sua finalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Aristóteles para que uma coisa exista, a matéria deve receber uma forma que a determine especificamente. É preciso que as duas se juntem para que um ente real venha a ser. Para entender como essa união acontece, o filósofo afirma um outro par de noções: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;potência&lt;/strong&gt; – a pura receptividade material; e &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ato&lt;/strong&gt; – a atualização do que estava apenas em potência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa relação é essencial para compreendermos como as coisas vêm a ser, já que se trata de um processo. A cada vez que um conhecimento se dá identifico na coisa a forma que define e especifica a matéria e o ato que tornou a realidade efetiva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim ele distingue a dualidade do real sem precisar dividir a realidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8107642047740228557?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8107642047740228557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8107642047740228557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8107642047740228557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8107642047740228557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/07/aristoteles.html' title='Aristóteles'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Skz7kfwivbI/AAAAAAAAATA/FLH_VCRBYpQ/s72-c/aristoteles+desenhado.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3329521642693720541</id><published>2009-06-27T11:43:00.009-03:00</published><updated>2009-06-27T12:14:57.689-03:00</updated><title type='text'>Sócrates e Platão</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SkY2PFwtl6I/AAAAAAAAAS4/TjmfnSIPHpg/s1600-h/mileto1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352024840048842658" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SkY2PFwtl6I/AAAAAAAAAS4/TjmfnSIPHpg/s320/mileto1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sócrates:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Filósofo grego que tornou-se um marco na filosofia antiga a ponto de dividir a própria história da filosofia em pré-socráticos e socráticos, tornou-se célebre por sua frase “Só sei que nada sei!”. Pode dizer assim que o fato de não saber abre a experiência para o novo, para a investigação daquilo que já imaginávamos saber com uma nova disposição de espírito para conhecer a verdade daquilo que investigamos.&lt;br /&gt;Assim pode Sócrates propor a suspensão de nossos pré-conceitos e pré-juízos para compreender através da reflexão todos os objetos apresentados à nossa percepção: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 139px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352023736663206066" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SkY1O3VE6LI/AAAAAAAAASw/myozmZkDM8Q/s320/triangulo+socratico.bmp" /&gt;&lt;strong&gt;Platão:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Discípulo de Sócrates, Platão considera o conhecimento uma lembrança das idéias perfeitas que a alma conheceu no Mundo das Idéias. Para ele, tudo o que podemos conhecer são cópias imperfeitas, que existem neste Mundo das Aparências, das idéias perfeitas que conhecemos naquele outro mundo. Assim, para Platão, o conhecimento é memória, lembrança. Somente através da reflexão, do pensamento, das idéias podemos conhecer as coisas. Platão postula a existência de dois mundos distintos para explicar o conhecimento:&lt;br /&gt;- O mundo das idéias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O mundo das aparências. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Platão, com sua teoria dos dois mundos, tenta explicar que podemos conhecer apenas pelo pensamento que se lembra das formas perfeitas do mundo das idéias e que os nossos sentidos percebem apenas as aparências, as sombras imperfeitas daquele mundo onde reside a verdade. Em Platão o Bem, o Belo e o Verdadeiro se igualam no Mundo das Idéias e isso constitui o Divino. A Justiça é essa realização (Bem = Belo = Verdade) e depende da distinção entre o inteligível e o sensível para que se alcance a Verdade.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3329521642693720541?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3329521642693720541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3329521642693720541&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3329521642693720541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3329521642693720541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/06/socrates-e-platao.html' title='Sócrates e Platão'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SkY2PFwtl6I/AAAAAAAAAS4/TjmfnSIPHpg/s72-c/mileto1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8756117730462569816</id><published>2009-06-21T02:51:00.004-03:00</published><updated>2009-06-21T03:05:10.414-03:00</updated><title type='text'>Caminhos &amp; Rumos da Educação no Brasil (desabafo de uma professora)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sj3MvO2I9QI/AAAAAAAAASo/d2D_87V56aM/s1600-h/transform1.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 262px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349657044197111042" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sj3MvO2I9QI/AAAAAAAAASo/d2D_87V56aM/s320/transform1.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;-1. Ensino da matemática em 1950:&lt;br /&gt;Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?&lt;br /&gt;-2. Ensino de matemática em 1970:&lt;br /&gt;Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda, ou seja, € 80,00. Qual é o lucro?&lt;br /&gt;-3. Ensino de matemática em 1980:&lt;br /&gt;Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00. Qual é o lucro?&lt;br /&gt;-4. Ensino de matemática em 1990:&lt;br /&gt;Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro: ( ) € 20,00 ( ) € 40,00 ( ) € 60,00 ( ) € 80,00 ( ) € 100,00.&lt;br /&gt;-5. Ensino de matemática em 2000:&lt;br /&gt;Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00. O lucro é de € 20,00. Está certo?( ) SIM ( ) NÃO&lt;br /&gt;-6. Ensino de matemática em 2008:&lt;br /&gt;Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00. O custo de produção é € 80,00. Se você souber ler coloque um X no € 20,00. ( ) € 20,00 ( ) € 40,00 ( ) € 60,00 ( ) € 80,00 ( ) € 100,00.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8756117730462569816?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8756117730462569816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8756117730462569816&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8756117730462569816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8756117730462569816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/06/caminhos-rumos-da-educacao-no-brasil.html' title='Caminhos &amp; Rumos da Educação no Brasil (desabafo de uma professora)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sj3MvO2I9QI/AAAAAAAAASo/d2D_87V56aM/s72-c/transform1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8095326378754434143</id><published>2009-06-14T15:54:00.003-03:00</published><updated>2009-06-15T23:31:33.349-03:00</updated><title type='text'>Heráclito X Parmênides</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SjVRCY9Y80I/AAAAAAAAASg/jSUH6KlXi7c/s1600-h/1223.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 170px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347269234073858882" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SjVRCY9Y80I/AAAAAAAAASg/jSUH6KlXi7c/s400/1223.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Do ponto de vista de Heráclito, que pensa os opostos como complementares e vê no conflito e no movimento os princípios básicos do real, a concepção de Parmênides é insustentável, já para o monismo dos eleatas, a posição dos mobilistas é absurda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se praticamente do primeiro grande conflito de paradigmas na tradição filosófica, o que dá origem a duas correntes, que, de uma forma ou de outra, sempre encontraremos no desenvolvimento dessa tradição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira valoriza a pluralidade do real, a contribuição de nossa experiência concreta para o conhecimento dessa realidade, e a oposição e o conflito entre os elementos dessa realidade que constatamos a partir dessa experiência, os quais, longe de ser algo problemático, caracterizam a própria natureza dessa realidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A segunda busca aquilo que é único, permanente, estável, eterno, perfeito; o que não se dá de imediato a nossos sentidos, só se revelando a nosso pensamento após uma longa experiência de reflexão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se no entanto de um conflito insolúvel, pois não temos um critério externo às teorias, independente delas, que nos permita dizer quem tem razão. De certa forma isso se tornará um traço característico da filosofia: tudo pode ser posto em questão; a discussão filosófica está permanentemente em aberto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;MARCONDES, Danilo. &lt;strong&gt;Iniciação à História da Filosofia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8095326378754434143?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8095326378754434143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8095326378754434143&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8095326378754434143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8095326378754434143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/06/heraclito-x-parmenides.html' title='Heráclito X Parmênides'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SjVRCY9Y80I/AAAAAAAAASg/jSUH6KlXi7c/s72-c/1223.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5069916836238024941</id><published>2009-06-09T12:36:00.001-03:00</published><updated>2009-06-09T12:39:18.147-03:00</updated><title type='text'>Professor: 1969 vs 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Si6B79dFvuI/AAAAAAAAASY/XvIDMRtcLXQ/s1600-h/Figura1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 271px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345352674844196578" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Si6B79dFvuI/AAAAAAAAASY/XvIDMRtcLXQ/s400/Figura1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt; É triste, mas é verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5069916836238024941?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5069916836238024941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5069916836238024941&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5069916836238024941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5069916836238024941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/06/professor-1969-vs-2009.html' title='Professor: 1969 vs 2009'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Si6B79dFvuI/AAAAAAAAASY/XvIDMRtcLXQ/s72-c/Figura1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5890403356029754998</id><published>2009-06-04T16:56:00.002-03:00</published><updated>2009-06-04T17:02:17.403-03:00</updated><title type='text'>Anaximenes de Mileto</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SigoEIDU5nI/AAAAAAAAASQ/FhmD1FRfVzk/s1600-h/anaximenes.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 205px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343565009221117554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SigoEIDU5nI/AAAAAAAAASQ/FhmD1FRfVzk/s400/anaximenes.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Divergindo de seu mestre Anaximandro, Anaxímenes retoma uma substância determinada, o Ar, como o elemento originário de todas as coisas. Para ele a Physis (arché) é o ar infinito, infinito em grandeza, em quantidade, mas qualitativamente determinado. Toda a realidade na sua totalidade deriva, segundo ele, desse princípio único, primeiro e a multiplicidade e a mudança atestadas pelos sentidos são meras manifestações diferenciadas do ar.&lt;br /&gt;Do mesmo modo que seus antecessores, Anaxímenes, partindo do princípio primeiro, estabelecido em virtude de uma intuição sensível que emerge do esforço continuado da razão debruçada sobre os fatos problemáticos da Physis (natureza), procura fundamentar e desenvolver seu projeto filosófico de forma sistemática e coerente, na medida em que consegue justificá-lo com argumentos compreensíveis, aceitáveis e fundados nos dados da experiência. Afirma que a multiplicidade de seres e as mudanças que constatamos pelos sentidos no todo da realidade são manifestações diferenciadas (aparências) do mesmo princípio que, na verdade, permanece imodificado (sempre o mesmo) no fundo invisível de tudo que existe.&lt;br /&gt;Para Anaxímenes, a diferença qualitativa que existe entre os inúmeros seres que constituem a realidade multiforme advém unicamente dos processos de rarefação e condensação do Ar que significam apenas uma diferença quantitativa do princípio-primeiro-Ar. São essas diferenças que determinam as diferenças qualitativas que explicam a multiplicidade das coisas constitutivas do universo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5890403356029754998?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5890403356029754998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5890403356029754998&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5890403356029754998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5890403356029754998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/06/anaximenes-de-mileto.html' title='Anaximenes de Mileto'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SigoEIDU5nI/AAAAAAAAASQ/FhmD1FRfVzk/s72-c/anaximenes.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8357008692222435025</id><published>2009-05-26T01:51:00.008-03:00</published><updated>2009-05-26T13:28:51.940-03:00</updated><title type='text'>A velha e a nova</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/ShwX8HqhPxI/AAAAAAAAASI/95YCZi6lmTk/s1600-h/Fig_03.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; FLOAT: left; HEIGHT: 204px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340169579771543314" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/ShwX8HqhPxI/AAAAAAAAASI/95YCZi6lmTk/s320/Fig_03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Por que deslizas tão furtivamente durante o crepúsculo, Zaratustra? E que ocultas com tanta precaução debaixo da tua capa'? É algum tesouro que te deram? É algum menino que te nasceu? Seguirás tu também agora o caminho dos ladrões, amigo do mal?"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"− Claro, meu irmão! − respondeu Zaratustra. − Levo aqui um tesouro: uma pequena verdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É, porém, rebelde como uma criança, e se lhe não tapasse a boca gritaria desaforadamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seguia eu hoje solitário o meu caminho, à hora em que o sol se escondia, quando encontrei uma velha que falou assim à minha alma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Zaratustra tem falado muito até mesmo conosco, mulheres, mas nunca nos falou da mulher". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu respondi: "Não é preciso falar da mulher senão aos homens".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Fala−me a mim também da mulher − disse ela. − Sou bastante velha para esquecer logo tudo quanto me digas".&lt;br /&gt;Cedi ao desejo da velha, e disse−lhe assim: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Na mulher tudo é um enigma e tudo tem uma só solução: a prenhez. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O homem é para a mulher um meio; o fim é sempre o filho. Que é, porém, a mulher para o homem? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro homem quer duas coisas: o perigo e o divertimento. Por isso quer a mulher, que é o brinquedo mais perigoso. O homem deve ser educado para a guerra, e a mulher para o prazer do&lt;br /&gt;guerreiro. Tudo o mais é loucura. O guerreiro não gosta de frutos doces demais. Por isso a mulher lhe agrada: a mulher mais doce tem sempre o seu quê de amargo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mulher compreende melhor do que o homem as crianças: mas o homem é mais infantil que a mulher. Em todo o verdadeiro homem se oculta uma criança: uma criança que quer brincar. Eia; mulheres! descobri no homem a criança! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seja a mulher um brinquedo puro e fino como o diamante, abrilhantado pelas virtudes de um mundo que ainda não existe. Cintile no vosso amor o fulgor de uma estrela! A vossa esperança que diga:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Nasça de mim, o Super−homem!" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Haja valentia no vosso amor! Com o vosso amor deveis afrontar o que vos inspire medo. Cifre−se a vossa honra no vosso amor! Geralmente a mulher pouco entende de honra. Seja, porém, honra vossa amar sempre mais do que fordes amadas e nunca serdes a segunda. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tema o homem a mulher, quando a mulher odeia: porque, no fundo, o homem é simplesmente mau: mas a mulher é perversa.&lt;br /&gt;A que odeia mais a mulher? O ferro falava assim ao ímã: Odeio−te mais do que tudo porque atrais sem ser forte bastante para sujeitar". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A felicidade do homem é: eu quero; a felicidade da mulher é: ele quer.&lt;br /&gt;"Vamos! Já nada falta no mundo!" −assim pensa a mulher quando obedece com todo o coração. E é preciso que a mulher obedeça e que encontre uma profundidade para a sua superfície. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A alma da mulher é superfície: móvel e tumultuosa película de águas superficiais. A alma do homem, porém, é profunda, a sua corrente brame em grutas subterrâneas; a mulher pressente a sua força mas não a entende". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então a velha respondeu−lhe: "Zaratustra disse muitas coisas bonitas, mormente para as que são novas. Coisa singular! Zaratustra conhece pouco as mulheres e, contudo, tem razão no que diz delas! Será porque nada é impossível na mulher? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E agora, como recompensa, aceita uma pequena verdade. Sou suficientemente velha para te dizer. Sufoca−a, tapa−lhe a boca, porque do contrário grita alto demais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Venha a tua verdade, mulher!" − disse eu, e a velha falou assim: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Vais ter com as mulheres? Olha, não te esqueça o chicote".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;F. Nietzsche, Assim Falou Zaratustra&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8357008692222435025?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8357008692222435025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8357008692222435025&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8357008692222435025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8357008692222435025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/05/velha-e-nova.html' title='A velha e a nova'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/ShwX8HqhPxI/AAAAAAAAASI/95YCZi6lmTk/s72-c/Fig_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1695925042664953208</id><published>2009-05-19T16:36:00.003-03:00</published><updated>2009-05-19T16:46:04.185-03:00</updated><title type='text'>Anaximandro e a explicação do Universo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/ShMMBoxmwII/AAAAAAAAARg/kNA7zI4ALUY/s1600-h/anaximandro.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337623205629051010" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/ShMMBoxmwII/AAAAAAAAARg/kNA7zI4ALUY/s320/anaximandro.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anaximandro se propõe a dar uma explicação do princípio e do processo de origem do universo. Com ele ocorre pela primeira vez e de forma explicita o uso do termo Arché como princípio primeiro e realidade última de todas as coisas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O universo resulta de modificações ocorridas nesse princípio primeiro originário. Apeíron. O universo passa a ser visto como uma estrutura dinâmica no interior da qual se digladiam os pares de opostos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Anaximandro a substancia original, Apeíron, que constitui o mundo é indefinida e em nada se assemelha a qualquer espécie de matéria ou elemento vistos no mundo já estruturado. O Apeíron é espacialmente indefinido e qualitativamente indeterminado, não se identificando com qualquer coisa percebida na natureza. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para explicar a constituição do universo, Anaximandro, afirma que o Apeíron seria dotado de movimento eterno, um vórtice, um todo em revolução, semelhante a um redemoinho de vento em turbilhão. Em conseqüência desse forte movimento de rotação originário, primitivo, desprendeu-se uma massa da qual se separaram os pares de contrários: quente e frio, seco e úmido, etc. o quente transforma-se numa esfera de fogo (sendo mais leve, mais sutil, tende a ocupar a parte exterior em relação ao centro) que continua girando acima da esfera de ar que envolve a terra (sendo a parte mais densa tende a ocupar o centro). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este círculo de fogo (o quente), pressionado pelo vapor em expansão produzido pelo seu próprio calor, fragmenta-se em diferentes anéis, dando origem às estrelas, à lua e ao sol (os astros). As fases da lua e os eclipses são determinados pelo bloqueio parcial ou total dos orifícios na esfera de ar que permitem ou não a passagem da luz dos astros constituídos pelo fogo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa separação rompe com a unidade, faz nascer a diversidade e a multiplicidade dos contrastantes entre si que, agora, destinados a restituir com a morte o seu próprio nascimento, devem voltar à unidade de origem. A primeira injustiça é provocar a ruptura da unidade, prerrogativa exclusiva do infinito, o que explica a inevitável necessidade de retorno às origens (morte, destruição, e regresso) como pagamento (pena, expiação) pelo fato de ter infringido a ordem do tempo (lei universal de justiça, lei cósmica) que governa o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1695925042664953208?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1695925042664953208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1695925042664953208&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1695925042664953208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1695925042664953208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/05/anaximandro-e-explicacao-do-universo.html' title='Anaximandro e a explicação do Universo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/ShMMBoxmwII/AAAAAAAAARg/kNA7zI4ALUY/s72-c/anaximandro.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1714884696700035611</id><published>2009-05-16T13:33:00.006-03:00</published><updated>2009-05-16T13:53:07.491-03:00</updated><title type='text'>TAO TE KING</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sg7u8Z4xWNI/AAAAAAAAARY/sfS9QQjZjS4/s1600-h/tao+te+king.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336465329989179602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 239px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sg7u8Z4xWNI/AAAAAAAAARY/sfS9QQjZjS4/s320/tao+te+king.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;Uma ventania não dura toda a manhã.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um aguaceiro não dura todo o dia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem os produz? O céu e a terra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se os fenômenos do céu não são duráveis&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como o seriam as ações humanas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;---------------------------------------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Lao-Tse - (Tao te King XXIII)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1714884696700035611?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1714884696700035611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1714884696700035611&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1714884696700035611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1714884696700035611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/05/tao-te-king.html' title='TAO TE KING'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sg7u8Z4xWNI/AAAAAAAAARY/sfS9QQjZjS4/s72-c/tao+te+king.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7147439874272395773</id><published>2009-05-10T14:49:00.005-03:00</published><updated>2009-05-10T15:25:06.059-03:00</updated><title type='text'>A Esperança</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SgcaY0CLnCI/AAAAAAAAAP0/n6pVMeG6wwQ/s1600-h/caixa-de-pandora.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 164px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334261297230617634" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SgcaY0CLnCI/AAAAAAAAAP0/n6pVMeG6wwQ/s200/caixa-de-pandora.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pandora trouxe o vaso que continha os males e o abriu. Era o presente dos deuses aos homens, exteriormente um presente belo e sedutor, denominado "vaso da felicidade". E todos os males, seres vivos e alados, escaparam voando: desde então vagueiam e prejudicam os homens dia e noite. Um único mal ainda não saíra do recipiente; então, seguindo a vontade de Zeus, Pandora repôs a tampa, e ele permaneceu dentro. O homem tem agora para sempre o vaso da felicidade, e pensa maravilhas do tesouro que nele possui; este se acha à sua disposição: ele o abre quando quer; pois não sabe que Pandora lhes trouxe o recipiente dos males, e para ele o mal que restou é o maior dos bens - é a esperança. - Zeus quis que os homens, por mais torturados que fossem pelos outros males, não rejeitassem a vida, mas continuassem a se deixar torturar. Para isso lhes deu a esperança: ela é na verdade o pior dos males, pois prolonga o suplício dos homens.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;___________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;NIETZSCHE, F. "Humano, demasiado humano", 71.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7147439874272395773?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7147439874272395773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7147439874272395773&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7147439874272395773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7147439874272395773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/05/esperanca.html' title='A Esperança'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SgcaY0CLnCI/AAAAAAAAAP0/n6pVMeG6wwQ/s72-c/caixa-de-pandora.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6271576985448355279</id><published>2009-04-29T12:23:00.008-03:00</published><updated>2009-04-29T13:07:27.512-03:00</updated><title type='text'>O Homem Revoltado</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sfh4iAOpuqI/AAAAAAAAAPs/VQWf3UWehRE/s1600-h/prometeu+acorrentado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330142684565322402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 164px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sfh4iAOpuqI/AAAAAAAAAPs/VQWf3UWehRE/s200/prometeu+acorrentado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Que é um homem revoltado? Um homem que diz não. Mas se ele se recusa, não renuncia: é também um homem que diz sim, desde o seu primeiro movimento... Qual o significado deste "não"? &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sfh35Nvg56I/AAAAAAAAAPk/e1LHTVPpYjM/s1600-h/prometeu+acorrentado.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Significa, "as coisas já duraram demais", "até aí sim; a partir daí, não"; "assim já é demais", e ainda, "há um limite que você, não vai ultrapassar". Em suma, este não afirma a existência de uma fronteira. Encontra-se a mesma idéia de limite no sentimento do revoltado de que o outro "exagera", que estende o seu direito além da fronteira a partir da qual um outro direito o enfrenta e o delimita. Desta forma, o movimento de revolta apóia-se ao mesmo tempo na recusa categórica de uma intromissão julgada intolerável e na certeza confusa de um direito efetivo ou, mais exatamente, na impressão do revoltado de que ele "tem o direito de..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A revolta não ocorre sem o sentimento de que, de alguma forma e em algum lugar, se tem razão... Ele afirma, ao mesmo tempo que afirma a fronteira, tudo o que suspeita e que deseja preservar aquém da fronteira. Ele demonstra, com obstinação, que traz em si algo que "vale a pena" e que deve ser levado em conta. De certa maneira, ele contrapõe à ordem que o oprime uma espécie de direito a não ser oprimido além daquilo que pode admitir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;CAMUS, Albert. O Homem revoltado&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6271576985448355279?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6271576985448355279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6271576985448355279&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6271576985448355279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6271576985448355279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/04/o-homem-revoltado.html' title='O Homem Revoltado'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sfh4iAOpuqI/AAAAAAAAAPs/VQWf3UWehRE/s72-c/prometeu+acorrentado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7716457323959528352</id><published>2009-04-23T10:48:00.003-03:00</published><updated>2009-04-23T10:56:08.344-03:00</updated><title type='text'>Aristóteles</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SfBzKSy0DLI/AAAAAAAAAPc/roBLc2Dr2PI/s1600-h/arist%C3%B3teles.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327884979860147378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SfBzKSy0DLI/AAAAAAAAAPc/roBLc2Dr2PI/s200/arist%C3%B3teles.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A sabedoria versa acerca das coisas humanas e das quais é possível deliberar: dizemos ser obra do homem sábio precisamente isso: deliberar bem. Delibera bem aquele que, seguindo o raciocínio, é habil em tomar, entre os bens atuáveis pelo homem, o melhor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nós somos os pais de nossas ações, mas nós também somos os filhos de nossos atos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7716457323959528352?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7716457323959528352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7716457323959528352&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7716457323959528352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7716457323959528352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/04/aristoteles.html' title='Aristóteles'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SfBzKSy0DLI/AAAAAAAAAPc/roBLc2Dr2PI/s72-c/arist%C3%B3teles.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5808383744182440526</id><published>2009-04-22T12:02:00.015-03:00</published><updated>2009-04-22T12:32:28.908-03:00</updated><title type='text'>Capoeira</title><content type='html'>Cuidado moço &lt;div&gt;que essa fruta tem caroço&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Se8y9-50FCI/AAAAAAAAAPU/DPiVMH7ixVA/s1600-h/papaya%2520bencau.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327532924641481762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Se8y9-50FCI/AAAAAAAAAPU/DPiVMH7ixVA/s200/papaya%2520bencau.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cachorro é que é esperto&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Come a carne e rói o osso&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mulher quando não presta&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mata o cara de desgosto&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cuidado moço &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que essa fruta tem caroço...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;(homenagem ao descobrimento do Brasil - Capoeira a luta brasileira)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5808383744182440526?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5808383744182440526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5808383744182440526&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5808383744182440526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5808383744182440526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/04/capoeira.html' title='Capoeira'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Se8y9-50FCI/AAAAAAAAAPU/DPiVMH7ixVA/s72-c/papaya%2520bencau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1325655000912331279</id><published>2009-04-10T12:30:00.003-03:00</published><updated>2009-04-10T12:36:26.913-03:00</updated><title type='text'>Ex-namorada II</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sd9nNsYm2HI/AAAAAAAAAPE/ExrKAilwDLw/s1600-h/gota%2520d%2527agua.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323086769525545074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sd9nNsYm2HI/AAAAAAAAAPE/ExrKAilwDLw/s200/gota%2520d%2527agua.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;                       A gota d'água não tem um pingo de consideração. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTEIRO, André. in: Ossos do Ócio&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1325655000912331279?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1325655000912331279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1325655000912331279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1325655000912331279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1325655000912331279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/04/ex-namorada-ii.html' title='Ex-namorada II'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sd9nNsYm2HI/AAAAAAAAAPE/ExrKAilwDLw/s72-c/gota%2520d%2527agua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6686746028083427801</id><published>2009-04-03T20:25:00.000-03:00</published><updated>2009-04-03T20:51:33.202-03:00</updated><title type='text'>Platão</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SdagutOk8MI/AAAAAAAAAO8/DPfaBS4j9Zk/s1600-h/platao2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320616734059983042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SdagutOk8MI/AAAAAAAAAO8/DPfaBS4j9Zk/s320/platao2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;Toda ação humana envolve, de uma maneira ou de outra, em grau maior ou menor, uma escolha feita pelo indivíduo. Essa escolha pode ser bastante simples: aceitar ou não um convite, praticar ou não um ato, seguir este ou aquele caminho. Toda escolha envolve alternativas, no mínimo entre fazer ou não fazer algo, e chega-se a uma opção através de um processo de &lt;strong&gt;decisão&lt;/strong&gt;. Toda decisão envolve critérios segundo os quais será tomada. Os critérios nos permitem julgar ou avaliar as alternativas e chegar ao conhecimento, pelo raciocínio teórico, do fundamento que justifica nossas ações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6686746028083427801?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6686746028083427801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6686746028083427801&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6686746028083427801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6686746028083427801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/04/platao.html' title='Platão'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SdagutOk8MI/AAAAAAAAAO8/DPfaBS4j9Zk/s72-c/platao2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7232181480037676959</id><published>2009-03-29T13:38:00.000-03:00</published><updated>2009-03-29T13:49:53.864-03:00</updated><title type='text'>Por mais belo e decente que sejas, se não é aceito pela tua amada, não concluas, sem mais amplas informações, ser ela de uma castidade a toda prova;</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sc-moCX-3-I/AAAAAAAAAOc/-0TNXuFRwlc/s1600-h/blog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318652891710283746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sc-moCX-3-I/AAAAAAAAAOc/-0TNXuFRwlc/s320/blog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem ontem vistes tão temerário, não vos espanteis em vê-lo poltrão no dia seguinte. A cólera, a necessidade, a companhia ou o vinho, ou o som de uma trombeta, terão feito de suas tripas coração. Não foi o raciocínio que lhe deu coragem: foram as circunstâncias. Não nos espantemos, pois, de ver que mudou ao mudarem elas. Essa variação e essa contradição, tão comuns em nós, levaram muitas pessoas a pensar que possuímos duas almas, ou duas forças que atuam cada qual num sentido, uma no sentido do bem e outra no do mal. Uma só alma e uma só força não poderiam conciliar-se com tão repentinas variações de sentimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;MONTAIGNE, Ensaios: Livro II, cap. I.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7232181480037676959?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7232181480037676959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7232181480037676959&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7232181480037676959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7232181480037676959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/03/por-mais-belo-e-decente-que-sejas-se.html' title='Por mais belo e decente que sejas, se não é aceito pela tua amada, não concluas, sem mais amplas informações, ser ela de uma castidade a toda prova;'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sc-moCX-3-I/AAAAAAAAAOc/-0TNXuFRwlc/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3524127237784938427</id><published>2009-03-19T10:09:00.001-03:00</published><updated>2009-03-19T10:15:58.188-03:00</updated><title type='text'>Montaigne</title><content type='html'>Qualquer ato nosso revela o que somos. A personalidade de César tanto se manifesta na preparação da batalha de Farsalia, e na maneira por que a conduziu, quanto nas reuniões de prazeres e galanteios que organizava. Julga-se um cavalo não apenas pelo galope, mas ainda pelo passo natural e até em seu descanço na estrebaria.(...) Todo pormenor da existencia do homem, toda a ocupação a que se entregue, o revelam e o mostram com suas qualidades e defeitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3524127237784938427?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3524127237784938427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3524127237784938427&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3524127237784938427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3524127237784938427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/03/montaigne.html' title='Montaigne'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8368751493798806920</id><published>2009-03-03T12:36:00.001-03:00</published><updated>2009-03-03T12:45:48.197-03:00</updated><title type='text'>O conhecimento do conhecimento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sa1QcTN0S9I/AAAAAAAAAOU/jZCEvBt7GYY/s1600-h/conhecimento.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308987982864468946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 265px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sa1QcTN0S9I/AAAAAAAAAOU/jZCEvBt7GYY/s320/conhecimento.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que é um cérebro capaz de produzir um espírito que o concebe? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que é um espírito capaz de produzir um cérebro que o produz?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que é um conhecimento que não poderia emergir não apenas sem um cérebro e um espírito, mas também sem uma linguagem e uma cultura?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que é um conhecimento que, mesmo sendo construção e tradução, aspira refletir a natureza das coisas?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Edgar Morin - O Método (3. O conhecimento do conhecimento)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8368751493798806920?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8368751493798806920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8368751493798806920&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8368751493798806920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8368751493798806920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/03/o-conhecimento-do-conhecimento.html' title='O conhecimento do conhecimento'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Sa1QcTN0S9I/AAAAAAAAAOU/jZCEvBt7GYY/s72-c/conhecimento.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4676376197794576126</id><published>2009-02-17T18:02:00.000-03:00</published><updated>2009-02-17T18:07:50.164-03:00</updated><title type='text'>As duas direções -</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZsm5H4UJwI/AAAAAAAAAN8/v3r1rcX2coM/s1600-h/espelho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303875748968539906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZsm5H4UJwI/AAAAAAAAAN8/v3r1rcX2coM/s320/espelho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se procurarmos observar o espelho em si, nada descobrimos afinal, senão as coisas nele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se queremos apreender as coisas, nada alcançamos novamente, exceto o espelho. - Eis a história universal do conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;                                       F. Nietzsche, Aurora - 243.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4676376197794576126?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4676376197794576126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4676376197794576126&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4676376197794576126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4676376197794576126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/02/as-duas-direcoes.html' title='As duas direções -'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZsm5H4UJwI/AAAAAAAAAN8/v3r1rcX2coM/s72-c/espelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3536429749590272492</id><published>2009-02-12T22:09:00.000-02:00</published><updated>2009-02-13T15:42:40.192-02:00</updated><title type='text'>Temor e Amor</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZWw7bJWiWI/AAAAAAAAANY/zTiIx5Pa-po/s1600-h/teste2+121.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302338671244380514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZWw7bJWiWI/AAAAAAAAANY/zTiIx5Pa-po/s320/teste2+121.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  O medo promoveu mais a compreensão geral dos homens que o amor, pois o medo quer descobrir quem é o outro, o que ele pode, o que ele quer: enganar-se nisso seria perigoso e desvantajoso. Inversamente, o amor tem um impulso de enxergar no outro as coisas mais belas possíveis, ou de erguê-lo o mais alto possível: enganar-se nesse ponto seria, para ele, prazeroso e vantajoso - e assim ele faz. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;F. Nietzsche. "AURORA", 309.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3536429749590272492?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3536429749590272492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3536429749590272492&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3536429749590272492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3536429749590272492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/02/temor-e-amor.html' title='Temor e Amor'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZWw7bJWiWI/AAAAAAAAANY/zTiIx5Pa-po/s72-c/teste2+121.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5831115173835069120</id><published>2009-01-30T15:39:00.001-02:00</published><updated>2009-01-30T19:56:31.966-02:00</updated><title type='text'>A filosofia e as crianças</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SYM95BIi2cI/AAAAAAAAAMw/NNFmax0Wav8/s1600-h/michel-de-montaigne.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297145636483946946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 299px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SYM95BIi2cI/AAAAAAAAAMw/NNFmax0Wav8/s320/michel-de-montaigne.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(...) Que a consciência e a virtude brilhem em suas palavras e que só a razão tenha por guia. Ensinar-lhe-ão a compreender que CONFESSAR O ERRO que descobriu em seu raciocínio, mesmo que ninguém o tenha percebido, é prova de DISCERNIMENTO E SINCERIDADE, qualidades principais a que se deve aspirar. TEIMAR E CONTESTAR OBSTINADAMENTE são DEFEITOS peculiares às almas vulgares, ao passo que &lt;strong&gt;voltar atrás, corrigir-se, abandonar sua opinião errada no ardor da discussão&lt;/strong&gt;, são qualidades raras, das almas fortes e dos espíritos filosóficos. (...)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Posto que a filosofia é a ciência que nos ensina a viver e que a infância como as outras idades dela podem tirar ensinamentos, por que motivo não lha comunicaremos? (...)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por moço que seja, que ninguém se recuse a praticar a filosofia, e que os velhos não se cansem dela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;MONTAIGNE, Michel de. "Ensaios", Livro I, cap.XXVI.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5831115173835069120?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5831115173835069120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5831115173835069120&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5831115173835069120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5831115173835069120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/01/filosofia-e-as-criancas.html' title='A filosofia e as crianças'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SYM95BIi2cI/AAAAAAAAAMw/NNFmax0Wav8/s72-c/michel-de-montaigne.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-7849665222030262675</id><published>2009-01-11T18:47:00.000-02:00</published><updated>2009-01-11T19:18:00.238-02:00</updated><title type='text'>Provérbios do Inferno - Wilham Blake</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SWpfn9Y1ESI/AAAAAAAAAMk/PD0QBPTfj6o/s1600-h/1165678567.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290145852398309666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SWpfn9Y1ESI/AAAAAAAAAMk/PD0QBPTfj6o/s320/1165678567.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No tempo da semeadura, aprende; na colheita, ensina; no inverno, desfruta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Conduz teu carro e teu arado por sobre os ossos dos mortos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Prudência é uma solteirona rica e feia, cortejada pela Impotência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem deseja, mas não age, gera a pestilência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O verme partido perdoa ao arado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mergulha no rio quem gosta de água. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O tolo não vê a mesma árvore que o sábio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aquele, cujo rosto não se ilumina, jamais há de ser uma estrela. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Eternidade anda apaixonada pelas produções do tempo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A abelha atarefada não tem tempo para tristezas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As horas de loucura são medidas pelo relógio; mas nenhum relógio mede as de sabedoria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os alimentos sadios não são apanhados com armadilhas ou redes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Toma do número, do peso e da medida em ano de escassez. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nenhum pássaro se eleva muito, se se eleva com as próprias asas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um cadáver não vinga as injúrias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O ato mais sublime é colocar outro diante de ti. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se o louco persistisse em sua loucura, acabaria se tornando Sábio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A loucura é o manto da velhacaria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O manto do orgulho é a vergonha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As Prisões se constroem com as pedras da Lei, os Bordéis, com os tijolos da Religião. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O orgulho do pavão é a glória de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A luxúria do bode é a glória de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A fúria do leão é a sabedoria de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A nudez da mulher é a obra de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O excesso de tristeza ri; o excesso de alegria chora. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A raposa condena a armadilha, não a si própria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os júbilos fecundam. As tristezas geram. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que o homem use a pele do leão; a mulher a lã da ovelha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O pássaro, um ninho; a aranha, uma teia; o homem, a amizade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O sorridente tolo egoísta e o melancólico tolo carrancudo serão ambos julgados sábios para que sejam exemplo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que hoje se prova, outrora era apenas imaginado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A ratazana, o camundongo, a raposa, o coelho olham as raízes; o leão, o tigre, o cavalo, o elefante olham os frutos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A cisterna contém; a fonte derrama. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um só pensamento preenche a imensidão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dizei sempre o que pensa, e o homem torpe te evitará. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tudo o que se pode acreditar já é uma imagem da verdade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A águia nunca perdeu tanto o seu tempo como quando resolveu aprender com a gralha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A raposa provê para si, mas Deus provê para o leão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De manhã, pensa; ao meio-dia, age; no entardecer, come; de noite, dorme. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem permitiu que dele te aproveitasses, esse te conhece. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim como o arado vai atrás de palavras, assim Deus recompensa orações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os tigres da ira são mais sábios que os cavalos da instrução. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Da água estagnada espera veneno. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nunca se sabe o que é suficiente até que se saiba o que é mais que suficiente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ouve a reprovação do tolo! É um elogio soberano! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os olhos, de fogo; as narinas, de ar; a boca, de água; a barba, de terra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O fraco na coragem é forte na esperteza. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A macieira jamais pergunta à faia como crescer; nem o leão, ao cavalo, como apanhar sua presa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao receber, o solo grato produz abundante colheita. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se os outros não fossem tolos, nós teríamos que ser. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A essência do doce prazer jamais pode ser maculada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao veres uma Águia, vês uma parcela da Genialidade. Levanta a cabeça! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim como a lagarta escolhe as mais belas folhas para deitar seus ovos, assim o sacerdote lança sua maldição sobre as alegrias mais belas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Criar uma florzinha é o labor de séculos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A maldição aperta. A benção afrouxa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O melhor vinho é o mais velho; a melhor água, a mais nova. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Orações não aram! Louvores não colhem! Júbilos não riem! Tristezas não choram! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A cabeça, o Sublime; o coração, o Sentimento; os genitais, a Beleza; as mãos e os pés, a Proporção. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como o ar para o pássaro ou o mar para o peixe, assim é o desprezo para o desprezível. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A gralha gostaria que tudo fosse preto; a coruja, que tudo fosse branco. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Exuberância é a Beleza. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se o leão fosse aconselhado pela raposa, seria ardiloso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Progresso constrói estradas retas; mas as estradas tortuosas, sem o Progresso, são estradas da Genialidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Melhor matar uma criança no berço do que acalentar desejos insatisfeitos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Onde o homem não está a natureza é estéril. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A verdade nunca pode ser dita de modo a ser compreendida sem ser acreditada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É suficiente! Ou Basta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-7849665222030262675?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/7849665222030262675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=7849665222030262675&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7849665222030262675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/7849665222030262675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2009/01/provrbios-do-inferno-wilham-blake.html' title='Provérbios do Inferno - Wilham Blake'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SWpfn9Y1ESI/AAAAAAAAAMk/PD0QBPTfj6o/s72-c/1165678567.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4006722688494595926</id><published>2008-12-30T13:35:00.000-02:00</published><updated>2008-12-30T13:40:48.210-02:00</updated><title type='text'>Oração para o ano que se encerra e outro que se inicia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SVpA7zby3WI/AAAAAAAAAMc/RXlW1BYkoio/s1600-h/%257Bii7kqd9qoj4ccaw0ikxj9iutlc0ogl%257D_orar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285608508835945826" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SVpA7zby3WI/AAAAAAAAAMc/RXlW1BYkoio/s320/%257Bii7kqd9qoj4ccaw0ikxj9iutlc0ogl%257D_orar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;mãe nossa, que estais na terra (nossa própria terra), pai nosso, qualquer coisa nossa, livrai-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dos que não podem ficar à toa ao meu lado, dos que não podem amar sem recompensas, dos que não sabem ouvir a música poluída de todo esse barro e dos que sempre preferem chamar a polícia. livrai-me dos que não despregam o olho da cruz. livrai-me, deusas, deuses, forças abissais, abismadas, absurdas, qualquer coisa potente aqui e assim chamada, livrai-me de todos os escritores que trabalham a palavra e não brincam com ela . livrai-me dos alpinistas sociais travestidos de artista. livrai-me dos que não erram, dos que não dão ponto sem nó, dos que não acreditam no impossível e podem (sempre) comprar o possível. livrai-me dos que desconhecem o fracasso, dos que não deixam o menino deus brincar e não interrompem a palavra do pai. livrai- me dos que não abrem as janelas e não se deixam possuir pela ventania. livrai-me dos que nunca perdem o bonde e de nada podem esquecer . livrai-me dos vampiros que não acreditam nos anjos e dos anjos que não enxergam no escuro. livrai-me dos que não sonham acordados e não atravessam a alegria ferida no corpo. livrai-me deus (é natal). livrai-me de mim mesmo. de minhas estúpidas retóricas. de minhas neuroses familiares. livrai-me com forças, deuses e deusas, para que eu possa sumir daqui com nossos rizomas de boutique, com os especialismos de nossas falações terminais pela noite e com nossa verborragia muda. livrai-me do homo lattes que em mim range e habita (homo lattes: sub-espécie do homo sapiens. homo fordista da sabedoria estudada dos idiotas diplomados). livrai-me, deuses, de todos os artistas fascistas da esquerda, da direita, dos centros maliciosos da sabedoria. livrai-me com forças para que eu possa atravessar as chefias dos departamentos mofados da grande fofoca, das teorias conspiratórias, dos segredos de damas enfeitadas de arte, das verborragias de dança, das lombrigas cheias de razão e dos torpedos manufaturados em ambulâncias tristes que cantam bem à noitinha no escuro urbano do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;rezo aos deuses e deusas, a todos os deuses dessa terra misteriosa, para que me dêem memória fresca, vibrações uterinas que inaugurem novas paternidades de fogo, novas ventanias, criações do sempre e do frágil (o frágil que é forte porque se abre à vida): tempestade invisível saudando os tambores do corpo, revelando o espírito imundo que irá nos salvar do medo adulto de perder empregos, perder baladas, perder os medos famigerados de vida. rezo aos deuses, a todos os deuses e deusas, para que o palco e a platéia se explodam, para que a poesia não precise mais da arrogância dos poetas e nem da devoção dos mortais, para que a vida seja mais viva entre nós e para que os deuses se criem sozinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Monteiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4006722688494595926?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4006722688494595926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4006722688494595926&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4006722688494595926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4006722688494595926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/12/orao-para-o-ano-que-se-encerra-e-outro.html' title='Oração para o ano que se encerra e outro que se inicia'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SVpA7zby3WI/AAAAAAAAAMc/RXlW1BYkoio/s72-c/%257Bii7kqd9qoj4ccaw0ikxj9iutlc0ogl%257D_orar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5576833698159483133</id><published>2008-12-29T12:29:00.000-02:00</published><updated>2008-12-29T12:40:35.021-02:00</updated><title type='text'>Heráclito de Éfeso</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SVjhWsIQKdI/AAAAAAAAAMU/HsrocFGckFQ/s1600-h/eclipse.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285221942638422482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SVjhWsIQKdI/AAAAAAAAAMU/HsrocFGckFQ/s320/eclipse.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este mundo, o mesmo de todos os seres, nenhum deus, nenhum homem o fez, mas era, é e será um fogo sempre vivo, acendendo-se em medidas e apagando-se em medidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Purificam-se manchando-se com outro sangue, como se alguém, entrando na lama, em lama se lavasse. e louco pareceria, se algum homem o notasse agindo assim. E também a estas estátuas eles dirigem suas preces, como alguém que falasse a casa, de nada sabendo o que são deuses e heróis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mar, água mais pura e mais impura, para os peixes potável e saudável, para os homens impotável e mortal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para os deuses são belas todas as coisas e boas e justas, mas homens tomam umas como injustas e outras como justas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Natureza ama se esconder.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5576833698159483133?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5576833698159483133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5576833698159483133&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5576833698159483133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5576833698159483133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/12/herclito-de-feso.html' title='Heráclito de Éfeso'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SVjhWsIQKdI/AAAAAAAAAMU/HsrocFGckFQ/s72-c/eclipse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5981840856243876533</id><published>2008-11-23T20:17:00.000-02:00</published><updated>2008-11-23T20:22:01.131-02:00</updated><title type='text'>Aula de Música com Tom Zé</title><content type='html'>&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM907423-7822-TOM+ZE+EXPLICA+O+QUE+E+MICROTONALIDADE,00.html"&gt;http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM907423-7822-TOM+ZE+EXPLICA+O+QUE+E+MICROTONALIDADE,00.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5981840856243876533?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM907423-7822-TOM+ZE+EXPLICA+O+QUE+E+MICROTONALIDADE,00.html' title='Aula de Música com Tom Zé'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5981840856243876533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5981840856243876533&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5981840856243876533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5981840856243876533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/11/aula-de-msica-com-tom-z.html' title='Aula de Música com Tom Zé'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-662691365139825261</id><published>2008-10-07T01:42:00.000-03:00</published><updated>2008-10-07T02:55:00.456-03:00</updated><title type='text'>David Hume (1711-1776)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SOr4xC8JpxI/AAAAAAAAAIc/zq1DNaBkTgg/s1600-h/lg_sn7230.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254285436767545106" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SOr4xC8JpxI/AAAAAAAAAIc/zq1DNaBkTgg/s320/lg_sn7230.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avareza ou o desejo de ganho é uma paixão universal que age em todos os tempos e lugares e sobre todas as pessoas: mas a curiosidade ou o amor do conhecimento tem influência limitada e requer juventude, ócio, educação, genio e exemplo para apoderar-se duma pessoa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-662691365139825261?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/662691365139825261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=662691365139825261&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/662691365139825261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/662691365139825261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/10/david-hume-1711-1776.html' title='David Hume (1711-1776)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SOr4xC8JpxI/AAAAAAAAAIc/zq1DNaBkTgg/s72-c/lg_sn7230.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3945276962560223421</id><published>2008-09-15T23:34:00.001-03:00</published><updated>2008-09-15T23:35:30.985-03:00</updated><title type='text'>Humano, demasiado humano - 283</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SM8bZX5qalI/AAAAAAAAAIU/In7cYzfv-4s/s1600-h/escravo%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246442213636467282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SM8bZX5qalI/AAAAAAAAAIU/In7cYzfv-4s/s320/escravo%5B1%5D.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;... Todos os homens se dividem, em todos os tempos e também hoje, em escravos e livres; pois aquele que não tem dois terços do dia para si é escravo, não importa o que seja: estadista, comerciante, funcionário ou erudito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3945276962560223421?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3945276962560223421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3945276962560223421&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3945276962560223421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3945276962560223421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/09/humano-demasiado-humano-283.html' title='Humano, demasiado humano - 283'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SM8bZX5qalI/AAAAAAAAAIU/In7cYzfv-4s/s72-c/escravo%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3825197025502673836</id><published>2008-07-28T18:07:00.001-03:00</published><updated>2010-09-22T22:55:20.334-03:00</updated><title type='text'>Francis Bacon (1561-1626)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_bBiwVYo3iSM/SI41c0hvpvI/AAAAAAAAAIM/j2nzo_qVZW8/s1600-h/Francis_Bacon%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; FLOAT: left; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228174986676512498" border="0" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_bBiwVYo3iSM/SI41c0hvpvI/AAAAAAAAAIM/j2nzo_qVZW8/s320/Francis_Bacon%5B1%5D.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Considerado juntamente com Descartes, um dos iniciadores do pensamento moderno teve uma grande influência defendendo uma concepção de método científico que valoriza a experiência e a experimentação. A preocupação fundamental de Bacon é com a formulação de um método que evite o erro e coloque o homem no caminho do conhecimento correto.&lt;br /&gt;Suas grandes contribuições à filosofia foram, sua concepção de pensamento crítico, transformando a tarefa da filosofia em libertar o homem dos preconceitos, ilusões e superstições que bloqueiam a mente humana e impedem o verdadeiro conhecimento; e a defesa de um método indutivo no conhecimento científico e de um modelo de ciência antiespeculativo e integrado com a técnica. Este novo método, baseado nas observações, permite o conhecimento do funcionamento da natureza e, observando a regularidade entre os fenômenos e estabelecendo relações entre eles, permite formular leis científicas que são generalizações indutivas. Desse modo a ciência pode progredir, e o conhecimento crescer de forma controlada e segura.&lt;br /&gt;“Saber é Poder”, diz Bacon, ao conhecer as leis que explicam o funcionamento da natureza, podemos fazer previsões e tentar controlá-los de modo que nos seja proveitoso. Os instrumentos técnicos, por sua vez, são extensões de nossos membros e faculdades que permitem o desenvolvimento da ciência aplicada e nos ajudam a superar nossas limitações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3825197025502673836?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3825197025502673836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3825197025502673836&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3825197025502673836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3825197025502673836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/07/francis-bacon-1561-1626.html' title='Francis Bacon (1561-1626)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_bBiwVYo3iSM/SI41c0hvpvI/AAAAAAAAAIM/j2nzo_qVZW8/s72-c/Francis_Bacon%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8910223850919486648</id><published>2008-07-06T13:14:00.000-03:00</published><updated>2008-07-06T13:18:08.949-03:00</updated><title type='text'>Eu - Deus - O mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_bBiwVYo3iSM/SHDwN9PKFCI/AAAAAAAAAIE/4yR5G5hxDK4/s1600-h/descartes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219936090689508386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_bBiwVYo3iSM/SHDwN9PKFCI/AAAAAAAAAIE/4yR5G5hxDK4/s320/descartes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Descartes se propõe a encontrar uma certeza básica, imune às dúvidas e que possa servir de base e fundamento, de ponto de partida para o processo de conhecimento, pois a racionalidade pertence à natureza humana, portanto, o homem trás dentro de si a possibilidade do conhecimento. Resta apenas encontrar um fundamento seguro para a construção do “edifício do conhecimento”.&lt;br /&gt;Assim assume inicialmente o ceticismo, levando-o a suas últimas conseqüências para refutá-lo. Aconselha a esvaziarmo-nos de todos os nossos conhecimentos e crenças, já que entre eles existem alguns que não são confiáveis e como não sabemos quais, examinemos todos. Nega todo conhecimento que nos chegam pelos sentidos, pois estes sempre nos enganam. Ao colocar tudo em dúvida, a única coisa que não é possível de duvidar é que se eu duvido, eu penso; o pensamento é imune à dúvida e, portanto, se eu penso, eu existo, essa é a primeira certeza da qual não podemos duvidar - a existência do pensamento. “Penso, logo existo”.&lt;br /&gt;Descartes acredita na existência de idéias inatas, ou seja, idéias que já nascemos com elas e que permitem um conhecimento seguro das coisas. A segunda verdade evidente para Descartes é a existência de Deus, que garante a veracidade do mundo e tudo o que nele existe, sendo a existência do mundo a terceira verdade incontestável. Deus é uma verdade incontestável porque possuimos a idéia de infinito e perfeição mesmo sendo imperfeitos e finitos, sendo assim, somente Deus que é infinito e perfeito pode ter colocado essas idéias em nós. Assegurada a existência de Deus, um Deus perfeito e infinito não iria nos enganar sobre sua criação e somente assim podemos crer na existência do mundo e tudo o que nele existe. Da existência do sujeito pensante podemos deduzir Deus como uma verdade inabalável e de Deus podemos reconhecer a veracidade de todo o mundo por que este mundo é Sua obra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8910223850919486648?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8910223850919486648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8910223850919486648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8910223850919486648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8910223850919486648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/07/eu-deus-o-mundo.html' title='Eu - Deus - O mundo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_bBiwVYo3iSM/SHDwN9PKFCI/AAAAAAAAAIE/4yR5G5hxDK4/s72-c/descartes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2359089646218506697</id><published>2008-06-21T21:07:00.000-03:00</published><updated>2008-07-20T10:41:39.799-03:00</updated><title type='text'>Zaratustra e o Santo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SF2aLaZxyqI/AAAAAAAAAH8/Q_u2BOe-c6M/s1600-h/ATLAS.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214493464421583522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SF2aLaZxyqI/AAAAAAAAAH8/Q_u2BOe-c6M/s320/ATLAS.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Disse Zaratustra ao santo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Amo os homens. Por que fui falar de amor! Trago aos homens um presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Não lhes dês nada - disse o santo - tira-lhes, de preferência, alguma coisa e ajuda-os a levá-la; será o que de melhor poderás fazer por eles, se for bom para ti. E, se queres dar-lhes alguma coisa, que não seja mais que uma esmola; e, mesmo assim, só depois que a mendiguem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Não - respondeu Zaratustra - eu não dou esmolas. Não sou bastante pobre para isso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O santo pôs-se a rir de Zaratustra e falou assim: - Trata, então, de que aceitem os teus tesouros! Eles desconfiam dos solitários e não acreditam que os procuremos para presenteá-los.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2359089646218506697?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2359089646218506697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2359089646218506697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2359089646218506697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2359089646218506697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/06/zaratustra-e-o-santo.html' title='Zaratustra e o Santo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SF2aLaZxyqI/AAAAAAAAAH8/Q_u2BOe-c6M/s72-c/ATLAS.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-13485319338601694</id><published>2008-06-06T15:53:00.000-03:00</published><updated>2008-06-06T16:01:48.047-03:00</updated><title type='text'>Pobre.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SEmJiCRqy9I/AAAAAAAAAHU/czzZQExnRhM/s1600-h/nietzsche2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208845661850225618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SEmJiCRqy9I/AAAAAAAAAHU/czzZQExnRhM/s320/nietzsche2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje ele é pobre; mas não porque lhe tiraram tudo, e sim porque jogou tudo fora - que lhe importa isso? Ele está habituado a encontrar. - pobres são aqueles que não entendem a pobreza voluntária dele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(A Gaia Ciência - 185)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-13485319338601694?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/13485319338601694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=13485319338601694&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/13485319338601694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/13485319338601694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/06/pobre.html' title='Pobre.'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SEmJiCRqy9I/AAAAAAAAAHU/czzZQExnRhM/s72-c/nietzsche2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8512334949717649595</id><published>2008-05-18T19:42:00.000-03:00</published><updated>2008-05-18T19:44:26.826-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SDCxNXUT0bI/AAAAAAAAAHM/nwStZeBde0I/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201852412768539058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SDCxNXUT0bI/AAAAAAAAAHM/nwStZeBde0I/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A presença de um pensamento é como a presença de quem se ama. Achamos que nunca esqueceremos esse pensamento e que nunca seremos indiferentes à nossa amada Só que longe dos olhos, longe do coração! O mais belo pensamento corre o perigo de ser irremediavelmente esquecido quando não é escrito, assim como a amada pode nos abandonar se não nos casamos com ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8512334949717649595?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8512334949717649595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8512334949717649595&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8512334949717649595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8512334949717649595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/05/presena-de-um-pensamento-como-presena.html' title=''/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SDCxNXUT0bI/AAAAAAAAAHM/nwStZeBde0I/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-9169335435855115218</id><published>2008-05-11T17:03:00.000-03:00</published><updated>2008-05-11T17:04:51.762-03:00</updated><title type='text'>sobre Idéias e o Pensar</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SCdRWXUT0aI/AAAAAAAAAHE/rQ2HfvcnOas/s1600-h/2lorenz3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199213739480699298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SCdRWXUT0aI/AAAAAAAAAHE/rQ2HfvcnOas/s320/2lorenz3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todo o homem, vá ele para onde for, leva consigo uma nuvem de confortáveis convicções, que o acompanham como moscas num dia de Verão.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Bertrand Russel, 1872-1970, filósofo e matemático inglês, Marriage and Morals&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A maneira como conhecemos e interpretamos o mundo depende basicamente das ideias que enchem a nossa mente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;E. F. Schumacher, 1911-1977, economista e ecologista alemão, Small is Beautiful&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pensar é antes de tudo criar um mundo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Albert Camus, 1913-1960, escritor e filósofo francês, O Mito de Sísifo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sem ideias, não podemos viver a um nível humano. Aquilo que fazemos depende delas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ortega y Gasset, 1883-1955, escritor e filósofo espanhol, En Torno a Galileu&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O que somos hoje é uma consequência do nosso pensamento de ontem, e o nosso pensamento presente constrói a nossa vida de amanhã: a nossa vida é uma criação do nosso espírito.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Pali Tripitaka, Souttapitaka, colecção budista de textos sagrados&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-9169335435855115218?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/9169335435855115218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=9169335435855115218&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/9169335435855115218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/9169335435855115218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/05/sobre-idias-e-o-pensar_11.html' title='sobre Idéias e o Pensar'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SCdRWXUT0aI/AAAAAAAAAHE/rQ2HfvcnOas/s72-c/2lorenz3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1915480922554992778</id><published>2008-04-14T16:34:00.000-03:00</published><updated>2008-04-14T16:41:55.862-03:00</updated><title type='text'>A Arte</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SAOzdr_ex7I/AAAAAAAAAG0/tL6FW69y9eY/s1600-h/schopenhauer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189188518267504562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SAOzdr_ex7I/AAAAAAAAAG0/tL6FW69y9eY/s320/schopenhauer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A arte arrebata o objeto de sua contemplação à corrente rápida das coisas deste mundo e o isola diante de si: este objeto único, que nesta fuga universal não era senão um átomo invisível, a seus olhos se torna o representante do todo, o equivalente das coisas inumeráveis situadas no espaço e no tempo; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Artur Schopenhauer - &lt;strong&gt;O mundo como vontade e representação&lt;/strong&gt; - livro 3.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1915480922554992778?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1915480922554992778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1915480922554992778&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1915480922554992778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1915480922554992778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/04/arte.html' title='A Arte'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SAOzdr_ex7I/AAAAAAAAAG0/tL6FW69y9eY/s72-c/schopenhauer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8925909359762556801</id><published>2008-03-27T19:08:00.000-03:00</published><updated>2008-03-27T19:11:12.548-03:00</updated><title type='text'>Fala o sábio</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R-wbYIVHFnI/AAAAAAAAAGk/x-D3r-GhYAs/s1600-h/0008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182547372563437170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R-wbYIVHFnI/AAAAAAAAAGk/x-D3r-GhYAs/s320/0008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estranho para o povo, mas para ele útil,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sigo minha trilha, ora sol, ora nuvem -&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sempre acima deste povo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8925909359762556801?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8925909359762556801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8925909359762556801&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8925909359762556801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8925909359762556801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/03/fala-o-sbio.html' title='Fala o sábio'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R-wbYIVHFnI/AAAAAAAAAGk/x-D3r-GhYAs/s72-c/0008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-223920696805651819</id><published>2008-01-07T20:18:00.000-02:00</published><updated>2008-01-07T20:36:57.913-02:00</updated><title type='text'>Para o Ano Novo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R4KpfEO0_vI/AAAAAAAAAGc/KBcBIMG7Cig/s1600-h/nietzsche.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152867274842242802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R4KpfEO0_vI/AAAAAAAAAGc/KBcBIMG7Cig/s320/nietzsche.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu ainda vivo, eu ainda penso: ainda tenho que viver, pois ainda tenho que pensar. &lt;em&gt;Sum, ergo&lt;/em&gt; &lt;em&gt;cogito: cogito, ergo sum [Eu sou, portanto penso: eu penso, portanto sou]. &lt;/em&gt;Hoje, cada um se permite expressar o seu mais caro desejo e pensamento: também eu, então, quero dizer o que desejo para mim mesmo e que pensamento, este ano, me veio primeiramente ao coração - que pensamento deverá ser para mim razão, garantia e doçura de toda a vida que me resta! Quero cada vez mais aprender a ver como belo aquilo que é necessario nas coisas: - assim me tornarei um daqueles que fazem belas as coisas. &lt;em&gt;Amor Fati [amor ao destino]:&lt;/em&gt; seja este, doravante, o meu amor! Não quero fazer guerra ao que é feio. Não quero acusar, não quero nem mesmo acusar os acusadores. Que a minha única negação seja &lt;em&gt;desviar o olhar!&lt;/em&gt; E, tudo somado e em suma: quero ser, algum dia, apenas alguém que diz Sim!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;F.Nietzsche - A Gaia Ciência, 276&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-223920696805651819?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/223920696805651819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=223920696805651819&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/223920696805651819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/223920696805651819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2008/01/para-o-ano-novo.html' title='Para o Ano Novo'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R4KpfEO0_vI/AAAAAAAAAGc/KBcBIMG7Cig/s72-c/nietzsche.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4032804025283765796</id><published>2007-12-14T15:37:00.000-02:00</published><updated>2007-12-14T15:54:29.780-02:00</updated><title type='text'>Rubáiyát</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R2LDRl4O_TI/AAAAAAAAAGU/EAuYMMRusRc/s1600-h/310532-lg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143888431403695410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R2LDRl4O_TI/AAAAAAAAAGU/EAuYMMRusRc/s320/310532-lg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Omar Kháyyám nasceu na Pérsia no ano de 1040. além de poeta foi matemático e astronomo. Sua filosofia é imediatista. Só existe, só vale o momento presente. O passado não volta mais, o futuro é incerto e virá provavelmente cheio de tristezas e decepções. Cumpre, pois, aproveitar intensamente o momento atual, que passa rápido como o esplendor transitório da rosa; é mister colhe-lo e aspirá-lo antes que murche.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sua poesia, muito fatalista, está escrita em um pequeno livro, de grande profundidade chamado Rubáiyát e alguns trechos serão divulgados nesse tópico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;5&lt;br /&gt;Procura ser feliz ainda hoje, pois não sabes o que te reserva o dia de amanhã. Toma uma urna cheia de vinho, senta-te ao clarão do luar e monologa: "Talvez amanhã a lua me procure em vão". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;17&lt;br /&gt;Os dias passam rápido como as águas do rio ou o vento do deserto. Dois há, em particular, que me são indiferentes: o que passou ontem, o que virá amanhã. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;24&lt;br /&gt;Eu cambaleava de sono, e a Sabedoria me disse: "Nunca, no sono, a rosa da felicidade floriu para ninguém. Por que te abandonares a esse irmão da morte? Bebe vinho! Tens muitos séculos para dormir!" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;28&lt;br /&gt;Convence-te bem do seguinte: Um dia tua alma abandonará o teu corpo e serás arrastado para trás do véu que flutua entre o universo e o incognoscível. Enquanto esperas, cuida de ser feliz!Não sabes de onde vens. Nem sabes para onde vais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;38&lt;br /&gt;Esquece que ontem não lograste a recompensa que merecias. Sê feliz. Não lamentes nada. Não esperes nada. Tudo que deve acontecer está escrito no Livro que o vento da Eternidade folheia ao acaso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;57&lt;br /&gt;No caminho do Amor nos perderemos e o Destino nos esmagará com o seu tacão. Ó rapariga, ó minha taça encantada, ergue-te e dá-me de beber em teus lábios, antes que eu me transforme em poeira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;69&lt;br /&gt;Por que tanta suavidade, tanta ternura, no começo do nosso amor? Por que tantos carinhos, tantas delícias, depois? E... por que, hoje, o teu único prazer é dilacerar o meu coração? Por quê? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;72&lt;br /&gt;Todos os homens pretendem caminhar na estrada do conhecimento. Essa estrada uns a procuram, outros afirmam tê-la encontrado. Um dia, porém, uma voz proclamará: "Não há caminho, nem atalho!" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;82&lt;br /&gt;Delicia-te, ó meu irmão, com todos os perfumes, todas as cores, todas as músicas.Envolve de carícias todas as mulheres.Lembra-te de que a vida é fugaz e que breve voltarás ao pó. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4032804025283765796?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4032804025283765796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4032804025283765796&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4032804025283765796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4032804025283765796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/12/rubiyt.html' title='Rubáiyát'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R2LDRl4O_TI/AAAAAAAAAGU/EAuYMMRusRc/s72-c/310532-lg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2096012215270589527</id><published>2007-11-18T20:17:00.000-02:00</published><updated>2007-11-18T20:20:05.610-02:00</updated><title type='text'>CAMUS, A. O Mito de Sísifo (adaptação)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R0C6gCzyEmI/AAAAAAAAAGM/J6J2Qj6oUgA/s1600-h/Sisyphus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134308634875007586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R0C6gCzyEmI/AAAAAAAAAGM/J6J2Qj6oUgA/s320/Sisyphus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os deuses tinham condenado Sísifo a rolar um rochedo incessantemente até o cimo de uma montanha, de onde a pedra caía de novo por seu próprio peso. Eles tinham pensado, com as suas razões, que não existe punição mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança.&lt;br /&gt;Sísifo era o mais sábio e mais prudente dos mortais. Os deuses reprovaram, antes de tudo, sua leviandade para com eles. Sísifo espalhou os segredos deles. Egina, filha de Asopo, foi raptada por Júpiter. O pai, abalado por esse desaparecimento, se queixou a Sísifo. Este, que tomara conhecimento do rapto, ofereceu a Asopo orientá-lo a respeito, com a condição de que fornecesse água à cidadela de Corinto. Às cóleras celestes ele preferiu a bênção da água. Foi punido por isso nos infernos.&lt;br /&gt;Sísifo ainda acorrentara a Morte. Plutão não pôde tolerar o espetáculo de seu império deserto e silencioso. Despachou o deus da guerra, que libertou a Morte das mãos de seu vencedor.&lt;br /&gt;Sísifo, estando prestes a morrer, imprudentemente quis por à prova o amor de sua mulher. Ele lhe ordenou jogar o seu corpo insepulto em plena praça pública. Sísifo se recobrou nos infernos. Ali, exasperado com uma obediência tão contrária ao amor humano, obteve de Plutão o consentimento para voltar à terra e castigar a mulher. Mas, quando ele de novo pôde rever a face deste mundo, provar a água e o sol, as pedras aquecidas e o mar, não quis mais retornar à escuridão infernal. Os chamamentos, as iras as advertências de nada adiantaram. Ainda por muitos anos ele viveu diante da curva do golfo, do mar arrebentando e dos sorrisos da terra. Foi necessária uma sentença dos deuses. Mercúrio veio apanhar o atrevido pelo pescoço e, arrancando-o de suas alegrias, reconduziu-o à força aos infernos, onde seu rochedo estava preparado.&lt;br /&gt;O desprezo pelos deuses, o ódio à Morte e a paixão pela vida lhe valeram esse suplício indescritível em que todo o ser se ocupa em não completar nada. É o preço a pagar pelas paixões deste mundo.&lt;br /&gt;Sísifo, foi condenado nos infernos ao esforço de um corpo estirado para levantar a pedra enorme, rolá-la e fazê-la subir uma encosta, tarefa cem vezes recomeçada. Vê-se o rosto crispado, a face colada à pedra, o socorro de uma espádua que recebe a massa recoberta de barro, e de um pé que a escora, a repetição na base do braço, a segurança toda humana de duas mãos cheias de terra. Ao final desse esforço imenso, medido pelo espaço sem céu e pelo tempo sem profundidade, o objetivo é atingido. Sísifo, então, vê a pedra desabar em alguns instantes para esse mundo inferior de onde será preciso reerguê-la até os cimos. E desce de novo para a planície.&lt;br /&gt;A cada um desses momentos, em que ele deixa os cimos e se afunda pouco a pouco no covil dos deuses, ele é superior ao seu destino. É mais forte que seu rochedo. A lucidez que devia produzir o seu tormento consome, com a mesma força, sua vitória. Não existe destino que não se supere pelo desprezo.&lt;br /&gt;Se a descida, assim, em certos dias se faz para a dor, ela também pode se fazer para a alegria. Sísifo indo outra vez para seu rochedo. "Acho que tudo está bem". Assim, expulsa deste mundo um deus que nele havia entrado com a insatisfação e o gosto pelas dores inúteis. Faz do destino um assunto do homem e que deve se acertado entre os homens.&lt;br /&gt;Seu destino lhe pertence. Seu rochedo é sua questão. Da mesma forma o homem absurdo, quando contempla o seu tormento, faz calar todos os ídolos. Ele se tem como senhor de seus dias.&lt;br /&gt;Assim, convencido da origem toda humana de tudo o que é humano, cego que quer ver e que sabe que a noite não tem fim, ele está sempre caminhando. O rochedo continua a rolar.&lt;br /&gt;Sísifo no sopé da montanha! Sempre reencontra seu fardo.&lt;br /&gt;Mas Sísifo ensina a fidelidade superior que nega os deuses e levanta os rochedos. Ele também acha que tudo está bem. A própria luta em direção aos cimos é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2096012215270589527?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2096012215270589527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2096012215270589527&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2096012215270589527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2096012215270589527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/11/camus-o-mito-de-ssifo-adaptao.html' title='CAMUS, A. O Mito de Sísifo (adaptação)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/R0C6gCzyEmI/AAAAAAAAAGM/J6J2Qj6oUgA/s72-c/Sisyphus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4802085068085811453</id><published>2007-11-15T14:15:00.000-02:00</published><updated>2007-11-15T14:26:24.168-02:00</updated><title type='text'>O Homem Absurdo - A. Camus</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rzxy0izyElI/AAAAAAAAAGE/iHMdaCGhaQM/s1600-h/camusII.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133103922318283346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rzxy0izyElI/AAAAAAAAAGE/iHMdaCGhaQM/s320/camusII.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O homem absurdo é aquele que não acredita no eterno. Vive sua vida sem se preocupar com o que irá acontecer depois da morte. Suas características são a &lt;em&gt;coragem e o raciocínio&lt;/em&gt;. A coragem ensina a ficar satisfeito com o que tem e a viver sem recursos; o raciocínio aponta seus limites.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A honestidade do homem absurdo não está na obediência às regras convencionais, mas sim no respeito às normas que ele próprio dita. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todas as morais são baseadas na idéia de que um ato tem obrigatoriamente conseqüências. O homem absurdo aceita com serenidade essas conseqüências e está pronto a pagar por elas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O espírito absurdo não procura regras morais, mas simplesmente imagens das vidas humanas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4802085068085811453?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4802085068085811453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4802085068085811453&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4802085068085811453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4802085068085811453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/11/o-homem-absurdo-camus.html' title='O Homem Absurdo - A. Camus'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rzxy0izyElI/AAAAAAAAAGE/iHMdaCGhaQM/s72-c/camusII.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2470126894411730600</id><published>2007-11-06T22:46:00.000-02:00</published><updated>2007-11-06T22:55:57.282-02:00</updated><title type='text'>Argumentos</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Um argumento é uma série concatenada de afirmações com o fim de estabelecer uma proposição definida.&lt;br /&gt;Existem vários tipos de argumento; iremos discutir os chamados dedutivos. Esses são geralmente vistos como os mais precisos e persuasivos, provando categoricamente suas conclusões; podem ser válidos ou inválidos.&lt;br /&gt;Argumentos dedutivos possuem três estágios: premissas, inferência e conclusão. Entretanto, antes de discutir tais estágios detalhadamente, precisamos examinar os alicerces de um argumento dedutivo: proposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                           Proposições&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Uma proposição é uma afirmação que pode ser verdadeira ou falsa. Ela é o significado da afirmação, não um arranjo preciso das palavras para transmitir esse significado.&lt;br /&gt;Por exemplo, “Existe um número primo par maior que dois” é uma proposição (no caso, uma falsa). “Um número primo par maior que dois existe” é a mesma proposição expressa de modo diferente.&lt;br /&gt;Infelizmente, é muito fácil mudar acidentalmente o significado das palavras apenas reorganizando-as. A dicção da proposição deve ser considerada como algo significante.&lt;br /&gt;É possível utilizar a lingüística formal para analisar e reformular uma afirmação sem alterar o significado; entretanto, aqui não se pretende tratar de tal assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                    Premissas&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Argumentos dedutivos sempre requerem um certo número de “assunções-base”. São as chamadas premissas; é a partir delas que os argumentos são construídos; ou, dizendo de outro modo, são as razões para se aceitar o argumento. Entretanto, algo que é uma premissa no contexto de um argumento em particular, pode ser a conclusão de outro, por exemplo.&lt;br /&gt;As premissas do argumento sempre devem ser explicitadas, esse é o princípio do audiatur et altera pars (expressão latina que significa “a parte contrária deve ser ouvida”). A omissão das premissas é comumente encarada como algo suspeito, e provavelmente reduzirá as chances de aceitação do argumento.&lt;br /&gt;A apresentação das premissas de um argumento geralmente é precedida pelas palavras “Admitindo que...”, “Já que...”, “Obviamente se...” e “Porque...”. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;É imprescindível que seu oponente concorde com suas premissas antes de proceder com a argumentação.&lt;br /&gt;Usar a palavra “obviamente” pode gerar desconfiança. Ela ocasionalmente faz algumas pessoas aceitarem afirmações falsas em vez de admitir que não entendem por que algo é “óbvio”. Não hesite em questionar afirmações supostamente “óbvias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                  Inferência&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Umas vez que haja concordância sobre as premissas, o argumento procede passo a passo através do processo chamado inferência.&lt;br /&gt;Na inferência, parte-se de uma ou mais proposições aceitas (premissas) para chegar a outras novas. Se a inferência for válida, a nova proposição também deve ser aceita. Posteriormente essa proposição poderá ser empregada em novas inferências.&lt;br /&gt;Assim, inicialmente, apenas podemos inferir algo a partir das premissas do argumento; ao longo da argumentação, entretanto, o número de afirmações que podem ser utilizadas aumenta.&lt;br /&gt;O processo de inferência é comumente identificado pelas frases “conseqüentemente...” ou “isso implica que...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                    Conclusão&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Finalmente se chegará a uma proposição que consiste na conclusão, ou seja, no que se está tentando provar. Ela é o resultado final do processo de inferência, e só pode ser classificada como conclusão no contexto de um argumento em particular.&lt;br /&gt;A conclusão se respalda nas premissas e é inferida a partir delas. Esse é um processo sutil que merece explicação mais aprofundada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                      A implicação em detalhes&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, pode-se construir um argumento válido a partir de premissas verdadeiras, chegando a uma conclusão também verdadeira. Mas também é possível construir argumentos válidos a partir de premissas falsas, chegando a conclusões falsas.&lt;br /&gt;O “pega” é que podemos partir de premissas falsas, proceder através de uma inferência válida, e chegar a uma conclusão verdadeira. Por exemplo:&lt;br /&gt;– Premissa: Todos peixes vivem no oceano.&lt;br /&gt;– Premissa: Lontras são peixes.&lt;br /&gt;– Conclusão: Logo, lontras vivem no oceano.&lt;br /&gt;Há, no entanto, uma coisa que não pode ser feita: partir de premissas verdadeiras, inferir de modo correto, e chegar a uma conclusão falsa.&lt;br /&gt;O fato de um argumento ser válido não significa necessariamente que sua conclusão é verdadeira, pois pode ter partido de premissas falsas.&lt;br /&gt;Um argumento válido que foi derivado de premissas verdadeiras é chamado “argumento consistente”. Esses obrigatoriamente chegam a conclusões verdadeiras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2470126894411730600?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2470126894411730600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2470126894411730600&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2470126894411730600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2470126894411730600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/11/argumentos.html' title='Argumentos'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5633549866260862817</id><published>2007-10-30T15:43:00.000-02:00</published><updated>2007-10-30T15:48:31.044-02:00</updated><title type='text'>Tales de Mileto</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RyduZnTGdCI/AAAAAAAAAF4/UZb929nFl5k/s1600-h/tales.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127188087109481506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RyduZnTGdCI/AAAAAAAAAF4/UZb929nFl5k/s320/tales.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Segundo a tradição, Tales foi considerado o mais antigo investigador da natureza das coisas na sua totalidade e quem afirmou pela primeira vez a existência de um princípio único como elemento constitutivo de tudo que existe – arché – que para ele era a água. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Entendeu-a como o princípio imprincipiado, origem absoluta de todas as coisas que são. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Disse também que a terra flutua sobre a água, explicando de modo natural os tremores de terra (sismos, maremotos, etc.), que o mundo está cheio de deuses e que o imã possui uma alma com o poder de mover determinados corpos, sendo a alma o princípio do movimento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim como o ser humano vivo (dotado de alma) pode colocar em movimento seus próprios membros e, de um modo geral, as coisas e objetos; o imã possui alma pelo fato de atrair e mover o ferro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nietzsche resume de forma admirável o momento em que o pensador inventa a filosofia: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Assim contemplou Tales a unidade de tudo o que é: e quando quis comunicar-se, falou da água!" (A filosofia na época trágica dos gregos)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5633549866260862817?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5633549866260862817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5633549866260862817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5633549866260862817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5633549866260862817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/10/tales-de-mileto.html' title='Tales de Mileto'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RyduZnTGdCI/AAAAAAAAAF4/UZb929nFl5k/s72-c/tales.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3234847017003045106</id><published>2007-10-21T17:45:00.000-02:00</published><updated>2007-10-21T18:02:00.362-02:00</updated><title type='text'>Tipos e Exemplos de Falácias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RxuwFJWbmWI/AAAAAAAAAFw/UTYg-X_5CGE/s1600-h/pinfalacia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123882603519908194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RxuwFJWbmWI/AAAAAAAAAFw/UTYg-X_5CGE/s320/pinfalacia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a class="new" title="Argumentum ad antiquitatem" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Argumentum_ad_antiquitatem&amp;amp;action=edit"&gt;Argumentum ad antiquitatem&lt;/a&gt; (Argumento de antiguidade ou tradição):&lt;br /&gt;Basicamente consiste em afirmar que algo é verdadeiro ou bom só porque é antigo ou “sempre foi assim”.&lt;br /&gt;&lt;a title="Argumentum ad hominem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem"&gt;Argumentum ad hominem&lt;/a&gt; (Ataque ao argumentador):&lt;br /&gt;Em vez de o argumentador provar a falsidade do enunciado, ele ataca a pessoa que fez o enunciado.&lt;br /&gt;Ex: "A afirmação de Joãozinho é falsa, pois ele é um sujeito mal-educado".&lt;br /&gt;&lt;a title="Argumentum ad ignorantiam" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_ignorantiam"&gt;Argumentum ad ignorantiam&lt;/a&gt; (Argumento da Ignorância):&lt;br /&gt;Ocorre quando algo é considerado verdadeiro simplesmente porque não foi provado que é falso (ou provar que algo é falso por não haver provas de que seja verdade). Note que é diferente do princípio científico de se considerar falso até que seja provado que é verdadeiro.&lt;br /&gt;Ex: "Joãozinho diz a verdade, pois ninguém pode provar o contrário."&lt;br /&gt;"É certeza que Deus exista, até que se prove o contrário."&lt;br /&gt;&lt;a title="Non sequitur" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Non_sequitur"&gt;Non sequitur&lt;/a&gt; (Não segue):&lt;br /&gt;Tipo de falácia na qual a conclusão não segue das &lt;a title="Premissa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Premissa"&gt;premissas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Ex: "É bom acabar com a pobreza neste país; É bom eliminar a corrupção neste país; Portanto, vamos votar no Joãozinho para presidente!"&lt;br /&gt;Argumentum ad Baculum (Apelo à Força):&lt;br /&gt;Utilização de algum tipo de privilégio, força, poder ou ameaça para impor a conclusão.&lt;br /&gt;Ex: "Acredite em Deus, senão irá pro Inferno."&lt;br /&gt;Argumentum ad Populum (Apelo ao Povo):&lt;br /&gt;É a tentativa de ganhar a causa por apelar a uma grande quantidade de pessoas.&lt;br /&gt;Ex: "Deus existe porque grande parte da população mundial acredita nele."&lt;br /&gt;&lt;a title="Argumentum ad Numerum" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_Numerum"&gt;Argumentum ad Numerum&lt;/a&gt; (Apelo ao número):&lt;br /&gt;Semelhante ao "ad populum". Afirma que quanto mais pessoas acreditam em uma proposição, mais provável é a proposição de ser verdadeira.&lt;br /&gt;Ex: "Deus existe pois 85% das pessoas acreditam que sim. Não podem estar todos enganados."&lt;br /&gt;&lt;a title="Argumentum ad Verecundiam" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_Verecundiam"&gt;Argumentum ad Verecundiam&lt;/a&gt; (Apelo à autoridade):&lt;br /&gt;Argumentação baseada no apelo a alguma autoridade reconhecida para comprovar a premissa .&lt;br /&gt;Ex: "Se Aristóteles disse isto, é verdade" ou "Se a Bíblia diz isto, isto necessariamente é a verdade".&lt;br /&gt;Dicto Simpliciter' (Regra geral):&lt;br /&gt;Ocorre quando uma regra geral é aplicada a um caso particular onde a regra não deveria ser aplicada.&lt;br /&gt;Ex: "A palavra 'Cafú' não tem acento porque é oxítona terminada em u" (nesse caso o nome é próprio e a regra geral não se aplica)&lt;br /&gt;Generalização Apressada (Falsa indução):&lt;br /&gt;É o oposto do Dicto Simpliciter. Ocorre quando uma regra específica é atribuída ao caso genérico.&lt;br /&gt;Ex: "Todo Joãozinho é feliz."&lt;br /&gt;Falácia de Composição (Tomar o todo pela parte):&lt;br /&gt;É o fato de concluir que uma propriedade das partes deve ser aplicada ao todo.&lt;br /&gt;Ex: "Este caminhão é composto apenas por componentes leves, logo ele é leve também."&lt;br /&gt;Falácia da Divisão (Tomar a parte pelo todo):&lt;br /&gt;Oposto da falácia de composição. Assume que uma propriedade do todo é aplicada a cada parte.&lt;br /&gt;Ex: "Você deve ser rico pois estuda em um colégio de ricos." ou "Formigas destroem árvores. Logo, esta formiga pode destruir uma árvore."&lt;br /&gt;&lt;a title="Falácia do homem de palha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FalÃ¡cia_do_homem_de_palha"&gt;Falácia do homem de palha&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;Consiste em atribuir falsas idéias ao oponente ou tentar manipular a opinião do ouvinte defendendo um ponto de vista reprovável ou fraco.&lt;br /&gt;Ex: "Deveríamos abolir todas as armas do mundo. Só assim haveria paz verdadeira."&lt;br /&gt;Cum hoc ergo propter hoc : (falsa causa)&lt;br /&gt;Afirma que apenas porque dois eventos ocorreram juntos eles estão relacionados.&lt;br /&gt;Ex: "O Guarani vai ganhar o jogo de hoje porque hoje é quinta-feira e até agora ele ganhou em todas as quintas-feiras em que jogou."&lt;br /&gt;&lt;a title="Post hoc ergo propter hoc" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Post_hoc_ergo_propter_hoc"&gt;Post hoc ergo propter hoc&lt;/a&gt; :&lt;br /&gt;Consiste em dizer que, pelo simples fato de um evento ter ocorrido logo após o outro, eles têm uma relação de causa e efeito.&lt;br /&gt;Ex: "O Japão rendeu-se logo após a utilização das bombas atômicas por parte dos EUA. Portanto, a paz foi alcançada devido à utilização das armas nucleares."&lt;br /&gt;Petitio Principii :&lt;br /&gt;Ocorre quando as premissas são tão questionáveis quanto a conclusão alcançada.&lt;br /&gt;Ex: "Sócrates tentou corromper a juventude da Grécia, a maioria (que votou pela sua condenação) sempre tem razão, logo foi justo condená-lo à morte."&lt;br /&gt;Circulus in Demonstrando :&lt;br /&gt;Ocorre quando alguém assume como premissa a conclusão a que se quer chegar.&lt;br /&gt;Ex: "Sabemos que Joãozinho diz a verdade pois muitas pessoas dizem isso. E sabemos que Joãozinho diz a verdade pois nós o conhecemos."&lt;br /&gt;Falácia da Pressuposição :&lt;br /&gt;Questiona um fato assumindo um pressuposto verdadeiro.&lt;br /&gt;Ex: "Quando você vai parar de bater na sua esposa?" ou "Onde você escondeu o dinheiro roubado?"&lt;br /&gt;Ignoratio Elenchi (Conclusão sofismática):&lt;br /&gt;Ou "Falácia da Conclusão Irrelevante". Consiste em utilizar argumentos válidos para chegar a uma conclusão que não tem relação alguma com os argumentos utilizados.&lt;br /&gt;Ex: "Os astronautas do Projeto Apollo eram bem preparados, todos eram excelentes aviadores e tinham boa formação acadêmica e intelectual, além de apresentar boas condições físicas. Logo, foi um processo natural os EUA ganharem a corrida espacial contra a União Soviética pois o povo americano é superior ao povo russo."&lt;br /&gt;&lt;a title="Anfibologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anfibologia"&gt;Anfibologia&lt;/a&gt; :&lt;br /&gt;Ocorre quando as premissas usadas no argumento são ambíguas devido à má elaboração gramatical.&lt;br /&gt;Acentuação :&lt;br /&gt;É uma forma de falácia devido à mudança de significado pela &lt;a title="Entonação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EntonaÃ§Ã£o"&gt;entonação&lt;/a&gt;. O significado é mudado dependendo da ênfase das palavras.&lt;br /&gt;Ex: compare: "Não devemos falar MAL dos nossos amigos." com: "Não devemos falar mal dos nossos AMIGOS".&lt;br /&gt;Falácias tipo "A" baseado em "B" (Outro tipo de Conclusão Sofismática) :&lt;br /&gt;Ocorrem dois fatos. São colocados como similares por serem derivados ou similares a um terceiro fato.&lt;br /&gt;Ex:&lt;br /&gt;"O Islamismo é baseado na fé."&lt;br /&gt;"O Cristianismo é baseado na fé."&lt;br /&gt;"Logo o islamismo é similar ao cristianismo."&lt;br /&gt;Falácia da afirmação do consequente :&lt;br /&gt;Esta falácia ocorre quando se tenta construir um argumento condicional que não está nem do &lt;a title="Modus ponens" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_ponens"&gt;Modus ponens&lt;/a&gt; (afirmação do antecedente) nem no &lt;a title="Modus Tollens" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_Tollens"&gt;Modus Tollens&lt;/a&gt; (negação do conseqüente). A sua forma categórica é:Se A então B.&lt;br /&gt;B&lt;br /&gt;Então A.&lt;br /&gt;Ex: "Se há carros então há poluição. Há poluição. Logo, há carros."&lt;br /&gt;Falácia da negação do antecedente :&lt;br /&gt;Esta falácia ocorre quando se tenta construir um argumento condicional que não está nem do &lt;a title="Modus ponens" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_ponens"&gt;Modus ponens&lt;/a&gt; (afirmação do antecedente) nem no &lt;a title="Modus Tollens" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Modus_Tollens"&gt;Modus Tollens&lt;/a&gt; (negação do consequente). A sua forma categórica é:Se A então B.&lt;br /&gt;Não A&lt;br /&gt;Então não B.&lt;br /&gt;Ex: "Se há carros então há poluição. Não há carros. Logo, não há poluição."&lt;br /&gt;&lt;a title="Falsa dicotomia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Falsa_dicotomia"&gt;Bifurcação&lt;/a&gt; (Falsa dicotomia):&lt;br /&gt;Também conhecida como "falácia do branco e preto". Ocorre quando alguém apresenta uma situação com apenas duas alternativas, quando de fato outras alternativas existem ou podem existir.&lt;br /&gt;Ex: "Se você não está a favor de de mim então está contra mim."&lt;br /&gt;Argumentum ad Crumenam :&lt;br /&gt;Esta falácia é a de acreditar que dinheiro é fator de estar correto. Aqueles mais ricos são os que provavelmente estão certos.&lt;br /&gt;Ex: "Se o Barão diz isso é porque é verdade."&lt;br /&gt;Argumentum ad Lazarum :&lt;br /&gt;Oposto ao "ad Crumenam". Esta é a falácia de assumir que apenas porque alguém é mais pobre, então é mais virtuoso e verdadeiro.&lt;br /&gt;Ex: "A voz dos pobres é a voz da verdade."&lt;br /&gt;&lt;a title="Argumentum ad Nauseam" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_Nauseam"&gt;Argumentum ad Nauseam&lt;/a&gt; :&lt;br /&gt;É a aplicação da repetição constante e a crença incorreta de que quanto mais se diz algo, mais correto está.&lt;br /&gt;Ex: "Se fulano diz tanto que sua bicicleta é azul, então ela é."&lt;br /&gt;Plurium Interrogationum :&lt;br /&gt;Ocorre quando se exige uma resposta simples a uma questão complexa.&lt;br /&gt;Ex: "Que força devemos empregar aqui? Forte ou fraco?"&lt;br /&gt;Red Herring :&lt;br /&gt;Falácia cometida quando material irrelevante é introduzido no assunto discutido para desviar a atenção e chegar a uma conclusão diferente.&lt;br /&gt;Ex: "Será que o palhaço Joãozinho é o assassino? No ano passado um palhaço matou uma criança."&lt;br /&gt;Retificação :&lt;br /&gt;Ocorre quando um conceito abstrato é tratado como coisa concreta.&lt;br /&gt;Ex: "A tristeza de Joãozinho é a culpada por tudo."&lt;br /&gt;Tu Quoque (Você Também):&lt;br /&gt;Falácia do "mas você também". Ocorre quando uma ação se torna aceitável pois outra pessoa também a cometeu.&lt;br /&gt;Ex:&lt;br /&gt;"Você está sendo abusivo."&lt;br /&gt;"E daí? Você também está."&lt;br /&gt;&lt;a title="Ônus da prova" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ãnus_da_prova"&gt;Inversão do Ônus da Prova&lt;/a&gt; :&lt;br /&gt;Quando o argumentador transfere ao seu opositor a responsabilidade de comprovar o argumento contrário, eximindo-se de provar a base do seu argumento.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3234847017003045106?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3234847017003045106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3234847017003045106&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3234847017003045106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3234847017003045106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/10/tipos-e-exemplos-de-falcias.html' title='Tipos e Exemplos de Falácias'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RxuwFJWbmWI/AAAAAAAAAFw/UTYg-X_5CGE/s72-c/pinfalacia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8185000205454022241</id><published>2007-10-17T19:59:00.000-02:00</published><updated>2007-10-17T20:16:17.472-02:00</updated><title type='text'>Falácias</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RxaJn5WbmUI/AAAAAAAAAFg/BEaZLGyY-Mw/s1600-h/pinfalacia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122432944683325762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RxaJn5WbmUI/AAAAAAAAAFg/BEaZLGyY-Mw/s320/pinfalacia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando damos razões para que uma alegação ou hipótese seja aceita, estamos argumentando. As razões que damos são as premissas da argumentação e a alegação que elas pretendem sustentar é a conclusão.&lt;br /&gt;Se as premissas são aceitáveis e sustentam adequadamente a alegação, então a argumentação é boa. Caso contrário, se as premissas são duvidosas ou se não justificam a conclusão, então a argumentação é falaciosa. Não cumpre sua função, ou seja, não dá uma boa razão para se aceitar uma alegação. Infelizmente, argumentos falaciosos podem ter grande poder psicológico. Quem não está treinado para perceber falácias, com frequência aceita alegações infundadas. Para não se acreditar em coisas irracionais é importante entender as várias falhas de argumentação que podem ocorrer.&lt;br /&gt;Um argumento é falacioso se contém (1) premissas inaceitáveis, (2) premissas irrelevantes ou (3) premissas insuficientes. Premissas são inaceitáveis se elas são, no mínimo, tão duvidosas quanto a alegação que pretendem apoiar. Numa boa argumentação, as premissas têm que ser a base sólida na qual se assenta a conclusão, caso contrário a conclusão não terá firmeza.&lt;br /&gt;As premissas são irrelevantes se não se aplicam ao caso. A conclusão deriva das premissas. Se as premissas não têm a ver com a conclusão, não dão razões para que esta seja aceita.&lt;br /&gt;Premissas são insuficientes se deixam dúvidas quanto à validade da conclusão. Numa boa argumentação, as premissas devem eliminar os motivos razoáveis de dúvida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao se ouvir um argumento, deve-se verificar se as premissas são aceitáveis, relevantes e suficientes. Se uma das condições estiver ausente, o argumento não é lógicamente aceitável. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8185000205454022241?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8185000205454022241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8185000205454022241&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8185000205454022241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8185000205454022241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/10/falcias.html' title='Falácias'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RxaJn5WbmUI/AAAAAAAAAFg/BEaZLGyY-Mw/s72-c/pinfalacia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3164415918263813102</id><published>2007-10-09T17:08:00.000-03:00</published><updated>2007-10-09T18:44:04.029-03:00</updated><title type='text'>Heráclito de Éfeso (540 a.C. - 480 a.C.)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rwvn6JWbmTI/AAAAAAAAAFY/Uq5ARB62LSI/s1600-h/Heraclitusmichelangelobyraphael.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119440387565132082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rwvn6JWbmTI/AAAAAAAAAFY/Uq5ARB62LSI/s320/Heraclitusmichelangelobyraphael.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra é o pai de todas as coisas e de todas o rei; de uns fez deuses, de outros homens, de uns escravos, de outros livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo se faz por contraste; da luta dos contrários nasce a mais bela harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho para baixo e o caminho para cima é um e o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mundo, igual para todos, nenhum dos deuses e nenhum dos homens o fez; sempre foi, é e será um fogo eternamente vivo, acendendo-se e apagando-se conforme a medida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mar, água mais pura e mais impura; para os peixes potável e saudável, para os homens impotável e mortal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diverso é o prazer do cavalo, do cão, do homem; o asno prefere a palha ao ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porcos em lama se comprazem, mais que em água limpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do arco, o nome é vida e a obra é morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um para mim vale mil, se for o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutar contra o coração é difícil; pois o que ele quer compra-se a preço de alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode entrar duas vezes no mesmo rio. Dispersa-se e reúne-se; avança e se retira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza ama esconder-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3164415918263813102?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3164415918263813102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3164415918263813102&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3164415918263813102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3164415918263813102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/10/herclito-de-feso-540-ac-480-ac.html' title='Heráclito de Éfeso (540 a.C. - 480 a.C.)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rwvn6JWbmTI/AAAAAAAAAFY/Uq5ARB62LSI/s72-c/Heraclitusmichelangelobyraphael.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-4476914026430148692</id><published>2007-10-03T18:09:00.000-03:00</published><updated>2007-10-03T18:53:18.637-03:00</updated><title type='text'>Górgias (cerca de 485-380 a.C.)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RwQFh5WbmSI/AAAAAAAAAFQ/t5NqaFeILHA/s1600-h/Gorgias.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117221156488452386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RwQFh5WbmSI/AAAAAAAAAFQ/t5NqaFeILHA/s320/Gorgias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Retórico e filósofo grego sofista, foi professor de oratória e retórica na Sicília e, depois de 427 a.C., em Atenas. Como filósofo, não acreditava na existência de uma ciência real. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para Górgias, é impossível saber o que existe verdadeiramente e o que não existe. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nada existe, porque nem o ser nem o não-ser são dados da experiência. Por isso, não há uma relação do ser com o não-ser, pois o juízo se tornaria impossível caso o ser participasse do não-ser e vice-versa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se existisse alguma coisa, não poderíamos conhecê-la, porque a realidade sensível não é inteligível, e o que seria inteligível não é dado, portanto é inexistente. Se podemos conhecer alguma coisa, nada podemos dizer sobre ela. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma vez que a linguagem é perfeitamente arbitrária, as palavras traem o pensamento. Portanto, todo juízo distinto de "o ser é" (juízo estéril por sua imobilidade) é absurdo, pois confunde sujeito e atributos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Górgias, Platão dedicou um de seus mais importantes diálogos, o Górgias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-4476914026430148692?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/4476914026430148692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=4476914026430148692&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4476914026430148692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/4476914026430148692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/10/grgias-cerca-de-485-380-ac.html' title='Górgias (cerca de 485-380 a.C.)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RwQFh5WbmSI/AAAAAAAAAFQ/t5NqaFeILHA/s72-c/Gorgias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-1268333115453466822</id><published>2007-09-28T20:05:00.000-03:00</published><updated>2007-10-03T18:58:24.432-03:00</updated><title type='text'>Sêneca (4 a.C. - 65 d.C.)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rv2K4c7291I/AAAAAAAAAFI/QO87ub08-4Q/s1600-h/Seneca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115397454207317842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rv2K4c7291I/AAAAAAAAAFI/QO87ub08-4Q/s320/Seneca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A filosofia é um bom conselho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A vida, sem uma meta, é completamente vazia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É preciso dizer a verdade apenas a quem está disposto a ouvi-la.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dedica-se a esperar o futuro apenas quem não sabe viver o presente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nada é tão lamentável e nocivo como antecipar desgraças.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O homem que sofre antes de ser necessário, sofre mais que o necessário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É parte da cura o desejo de ser curado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Viver significa lutar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ninguém chegou a ser sábio por acaso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-1268333115453466822?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/1268333115453466822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=1268333115453466822&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1268333115453466822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/1268333115453466822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/09/sneca-4-ac-65-dc.html' title='Sêneca (4 a.C. - 65 d.C.)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rv2K4c7291I/AAAAAAAAAFI/QO87ub08-4Q/s72-c/Seneca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5591743929824624529</id><published>2007-09-20T15:43:00.000-03:00</published><updated>2007-09-20T16:02:18.788-03:00</updated><title type='text'>Depende só de mim</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RvK_-_Tqm4I/AAAAAAAAAFA/r7rp6vMsOpc/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5112359615885646722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RvK_-_Tqm4I/AAAAAAAAAFA/r7rp6vMsOpc/s320/2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer, antes que o relógio marque meia noite. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso reclamar porque está chovendo, ou agradecer às águas por lavarem a poluição. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso ficar triste por não ter dinheiro, ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso reclamar sobre minha saúde, ou dar graças por estar vivo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria, ou posso ser grato por ter nascido. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso reclamar por ter que ir trabalhar, ou agradecer por ter trabalho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso sentir tédio com o trabalho doméstico, ou agradecer a Deus. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Posso lamentar decepções com amigos, ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo depende só de mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5591743929824624529?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5591743929824624529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5591743929824624529&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5591743929824624529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5591743929824624529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/09/depende-s-de-mim.html' title='Depende só de mim'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RvK_-_Tqm4I/AAAAAAAAAFA/r7rp6vMsOpc/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6910861992482607912</id><published>2007-09-11T23:14:00.000-03:00</published><updated>2007-09-11T23:17:39.863-03:00</updated><title type='text'>Senso Comum e Atitude Científica</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RudMNQ6De-I/AAAAAAAAAE4/6tdYkTCt-wM/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109136093035592674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RudMNQ6De-I/AAAAAAAAAE4/6tdYkTCt-wM/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há uma grande diferença entre nossas certezas cotidianas e o pensamento científico. Nossas opiniões cotidianas formam o senso comum da nossa sociedade, criam certezas que são transmitidas de geração a geração, e muitas vezes, se transformam em crença religiosa, tornando-se uma doutrina inquestionável. Vejamos alguns exemplos:&lt;br /&gt;O Sol é menor do que a Terra, o Sol se move em torno da Terra que permanece imóvel, as cores existem em si mesmas. A família é uma realidade natural criada pela natureza para garantir a sobrevivência humana e para atender à afetividade natural dos humanos, que sentem necessidade de viver juntos.&lt;br /&gt;O conhecimento científico desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da ausência de critica e da falta de curiosidade. Por isso onde vemos fatos e acontecimentos, a atitude cientifica vê problemas e obstáculos, aparências que precisam ser explicadas e, em certos casos, afastadas. Retornemos aos nossos exemplos:&lt;br /&gt;A astronomia demonstra que o Sol é muitas vezes maior do que a Terra e, desde Copérnico, que é a Terra que se move em torno do Sol. A óptica demonstra que as cores são ondas luminosas, obtidas pela refração e reflexão ou decomposição da luz branca. Historiadores e antropólogos mostram que o que entendemos por família (pai, mãe, irmãos, esposa, marido) é uma instituição social recentíssima – data do século XV – e é própria da Europa ocidental, mostram também que não é um fato natural, mas uma criação humana, exigida por condições históricas determinadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características do Senso Comum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um breve exame dos nossos saberes cotidianos e do senso comum de nossa sociedade revela que possuem algumas características que lhes são próprias:&lt;br /&gt;- são subjetivos, isto é, exprimem sentimentos e opiniões individuais ou de grupos, variando de uma pessoa para outra ou de um grupo para outro, dependendo das condições em que vivemos.&lt;br /&gt;- por serem subjetivos, levam a uma avaliação qualitativa das coisas conforme os efeitos que produzem em nossos órgãos dos sentidos ou conforme os desejos que despertam em nós e o tipo de finalidade ou de uso que lhes atribuímos.&lt;br /&gt;- agrupam-se ou distinguem-se conforme as coisas e os fatos nos pareçam semelhantes ou diferentes.&lt;br /&gt;- são individualizadores, isto é, cada coisa ou cada fato nos parece como um indivíduo distinto dos outros por possuir qualidades que nos afetam de maneira diferente.&lt;br /&gt;- mas são também generalizadores, pois tendem a reunir numa só opinião ou numa só idéia coisas e fatos julgados semelhantes.&lt;br /&gt;- em decorrência das generalizações, tendem a estabelecer relações de causa e efeito entre as coisas ou entre os fatos.&lt;br /&gt;- não se surpreendem nem se admiram com a regularidade, constância, repetição e diferença das coisas, mas, ao contrário, a admiração e o espanto se dirigem para o que é imaginado como único, extraordinário, maravilhoso ou miraculoso.&lt;br /&gt;- pelo mesmo motivo e não por compreenderem o que seja a investigação cientifica, tendem a vê-la quase como magia, considerando que ambas lidam com o misterioso, o oculto, o incompreensível.&lt;br /&gt;- costumam projetar nas coisas ou no mundo sentimentos de angustia e de medo diante do desconhecido.&lt;br /&gt;- por serem subjetivos, generalizadores, expressões de sentimento de medo e angustia e de incompreensão quanto ao trabalho cientifico, nossas certezas cotidianas e o senso comum de nossa sociedade cristalizam-se em preconceitos com os quais passamos a interpretar a realidade que nos cerca e todos os acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características do pensamento cientifico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quase todos os aspectos podemos dizer que o pensamento filosófico-cientifico opõe-se ponto por ponto às características do senso comum:&lt;br /&gt;- é objetivo, pois procura as estruturas universais e necessárias das coisas investigadas.&lt;br /&gt;- é quantitativo, ou seja, busca medidas, padrões, critérios de comparação e de avaliação para coisas que parecem diferentes.&lt;br /&gt;- é homogêneo, isto é, busca as leis gerais de funcionamento dos fenômenos, que são as mesmas para os fatos que nos parecem diferentes.&lt;br /&gt;- é generalizador, pois reúne individualidades sob as mesmas leis, os mesmos padrões ou critérios de medida, mostrando que possuem a mesma estrutura, embora sejam sensorialmente percebidas como diferentes.&lt;br /&gt;- é diferenciador, pois não reúne nem generaliza por semelhanças aparentes, mas distingue entre os que parecem iguais, desde que obedeçam a estruturas diferentes.&lt;br /&gt;- só estabelece relações causais depois de investigar a natureza ou estrutura do fato estudado e suas relações com outros semelhantes e diferentes.&lt;br /&gt;- surpreende-se com a regularidade, a constância, a freqüência, a repetição e a diferença das coisas e procura mostrar que o maravilhoso, o extraordinário ou o milagroso é um caso particular do que é regular, normal, freqüente.&lt;br /&gt;- distingue-se da magia. A atitude cientifica opera um desencantamento do mundo, mostrando que nele não agem forças secretas, mas causas e relações racionais que podem ser conhecidas e que tais conhecimentos podem ser transmitidos a todos.&lt;br /&gt;- afirma que, pelo conhecimento, o homem pode libertar-se do medo e das superstições, deixando de projetá-los no mundo e nos outros.&lt;br /&gt;- procura renovar-se continuamente, evitando a transformação das teorias em doutrinas e destas em preconceitos sociais. O fato cientifico resulta de um trabalho paciente e lento de investigação e de pesquisa racional, aberto a mudanças, não sendo nem um mistério incompreensível nem uma doutrina geral sobre o mundo.&lt;br /&gt;A ciência distingue-se do senso comum porque este é uma opinião baseada em hábitos, preconceitos, tradições cristalizadas, enquanto a primeira baseia-se em pesquisas, investigações metódicas e sistemáticas e na exigência de que as teorias sejam internamente coerentes e digam a verdade sobre a realidade. A ciência é conhecimento que resulta de um trabalho racional. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6910861992482607912?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6910861992482607912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6910861992482607912&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6910861992482607912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6910861992482607912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/09/senso-comum-e-atitude-cientfica.html' title='Senso Comum e Atitude Científica'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RudMNQ6De-I/AAAAAAAAAE4/6tdYkTCt-wM/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8318708369504046634</id><published>2007-09-03T00:26:00.000-03:00</published><updated>2007-09-03T00:28:24.217-03:00</updated><title type='text'>O que é lógica?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rtt_T5Zvl0I/AAAAAAAAAEw/f1R3nKUesow/s1600-h/coruja.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5105814582357628738" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rtt_T5Zvl0I/AAAAAAAAAEw/f1R3nKUesow/s320/coruja.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lógica é uma parte da filosofia que estuda o fundamento, a estrutura e as expressões humanas do conhecimento.&lt;br /&gt;A lógica foi criada por Aristóteles no século IV a.C. para estudar o pensamento humano e distinguir interferências e argumentos certos e errados.&lt;br /&gt;Aristóteles estabeleceu um conjunto de regras rígidas para que conclusões pudessem ser aceitas como logicamente válidas: o emprego da lógica leva a uma linha de raciocínio baseado em premissas e conclusões.&lt;br /&gt;Por exemplo: se for observado que "todo ser vivo é mortal" (premissa 1), a seguir é constatado que "João é um ser vivo" (premissa 2), como conclusão temos que "João é mortal".&lt;br /&gt;Desde então, a lógica Ocidental, assim chamada, tem sido binária, isto é, uma declaração é falsa ou verdadeira, não podendo ser ao mesmo tempo parcialmente verdadeira e parcialmente falsa. Esta suposição e as leis da identidade (A é A), da não contradição (A não é B), e do terceiro excluído (A é A e não pode ser B) cobrem todas as possibilidades e formam a base do pensamento lógico Ocidental.&lt;br /&gt;A Lógica ao mesmo tempo em que define as leis ideais do pensamento, estabelece as regras do pensamento correto, cujo conjunto constitui uma arte de pensar. E como o raciocínio é a operação intelectual que implica todas as outras operações do espírito, define-se muitas vezes a lógica como a ciência do raciocínio correto. A Lógica é então necessária para tornar o espírito mais penetrante e para ajudá-lo a justificar suas operações recorrendo aos princípios que fundam a sua legitimidade.&lt;br /&gt;Em outras palavras, lógica é arte que nos faz proceder, com ordem, facilmente e sem erro, no ato próprio da razão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8318708369504046634?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8318708369504046634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8318708369504046634&amp;isPopup=true' title='29 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8318708369504046634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8318708369504046634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/09/o-que-lgica.html' title='O que é lógica?'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rtt_T5Zvl0I/AAAAAAAAAEw/f1R3nKUesow/s72-c/coruja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>29</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-2013850388967484204</id><published>2007-08-30T18:53:00.000-03:00</published><updated>2007-08-30T19:07:19.125-03:00</updated><title type='text'>Amizade (Epicuro)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rtc_iJZvlzI/AAAAAAAAAEo/bN1PXWrVHnQ/s1600-h/URGH!.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104618558519744306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rtc_iJZvlzI/AAAAAAAAAEo/bN1PXWrVHnQ/s320/URGH!.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De todas as coisas que nos oferece a sabedoria para a felicidade de toda a vida, a maior é a aquisição da amizade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Toda a amizade é desejável por si própria, mas inicia-se pela necessidade do que é útil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos como de confiança na sua ajuda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A natureza, única para todos os seres, não fez os homens nobres ou ignóbeis, mas sim as suas ações e as disposições de espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-2013850388967484204?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/2013850388967484204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=2013850388967484204&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2013850388967484204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/2013850388967484204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/08/amizade-epicuro.html' title='Amizade (Epicuro)'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rtc_iJZvlzI/AAAAAAAAAEo/bN1PXWrVHnQ/s72-c/URGH!.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-8955111562261770410</id><published>2007-08-27T17:00:00.000-03:00</published><updated>2007-08-27T17:20:43.311-03:00</updated><title type='text'>O viajante</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RtMyBZZvlyI/AAAAAAAAAEg/5SKQYVBzQGw/s1600-h/night79-737944.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103477802321024802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RtMyBZZvlyI/AAAAAAAAAEg/5SKQYVBzQGw/s320/night79-737944.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Viver é como caminhar sobre troncos que bóiam num rio e que não suportam sozinhos o nosso peso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes que afundem é preciso pular para o próximo, mover-se, seguir em frente em direção a outra margem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na caminhada nada nos ampara, na outra margem nada nos espera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A vida não é a partida, nem a chegada, a vida é a caminhada.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-8955111562261770410?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/8955111562261770410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=8955111562261770410&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8955111562261770410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/8955111562261770410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/08/o-viajante.html' title='O viajante'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RtMyBZZvlyI/AAAAAAAAAEg/5SKQYVBzQGw/s72-c/night79-737944.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-709455459433915018</id><published>2007-08-26T21:54:00.001-03:00</published><updated>2007-08-26T21:59:14.585-03:00</updated><title type='text'>"Sem música a vida seria um erro"</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RtIg6pZvlwI/AAAAAAAAAEI/5eFo4KdZkQQ/s1600-h/13.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103177519682524930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RtIg6pZvlwI/AAAAAAAAAEI/5eFo4KdZkQQ/s320/13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-709455459433915018?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/709455459433915018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=709455459433915018&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/709455459433915018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/709455459433915018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/08/sem-msica-vida-seria-um-erro_8976.html' title='&quot;Sem música a vida seria um erro&quot;'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RtIg6pZvlwI/AAAAAAAAAEI/5eFo4KdZkQQ/s72-c/13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-3624986936751162259</id><published>2007-08-23T15:40:00.000-03:00</published><updated>2007-08-23T15:54:39.162-03:00</updated><title type='text'>QUANDO EU ERA MENINO...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rs3XrpZvlpI/AAAAAAAAADM/LwHvri4_9_A/s1600-h/mjiukhji.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101971097728816786" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rs3XrpZvlpI/AAAAAAAAADM/LwHvri4_9_A/s320/mjiukhji.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rs3V1JZvlmI/AAAAAAAAAC0/wxIyvNYpI7E/s1600-h/mjiukhji.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era menino,&lt;br /&gt;Um deus freqüente me salvava&lt;br /&gt;Da grita e do látego dos homens,&lt;br /&gt;Em segurança eu brincava&lt;br /&gt;Com as flores do bosque;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As brisas do céu&lt;br /&gt;Vinham brincar comigo.&lt;br /&gt;E assim como alegras&lt;br /&gt;O coração das plantas,&lt;br /&gt;Quando estendem os braços&lt;br /&gt;Meigos para ti,&lt;br /&gt;Meu coração alegraste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, Pai Hélio! e como Endimião&lt;br /&gt;Eu era o favorito&lt;br /&gt;Teu, sagrada Lua!&lt;br /&gt;Oh vós todos, fiéis&lt;br /&gt;Deuses amistosos,&lt;br /&gt;Se soubésseis o quanto&lt;br /&gt;Minha alma vos amou! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não vos chamava eu então&lt;br /&gt;Pelo nome, nem vós a mim&lt;br /&gt;Pelo meu, como os homens&lt;br /&gt;Quando se conhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu vos conhecia&lt;br /&gt;Como jamais aos homens conheci.&lt;br /&gt;Eu compreendia o silêncio do Éter;&lt;br /&gt;As palavras dos homens, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educou-me a harmonia&lt;br /&gt;Do bosque murmurante&lt;br /&gt;E aprendi a amar&lt;br /&gt;Debaixo das flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nos braços dos deuses que eu cresci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Hölderlin)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-3624986936751162259?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/3624986936751162259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=3624986936751162259&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3624986936751162259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/3624986936751162259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/08/quando-eu-era-menino.html' title='QUANDO EU ERA MENINO...'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/Rs3XrpZvlpI/AAAAAAAAADM/LwHvri4_9_A/s72-c/mjiukhji.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-5182958928969194768</id><published>2007-08-22T12:32:00.000-03:00</published><updated>2007-08-22T12:39:15.834-03:00</updated><title type='text'>O Quadrado Lógico</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RsxYF5ZvllI/AAAAAAAAACs/NWyu6-46nRs/s1600-h/Tabua_oposicoes.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101549336235316818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RsxYF5ZvllI/AAAAAAAAACs/NWyu6-46nRs/s320/Tabua_oposicoes.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A tábua de oposições, também chamado quadrado lógico ou quadrado dos opostos, tem origem obscura mas geralmente se aceita que &lt;a title="Boécio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BoÃ©cio"&gt;Boécio&lt;/a&gt; lhe deu a forma final. Trata-se de um artifício didático que indica as relações lógicas fundamentais.&lt;br /&gt;Assim, temos o seguinte esquema de premissas:&lt;br /&gt;A - universal afirmativa (Todo homem é mortal)&lt;br /&gt;E - universal negativa (Nenhum homem é mortal)&lt;br /&gt;I - particular afirmativa (Algum homem é mortal)&lt;br /&gt;O - particular negativa (Algum homem não é mortal)&lt;br /&gt;Exemplo de tábua de oposição:&lt;br /&gt;Todo ser vivo é mortal&lt;br /&gt;Contrária: nenhum ser vivo é mortal&lt;br /&gt;Sub-contrária: €&lt;br /&gt;Contraditória: algum ser vivo não é mortal &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Leis de oposição&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As leis de oposição regem as relações entre as premissas.&lt;br /&gt;Contraditoriedade: se um modo é verdadeiro, o outro é falso;&lt;br /&gt;Contrariedade: ocorre apenas nos modos A e E. As premissas contrárias entre si não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo, mas podem ser falsas ao mesmo tempo;Pois, se assim forem,a particular afirmativa será falsa por ser a contraditória da universal negativa e verdadeira, por ser a conversão da universal afirmativa.&lt;br /&gt;Subcontrariedade: as premissas não podem ser falsas ao mesmo tempo, mas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo.Pois se assim forem,as contrárias de quem elas são contraditórias serão simultaneamente verdadeiras, o que é um absurdo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.wikipédia/"&gt;wikipédia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-5182958928969194768?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/5182958928969194768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=5182958928969194768&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5182958928969194768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/5182958928969194768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/08/o-quadrado-lgico.html' title='O Quadrado Lógico'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RsxYF5ZvllI/AAAAAAAAACs/NWyu6-46nRs/s72-c/Tabua_oposicoes.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7042290839685523530.post-6371272029466295126</id><published>2007-08-18T16:50:00.001-03:00</published><updated>2007-08-18T16:58:40.894-03:00</updated><title type='text'>"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito."               Albert Einstein</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RsdOvpZvljI/AAAAAAAAACc/IFiBo56jOyU/s1600-h/macacos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100131683495024178" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RsdOvpZvljI/AAAAAAAAACc/IFiBo56jOyU/s320/macacos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.&lt;br /&gt;Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi procurar subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais procurava subir a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.&lt;br /&gt;Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.&lt;br /&gt;Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7042290839685523530-6371272029466295126?l=giulianofilosofo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/feeds/6371272029466295126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7042290839685523530&amp;postID=6371272029466295126&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6371272029466295126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7042290839685523530/posts/default/6371272029466295126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/08/mais-fcil-desintegrar-um-tomo-do-que-um.html' title='&quot;É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.&quot;               Albert Einstein'/><author><name>Giuliano Cézar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00404219174819516713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/SZgf0qBfueI/AAAAAAAAANk/ZJLxK2nN02o/S220/imagemgiu+viol%C3%A3o.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bBiwVYo3iSM/RsdOvpZvljI/AAAAAAAAACc/IFiBo56jOyU/s72-c/macacos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
